quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Obra da gestão Serra entra na mira da Lava Jato


O MPF (Ministério Público Federal) investiga indícios de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo obra que ampliou as pistas da marginal Tietê no período em que José Serra era governador de São Paulo.

Os procuradores analisam o repasse de R$ 89,5 milhões para empresas ligadas ao operador financeiro Adir Assad e para o advogado Rodrigo Tacla Duran – alvos da 36ª fase da Operação Lava Jato – por dois consórcios e empreiteiras que executaram as obras de ampliação da marginal entre 2009 e 2001.

Os investigadores concluíram que empresas ligadas aos operadores "revelaram-se como meras pessoas jurídicas interpostas em operações de lavagem de capitais”.

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