terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Fernando Morais: Se o governo tivesse um fiapo de autoridade, delegado da PF já estaria afastado


Jornalista Fernando Morais criticou a inação do governo de Michel Temer contra o delegado Igor Romário de Paula, da operação Lava Jato, que afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia ser preso em até 60 dias.

"Não se trata apenas da desfaçatez de um policial falastrão, mas de conduta criminosa", afirmou.

"Caso esse governo frouxo tivesse um mínimo, um fiapo de autoridade, o Postiço Michel Temer e seu ministro capinador de maconha teriam afastado o delegado Igor Machado de Paula imediatamente após as declarações".

Fernando Morais: Se o governo tivesse um fiapo de autoridade, delegado da PF já estaria afastado


Jornalista Fernando Morais criticou a inação do governo de Michel Temer contra o delegado Igor Romário de Paula, da operação Lava Jato, que afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia ser preso em até 60 dias.

"Não se trata apenas da desfaçatez de um policial falastrão, mas de conduta criminosa", afirmou.

"Caso esse governo frouxo tivesse um mínimo, um fiapo de autoridade, o Postiço Michel Temer e seu ministro capinador de maconha teriam afastado o delegado Igor Machado de Paula imediatamente após as declarações".

CNI, que apoiou o golpe, vvê indústria cair 12% em 2016


Depois de apoiar ativamente a derrubada da presidente Dilma Rousseff (PT), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) encerrou 2016 com resultados catastróficos, com quedas em todos os pontos da pesquisa "Indicadores Industriais".

O faturamento foi o indicador com a maior queda no ano passado. Ele retrocedeu 12,1% na comparação entre 2015 e 2016.

Os indicadores de produção também tiveram um forte recuo no ano, com uma queda de 7,6% nas horas trabalhadas e 7,5% no nível de emprego. A comparação é com 2015.

"Os dados do mercado de trabalho continuam negativos, isso é um indicador da capacidade de compra dos trabalhadores e mostra dificuldade da economia retomar seu crescimento", diz o gerente-executivo de política econômica, Flavio Castelo Branco.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Indústria brasileira vai fechar!

E tudo isso para o Lula não ser candidato em 2018!


Conversa Afiada, 30/01/2017


Quem é o pato do Moro? (Reprodução)

Saiu no PiG Cheiroso:

O nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) da indústria brasileira caiu 0,4 ponto percentual entre novembro e dezembro, com ajuste sazonal, chegando a 76%. O indicador era de 76,4% em novembro. Os números são da pesquisa “Indicadores Industriais”, divulgada nesta segunda-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Na comparação com dezembro de 2015, quando o uso da capacidade foi de 77,7%, na série com ajuste sazonal, o Nuci da indústria, portanto, caiu 1,7 ponto percentual. Sem ajuste, o índice de dezembro ficou em 73,9%.

(...)

Eike: quem corrompe os corruptos?

Moro deve consultar Daniel Dantas, o ínclito banqueiro
 
Conversa Afiada, 30/01/2017
 
A prisão de Eike Batista, o gato morto, imediatamente após o recesso do Judiciário, parece o capítulo "Lava Jato, o Retorno!"

O Conversa Afiada gostaria, modestamente, de sugerir, uma nova "força-tarefa" do Dr. Moro: pegar todos os corruptores de corruptos.

Aparentemente, Eike sempre Eike, como diz aquele colonista da Globo Overseas Investment BV, Eike Batista jamais exerceu um cargo público.
Portanto, ele não roubou o Erário.

Ele é da extensa categoria dos que corrompem o ladrão de dinheiro público, no caso o Serginho Cabral.

Serginho Cabral roubou muito - era um cleptomaníaco, desde sub-do-sub na política do Rio.

Porém, não roubou mais do que o conjunto da obra da Privataria Tucana, a maior roubalheira da História do Capitalismo brasileiro!

Portanto, Eike e Cabral devem ser medidos na régua da proporcionalidade.

Com o mesmo zelo cívico, e com a mesma régua, é preciso persuadir o cachalote, que se prepara para quebrar os bancos, de que é preciso começar a prender os corruptores de corrruptos - os Eikes da vida!

O ponto de partida deve ser a pioneira investigação sobre crimes do colarinho branco, realizada pelo inesquecivel dr. Paulo Lacerda: quem financiava o PC Farias?

No topo da lista - desde então - a Andrade Gutierrez!

Em seguida, a Votorantim, do saudoso dr. Antônio Ermírio de Moraes.

Daí, se puxaria o fio dessa meada de celebridades do capitalismo brasileiro: o empresário que jamais corrompeu um ladrão do Erário que jogue a primeira pedra!

Sempre com o republicano intuito de contribuir para a erradicaçao da corrupção, o ansioso blogueiro sugere ao Dr. Moro convocar o ínclito banqueiro Daniel Dantas para colaborar.

Como se sabe, Daniel Dantas dedicou boa parte de sua generosa carreira a estudar os crimes de colarinho branco.

Mais do que o Dr. Moro, ele analisou, em profundidade, os meandros, as sutilezas, os subterfúgios que o criminoso de colarinho branco usa para subornar agentes de função pública.

Como se fosse um amicus curiae, o imaculado banqueiro podia ser um instrumento da moralização dos costumes!

E ajudar a erradicar a corrupção.

Já que outra não é a missao do Moro (depois de impedir que o Lula seja candidato em 2018)!

PHA

Eleição no Congresso deve esperar abertura das delações da Odebrecht

 

"A eleição para as presidências e mesas das casas legislativas de parlamentares denunciados nas delações, além de profundamente vergonhoso e desmoralizante para o país, será fonte de grave instabilidade política". 
 
"A Câmara e o Senado não podem, por isso, realizar as eleições internas até que o conteúdo das delações seja revelado, e que seja conhecida a situação de cada um dos candidatos às presidências e mesas do Congresso". 
 
"Os deputados e senadores devem agir com sensatez política e responsabilidade pública, e suspender as eleições internas enquanto perdurar o sigilo dos depoimentos da Odebrecht", defende o colunista Jeferson Miola
 
Os favoritos para a Câmara e o Senado são Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE), ambos delatados.

PGR pedirá inquérito contra Aécio, o articulador do golpe

Principal articulador do golpe que arruinou a economia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) será alvo de um novo pedido de inquérito da procuradoria-geral da República.
 
O motivo, desta vez, é o superfaturamento na construção da Cidade Administrativa de Minas Gerais, que foi orçada em R$ 500 milhões e saiu por R$ 2,1 bilhões.
 
Na gravação em que defendeu o golpe para estancar a sangria da Lava Jato, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) ouviu de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, que Aécio seria o primeiro a ser comido.
 
Em nota, o PSDB mineiro disse se tratar de assunto requentado.
 
De acordo com a Lava Jato, Aécio teria recebido propinas da Odebrecht, da Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez.

Lava Jato sabotou o país, diz doutor em Economia

Em entrevista ao Jornal da Cultura, o economista Antonio Corrêa de Lacerda, doutor pela Unicamp e coordenador do Programa de Estudos Pós-graduados em Economia Política da PUC-SP, fez duras críticas ao modo como a operação Lava Jato no "combate à corrupção".

“O que nós estamos assistindo no Brasil é a destruição de ativos importantes de empresas brasileiras, que têm papel relevante, não apenas para os acionistas, mas para o País, pelo que ela gera de impostos, de empregos, de renda para o País”, afirmou.

"Todos nós queremos um país mais limpo, mas isso não pode ser feito à custa da destruição da economia".

Golpe devolve 4,3 milhões de famílias às classes D e E


As classes D e E ganharam 4,3 milhões de famílias nos últimos dois anos e voltaram a representar 56,5% do total de domicílios do país, bem acima dos 51,4% registrados em 2014, a menor proporção de mobilidade social que começou em 2003.
 
O levantamento é da Tendências Consultoria com base na Pnad e em dados da Receita Federal.
 
Segundo a Tendências, o ciclo de mobilidade social foi interrompido em 2015 e 2016, justamente os anos em que a aliança Aécio Neves (PSDB) - Eduardo Cunha (PMDB) implodiram a governabilidade de Dilma Rousseff até a ascensão de Michel Temer, que provocou a maior depressão econômica da história do País.
 
Nesses dois anos, a classe C perdeu 670 mil integrantes, a B, 1,2 milhão - o saldo mais negativo em termos absolutos - e a A, 475 mil, retração de 17,7% sobre 2014, a maior em termos percentuais.

Comissão de Ética investiga 80% dos ministros de Temer

Que mesmo delatados continuam em seus cargos. No tempo de Dilma não podia. A lei mudou ou o Supremo foi um aliado do golpe? 
 
A Comissão de Ética Pública da Presidência retomou suas atividades nesta segunda-feira, 30. Durante este ano de 2017, o órgão colegiado analisará processos que envolvem 20 dos 25 ministros do governo de Michel Temer.

Dos 20 ministro investigados, 17 são alvos de processo na Comissão de Ética é acusada de uso irregular de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Os ex-ministros Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Marcelo Calero (Cultura) também respondem a processo no colegiado, embora já tenham deixado o governo por outros motivos.

Apesar de a comissão não antecipar a pauta de suas reuniões, a tendência é que os conselheiros analisem nesta segunda-feira pedido do novo líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), para investigar o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o secretário nacional da Juventude, Francisco de Assis Filho.

Em outro processo, a Comissão de Ética apura denúncia do PT de que dez ministros de Temer ganharam seus cargos no primeiro escalão em contrapartida pelo fato de terem votado no Congresso Nacional a favor do impeachment de Dilma Rousseff.

Ministros alvos de processo


Veja quais ministros do governo Temer são alvos de processo na Comissão de Ética Pública da Presidência:

Eliseu Padilha (Casa Civil)
Alexandre de Moraes (Justiça)
Raul Jungmann (Defesa)
José Serra (Relações Exteriores)
Henrique Meirelles (Fazenda)
Maurício Quintella Lessa (Transportes)
Blairo Maggi (Agricultura)
Mendonça Filho (Educação)
Osmar Terra (Desenvolvimento Social e Agrário)
Ricardo Barros (Saúde)
Marcos Pereira (Desenvolvimento, Indústria e Comércio)
Fernando Coelho Filho (Minas e Energia)
Dyogo Oliveira (Planejamento)
Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações)
Sarney Filho (Meio Ambiente)
Leonardo Picciani (Esporte)
Marx Beltrão (Turismo)
Helder Barbalho (Integração Nacional)
Bruno de Araújo (Cidades)
Ronaldo Nogueira (Trabalho)