sábado, 30 de dezembro de 2017

As grandes frases de 2017

Apoiado em seu cajado, 2017 ruma trôpego e combalido para sua última morada. É hora de garimpar as tiradas que podem sobreviver ao ano em estado terminal. Como todas as listas, esta merecerá todas as críticas do mundo por incluir o que não deveria ou por esquecer o que não poderia. São frases que podem revelar ironia, inteligência, cinismo, indignação, desprezo mas também desfaçatez, que tem sido o pano de fundo do nosso drama nesses tempos estúpidos. Vamos a elas:

"A minha expulsão não é uma punição. É biografia".  Senadora Kátia Abreu ao ser expulsa do PMDB por ser oposição ao golpe e a Michel Temer)

"Romero Jucá, esse canalha, esse crápula do Brasil, esse ladrão de vidas e almas alheias".  Idem, em seu primeiro discurso na tribuna do Senado após ser expulsa)

"Tem que manter isso, viu?"  (Temer sendo gravado por Joesley Batista e concordando com o "tratamento especial" dado pelo empresário ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, preso em Curitiba)

"O Rodrigo. Pode passar por meio dele, viu? Da minha mais estrita confiança".  (Temer dizendo a Joesley que, na ausência de Geddel Vieira Lima, o contato seria através de outro deputado, Rodrigo Rocha Loures, do PMDB, do Paraná, seguido, filmado e preso dias depois com mala contendo R$ 500 mil entregues pela JBS de Joesley)

"Eu quero dizer que eu vi a fita, eu vi a mala de dinheiro, eu vi a corridinha na televisão".  (Ministro Luis Roberto Barroso, do STF, discutindo com seu colega Gilmar Mendes e enfatizando que ouviu a fita que incrimina Temer, a mala de dinheiro e a "corridinha" de Rocha Loures antes de ser preso)

"Uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime, quem seriam os partícipes e se haveria ou não corrupção".  (Diretor da PF, Fernando Segóvia, em sua primeira entrevista, referindo-se à mala dos 500 mil reais entregue a Rocha Loures, representante de Temer junto à empresa)

"Só pode ser brincadeira".  (Ex-procurador-geral da república, Rodrigo Janot, ironizando a declaração de Segóvia)

"Nós vamos (gravá-lo) só porque ele é bandidão mesmo".  (Joesley Batista explicando ao executivo da JBS, Ricardo Saud, por que iria gravar o então presidente do PSDB, Aécio Neves)

"Adoraria disputar com alguém com o logotipo da Globo na testa".  (Lula, comentando a então possível candidatura do apresentador Luciano Huck à presidência)

"Bolsonaro é filho legítimo do casamento entre a Lava Jato e a Rede Globo".  (Sociólogo Jessé de Souza, autor de A Elite do Atraso, em entrevista)

"Se pegar dez Bolsonaros e espremer não cabe num pires"
(Ministro Aloysio Ferreira Nunes prevendo que Jair Bolsonaro não tem a menor chance contra Lula em um eventual segundo turno)

"A elite da comunicação, a elite empresarial e a elite política é que farão as reformas tão necessárias. Delegar isso ao "seu João" e à "dona Maria" é irresponsabilidade".  (Prefeito Nelson Marchezan Junior (PSDB), de Porto Alegre, mandando a plebe procurar o seu lugar)

"Ele é um bunda mole"  Vereador Cláudio Janta (Solidariedade), de Porto Alegre, ex-líder do governo na câmara municipal, respondendo ao prefeito Marchezan Junior, que chamou os vereadores de "cagões")

"O Temer é aquele marido desempregado que, em vez de procurar emprego, sai vendendo as coisas da casa".  (Lula, sobre a privataria temerária)

"Sabe o que é isso? É coisa de preto...".  (Apresentador William Waack, então na TV Globo, em vídeo vazado que foi parar no Youtube. Waack irritara-se com o barulho de buzinas nas ruas de Washington/DC antes de começar uma entrevista)

"Eu quero ouvir o William Bonner pedindo desculpas na Globo. [Imita o apresentador do Jornal Nacional]: "Boa noite. Queríamos pedir desculpas para o Luiz Inácio Lula da Silva porque tudo o que se falou dele foi mentira". (Lula, em coletiva em dezembro de 2017)

"Meu filho não é ladrão, ele é doente".  Marluce Lima, mãe de Geddel Vieira Lima, logo após a descoberta de que o filho guardava R$ 51 milhões em malas em um apartamento de Salvador)

"Se denunciaram Aloysio por 500 mil eu tô fodido".  (Lucio Vieira Lima, deputado do PMDB e irmão de Geddel, refletindo sobre o futuro e citando a denúncia contra o chanceler Aloysio Ferreira Nunes)

"Minha morte foi decretada no dia do meu afastamento da universidade" (Reitor Luis Carlos Canciller de Olivo, da UFSC, em bilhete deixado no bolso de sua calça, encontrado no dia em que suicidou por não suportar a humilhação a que foi submetido ao ser preso com estardalhaço pela PF e submetido, inclusive, a revista íntima)

"Quando a humanidade errou e não parou Hitler no momento certo? Quando a humanidade errou e não parou Mussolini no tempo certo? E fiquei pensando: eles estão de volta"(Desembargador Lédio de Andrade discursando no velório de Canciller)

"É inadmissível que o país continue tolerando práticas de um Estado policial, em que os direitos mais fundamentais dos cidadãos são postos de lado em nome de um moralismo espetacular" (Trecho de nota da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior sobre a ação da PF e a morte de Cancillier)

"O pobre tem fome, não tem hábito alimentar"  Prefeito de São Paulo, João Dória, quanto ainda tentava distribuir a farinata, produzida a partir de alimentos próximos da data de vencimento, aos pobres.

"Eu só não te dou um soco agora, porque você é um merda"  (Deputado Sergio Zveiter, então no PMDB-RJ, após ler seu relatório contra Temer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, e ser provocado pelo colega Darcísio Perondi, do PMDB/RS)

"Ninguém fez tanto pelo país como eu nos últimos 20 anos"  (Temer em discurso demonstrando preocupante afastamento do mundo real)

O que eles disseram

Sai 2017, chega 2018, a resistência continua  Pode se dizer também, que, em 2017, o estado policialesco implementado pelos artífices da operação Lava Jato perdeu força popular e caminha para a "desMOROlização", muito mais em função dos excessos cometidos pelos papa-luzes da república de Curitiba, do que qualquer ação pensada ou desenvolvida pela quadrilha que se instalou no Planalto.

Por um novo pacto nacional  or experiência na luta aposto que dificilmente o modelo que favorece o setor rentista em detrimento do setor produtivo prevalecerá por muito tempo. Ele já foi tentado antes, mas não prosperou devido à forte resistência de industriais e trabalhadores que, por razões diferentes, saem penalizados.

2018: o ano decisivo para o Brasil e América Latina  O que esperar de 2018 após um ano repleto de reviravoltas no cenário político de toda América Latina? Aliás, só no Brasil, foi morte mal explicada de Teori Zavascki, relator da Lava Jato, ainda em janeiro; entrada de Alexandre de Moraes, aliado de Temer, para a então vaga no STF logo em fevereiro.

Ao proibir o MST e o povo de acampar, juiz foi covarde  Sempre, em toda a história e em todos os povos, quando os ares de pressão popular ameaçaram ventar forte soprando as brasas da democracia através do levante popular, os opressores e canalhas tentaram usar de mecanismos para impedir as massas de se aproximar e de quebrar os elos das correntes da mentira e da injustiça.

Waack demitido e a Globo em pé de guerra  Apesar das aparências de civilidade, há boatos de que a demissão foi traumática e de que o clima no império global não é dos melhores. (...) O clima de tensão não se restringe à redação da GloboNews. Ele afeta todo o império global. Na semana retrasada, o Grupo Globo anunciou uma mudança inusitada. Pela primeira vez na história, a presidência da megacorporação não será ocupada por um dos herdeiros da familia Marinho.

Moro e a justiça de Cádi pela manipulação da mídia  O que é mais extravagante, no caso do juiz Moro, é que ele assume publicamente como estratégia de combate à corrupção a mobilização da mídia contra os suspeitos. Nesse caso, o cidadão, culpado ou inocente, fica sem defesa frente ao juiz, aos procuradores, à mídia e a própria opinião pública, contando exclusivamente com o advogado - o qual, no caso de Lula, teve também sua privacidade violada. Esse sistema tem as mesmas características de uma ditadura. Obviamente, diante do barulho que faz a imprensa, terá sempre apoio da opinião pública, na medida da escalada de manipulação da imprensa.

Para grandes desafios, grandes gestos de amplitude e unidade  Em face dos grandes desafios, como os de agora, as forças consequentes da esquerda não podem nem devem perder-se em batalhas intestinas, no exercício de falsos hegemonismos, ou na fragmentação. É vã ilusão supor que a eleição de bancadas parlamentares isoladas e inorgânicas, dispersas, agindo em nome de interesses pessoais, regionais e de grupos, garantirá ao conjunto da esquerda força e capacidade de intervenção política no futuro imediato a 2018.

Furgões da Folha voltam a cruzar as ruas do Brasil  A Folha mergulhou tão fundo no golpe de Estado de 2016, um golpe que ela não quer chamar de golpe, assim como tentou chamar a ditadura de “ditabranda”, que agora não sabe como sair dele. Nem consegue enxergar mais nada à sua volta.

O MBL, os Globalistas e a Terra plana  Apontar as Organizações Globo como um símbolo de esquerda é um sintoma do delírio conservador do MBL. A bem da verdade, o grupo dos irmãos Marinho é a perfeita antítese do comunismo e da esquerda: uma megacorporação capitalista.

Os carrascos de Lula em Porto Alegre Já não estamos na idade média, mas a forma de aplicação de pena a condenados, e, diga-se de passagem, sem apresentação de qualquer prova que o incrimine, os carrascos da atualidade já não vestem capuzes para esconder a sua identidade. Agora usam capas pretas e são juízes, promotores e procurados que fazem a tarefa de carrascos.

Lula x Poder Judiciário – um janeiro/2018 nada óbvio  Lula pode ser absolvido, numa reviravolta daquelas que entram para história como o gol marcado aos 48 do segundo tempo. Fala-se, no Direito, que sentença judicial e pata de cavalo, qual ganha e qual perde no Jockey, ninguém sabe o que saíra. Por isto mesmo, profissionais do Direito sabem que qualquer prognóstico antes do dia 24 é pura futurologia. Já as ‘obviedades’ analíticas com olhar blasé do tipo Merval Pereira são, igualmente, futurologia.

Janeiro de 2018: o Brasil tem um encontro marcado com a história  Cercado e em desespero o golpe resolveu subir as apostas, marcou para o dia 24 de janeiro de 2018 um confronto em que pretende subjugar a democracia, a verdade e a maioria da população. Enganam-se profundamente, os brasileiros já sabem que tem um compromisso marcado com a história. As informações que vem de todo o país dão conta de que legiões acorrerão a Porto Alegre no dia 24.

2018: derrotar os governos dos ricos e reacender a esperança  O ano de 2017 entra para a história como o que registrou o mais terrível ataque já feito até contra os direitos da classe trabalhadora no Brasil. Isto só foi possível com o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB), o mesmo que se livrou duas vezes na Câmara de ser investigado por denúncias de corrupção. Em 2018, devemos intensificar a resistência para travar as agendas retrógradas.

Brasil: do fingimento institucional à inutilidade estatal E se começamos com perguntas, por que não encerrar com inquirições? Será que um justo homem (ou mulher) junto a esses espaços de fingimento institucional não se envergonha de pertencer ao Grande Teatro, ao circo dos horrores de uma república patética?

A contribuição das PMEs da União Europeia na economia de baixo carbono no Brasil  A União Europeia concluiu em 2017 uma inédita série de 9 missões de negócios entre Pequenas e Médias Empresas do Brasil e de seus 28 Estados-membros, orientadas a promover o intercâmbio comercial e a geração de parcerias em setores de baixo carbono da economia. No total, mais de 400 empresas foram beneficiadas pelo projeto Low Carbon Business Action in Brazil e 640 Acordos de Cooperação e Parceria foram firmados.

Brasil: uma aurora ansiada  O ano que se finda não foi legal! Principalmente para aqueles que ainda sonham: com um trabalho digno e respeitado; com a casa própria; com o respeito das instituições que lhes assistem (Justiça, Políticos, Segurança Pública, Educação, Saúde, Assistência Social, etc); com a sua livre circulação diferente... A ansiada "nova aurora" 2018 não passará de mais um "crepúsculo" inaugurado no ano de 1500, uma alegoria do inferno. 

Lula atrai (P)MDB via Requião  A informação de que os diretórios regionais do PMDB do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul se preparam para apoiar Lula, no dia 24, em Porto Alegre, no julgamento, controvertido, contestado, internacionalmente, do triplex do Guarujá, armação de Moro, para inviabilizar candidatura dele à presidência da República, em 2018, mostra que o ex-presidente implode o PMDB/MDB.

A reação dos Governadores do NE contra imposição de Marun e carão em Temer provam que o Brasil resiste  Como de sorte tem se registrado nos últimos anos no Brasil, vem do Nordeste a reação institucional de todos os governadores se insurgindo de forma contundente contra as ações politicas de intimidação do Secretário Geral da Presidência da República, Carlos Marun, condicionando operações constitucionais de crédito com Bancos Federais à aprovação da Reforma Previdenciária. 

As grandes frases de 2017  Apoiado em seu cajado, 2017 ruma trôpego e combalido para sua última morada. É hora de garimpar as tiradas que podem sobreviver ao ano em estado terminal. 

Canetada partidária dos juízes do TRF-4 causará revolta no Brasil  O roteiro da Justiça mais injusta do mundo ocidental, além de ser a mais seletiva, politizada e doutrinada, vergonhosamente, pelo sistema midiático privado, à frente o Grupo Globo, está pronto e, pelo andar da carruagem, à espera da canetada do trio de juízes políticos do TRF-4, que julgarão o Lula no dia 24 de janeiro.

Meirelles faz dos Estados uma boiada rumo ao matadouro  São muitos os culpados por essa situação [dos Estados], inclusive a depressão econômica.No plano imediato, porém, há dois deles, verdadeiros açougueiros dos cidadãos brasileiros: Michel Temer, porque é basicamente um ignorante que não consegue avaliar a extensão dessa crise, e Henrique Meirelles, que faz questão de fomentar a crise a fim de facilitar os objetivos neoliberais de destruição do Estado, de privatização e de facilitação de transformação dos espaços públicos em espaços abertos à rapina do setor privado, como a água da Cedae.

O dia em que o governo americano drogou seu povo  O documentário “Freeway Crack in The System”, de Marc Levin, disponível na Netflix, ajuda nesta reflexão sobre a questão das drogas. O filme aborda a geopolítica das drogas através dos relatos de Freeway Rick Ross, lendário traficante das décadas de 80 e 90, que, antes de cumprir 20 anos de prisão em regime fechado, dominou o controle da distribuição de cocaína e crack em quase todos os EUA, a partir das comunidades afro-americanas dos arredores de Los Angeles.

Farra de isenções tira R$ 9 bi da União, estados e municípios

Os beneficiados são os próprios políticos e empresas que financiaram suas campanhas?

Um erro na articulação política do governo fará União, Estados e municípios perderem R$ 9,3 bilhões em tributos em 2018.

Em novembro, deputados e senadores derrubaram um veto presidencial na lei que validou incentivos fiscais estaduais concedidos por meio do ICMS às empresas.

Na prática, o Congresso concedeu às empresas abatimento na cobrança de tributos federais sobre esses incentivos - um impacto na arrecadação que não estava previsto no orçamento.

DCM: está na hora do PSOL deixar a adolescência


Jornalista Joaquim de Carvalho, do Diário do Centro do Mundo (DCM), criticou o deputado Marcelo Freixo (PSOL), que afirmou em entrevista a desagregação das esquerdas nas eleições de 2018.

"A entrevista de Marcelo Freixo à repórter Anna Virginia Ballousier, da Folha de S. Paulo, é o retrato perfeito de que o PSOL ainda não alcançou a maturidade, continua o partido com um discurso ajustado aos interesses da elite predadora do Brasil", diz ele.

"Está na hora do PSOL deixar a adolescência".

Menos desocupados, mais desempregados. É o avanço do atraso

Os dados são do IBGE
"Os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística são sua expressão: no trimestre encerrado em novembro, 194 mil pessoas a menos têm a carteira de trabalho assinada, mas 411 mil deixaram de ser consideradas desocupadas. Têm, portanto, algum tipo de renda informal, no setor privado da economia", diz o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, ao analisar os dados da Pnad Contínua.

"O tal 'trabalho intermitente' criado pela reforma trabalhista é isso, a tentativa de formalização do “bico” como emprego: 200 reais ou 300 são melhores do que nada. São mesmo, não é ironia e quem já esteve no desespero sabe o quando isso alivia, por alguns dias, o sofrimento de ver a família em desespero", diz ele

"Truque de elite"... Ou seria "Feliz Ano Velho"?


O colunista Ricardo Cappelli critica o tom da entrevista do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) à Folha nesta sexta, onde o parlamentar afirmou que não é hora de unir as esquerdas.

"Eu bato um papo com minha companheira blogueira da Folha, tomo um espumante na casa de Paula Lavigne com Caetano e...Eureca!!!! Uma visão extraordinária brota apontando que o melhor para esquerda brasileira é sua divisão. Saio dali e corro para ungir um novo 'líder de massas'", escreve Cappelli, ironizando a fala de Freixo.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

O reajuste do Salário mínimo de Temer será o menor dos últimos anos

De R$ 937 sobe para 954. Aumento de apenas R$ 17 reais

O decreto confirmando o valor será confirmado em edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta sexta-feira (29); o salário mínimo será de R$ 954, R$ 11 menor do que o previsto inicialmente no orçamento de 2018, aprovado no Congresso no valor de R$ 965.

O salário-mínimo atual é de R$ 937 e o reajuste de 1,81% segue a previsão do Índice de Preços ao Consumidor (INPC)

Jarbas: sair algemado do Congresso é pouco para Jucá


As duras críticas do deputado Jarbas Vasconcelos, um dos fundadores do MDB, ao presidente da sigla, o senador Romero Jucá, foram destacadas pela colunista Tereza Crunivel.

Jarbas afirmou em artigo que “sair algemado do Congresso Nacional é pouco para quem tanto mal fez e faz ao pais", e que pretende "estar nas trincheiras" combatendo Jucá.

"Ele [Jarbas] se arrisca a ter o mesmo destino da senadora Katia Abreu, que foi expulsa do PMDB de Jucá por ter votado contra o golpe do impeachment, por ter defendido a presidente eleita Dilma Rousseff e por ter criticado duramente e votado contra a reforma trabalhista e outras políticas de Temer". 

"Já os muitos peemedebistas investigados por corrupção e outros crime, inclusive os que estão presos, como Henrique Alves e Geddel Vieira Lima, não tiveram seus casos sequer examinados pela tal comissão de ética do partido que expulsou Kátia", escreve a colunista.

Ministro do Supremo diz que poucos presos no Brasil têm tantas provas como há no caso Aécio

E por que o Supremo não age com rigor?
Num dos trechos de sua entrevista à BBC, o ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, lamentou a impunidade do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e apontou o excesso de provas contra o político mineiro: a gravação, o pedido de dinheiro, a entrega com a mala e até a ameaça de matar o primo.

O ministro Barroso disse também que, dos 650 mil detentos brasileiros, poucos estão presos com tantas provas como havia no caso Aécio.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Torquato: Temer vai tentar reeditar regras de indulto suspensas pelo STF


O Ministério da Justiça vai estudar, por orientação de Michel Temer, um mecanismo para recolocar a possibilidade de indulto para as pessoas que foram excluídas do decreto pela decisão liminar tomada pela presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, disse à Reuters o ministro Torquato Jardim.

"É uma decisão liminar, mas sabemos que uma ação como essa pode levar três a quatro anos para ser julgada", diz Torquato. Ouseja, o intuito é beneficiar os seus de qualquer jeito.