segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Justiça sem justiça ignora Cármen e envergonha Temis


"A deusa grega Temis deve estar muito envergonhada com o comportamento da Justiça brasileira que, colocada no banco dos réus em diversos países onde vigora o regime democrático, já foi condenada por renomados juristas por suas decisões escandalosamente políticas, que evidenciam dois pesos e duas medidas", afirma o colunista Ribamar Fonseca.

Para ele, a prova está na "negação da absolvição sumária de Marisa Letícia, já falecida, enquanto a mulher do ex-deputado Eduardo Cunha, Claudia Cruz, flagrada com contas no exterior, sequer foi presa".

O mesmo princípio vale para a perseguição contra Lula e o PT e o beneplácito para Aécio Neves e para o PSDB.

"Percebe-se, sem muita dificuldade, que em apenas dois anos Temer montou uma estrutura de poder que lhe garante – e a seus amigos e aliados – uma eficiente blindagem contra qualquer tentativa para apeá-lo do Planalto".

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