sábado, 5 de setembro de 2015

"Dilma continuará a governar até o final, até 2018", segundo Michel Temer


Diante da repercussão negativa causada com as declarações, Temer tentou consertar o impasse ao conceder entrevista ao jornal norte-americano The Wall Street Journal. Na conversa, ele ressalta, desta vez, que Dilma vai encerrar o mandato em 2018. "Você pode escrever isso: eu tenho certeza absoluta que isso irá acontecer, que será útil para o País, que não haverá nenhum tipo de perturbação institucional", disse o vice-presidente por telefone. "Dilma continuará a governar "até o final, até 2018", comentou.

Apesar do mal-estar criado com sua declaração, Temer deve participar de reunião amanhã, no Palácio da Alvorada, onde a presidente pretende discutir com seus ministros alternativas para cobrir o déficit orçamentário. Embora acreditem que ele não faltará ao encontro, interlocutores de Dilma consideram que o clima, no mínimo, ficará "estranho".

As declarações do vice-presidente ocorreram em meio ao afastamento dele da articulação política do governo ocorrido após desavenças de Temer com o núcleo político mais próximo da presidente Dilma. Temer vinha reclamando que muitas negociações que fazia com a base eram desautorizadas ou não cumpridas pelo Palácio do Planalto. Além disso, não foi consultado sobre a reforma administrativa estudada pelo governo nem sobre o retorno da CPMF. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Frase do procurador da República Deltan Dallagnol, revela sua parcialidade

Procurador da República
Deltan Dallagnol
A acusação de que "A Lava Jato revela um governo para fins particulares, com um capitalismo de compadrio, em que o empresário e o agente público buscam benefícios para o próprio bolso”, feita pelo procurador da República Deltan Dallagnol, é mentirosa, politica e leviana. Primeiro porque este governo é o único na história da República que mandou investigar e não interfere nas ações das autoridades envolvidas. Segundo porque o número de acusados arrolados nem de longe chega perto do número de agentes governamentais e tampouco reflete a vontade do governo. O procurador tem que medir suas palavras, antes de pronunciá-las. (Anézio Ribeiro, Sociólogo)

Suposta gráfica “fantasma” que Gilmar quer investigar prestou serviços para o PSDB

Os fatos comprovam que jamais se tratou de uma "empresa fantasma", e o ministro Gilmar Mendes parece ter apenas acreditado numa fofoca

Uma má apuração de um blog de jornalistas demitidos da revista Veja, acusando uma gráfica que prestou serviços à campanha de Dilma 2014 de ser “empresa fantasma”, serviu de base a um novo pedido de investigação contra a campanha.

(RBA – Helena Sthephanowitz)

O ministro Gilmar Mendes, integrante de Supremo Tribunal Federal (STF) e também do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já havia tido um pedido recusado pela Procuradoria-Geral da República por falta de consistência na acusação.

Depois da notícia, Mendes voltou a acionar o procurador-geral Rodrigo Janot para que reabrisse o caso.

A razão para o arquivamento anterior era simples: a VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior, no mesmo ano de 2014, prestou serviços também à campanha de José Serra (PSDB) e de Aécio Neves (PSDB). Em 2012 foi fornecedora de campanhas de vereadores do PSDB, PMDB e PSD. E antes ainda, em 2010 trabalhou para diversos candidatos e partidos.

Mendes deveria ter pedido a seus técnicos do Tribunal Superior Eleitoral uma simples consulta ao histórico da VTPB e suas relações com muitos dos partidos políticos do país. Essa consulta é disponível e fácil a qualquer internauta com mais de 8 anos de idade.

Segundo a “apuração” dos referidos blogueiros, ignorando as prestações de contas de 2010 e 2012, a empresa, aberta em 2008, teria atividade de “banca de jornais” até 25 de julho de 2014, quando alterou seu contrato social para incluir – clara e transparente – serviços gráficos em suas atividades.


Nas palavras dos influentes blogueiros, ao menos sobre a formação da opinião do ministro Gilmar Mendes: “No dia 14 de agosto de 2014, apenas 19 dias depois da alteração do objeto social, a VTPB emitiu a primeira nota para a campanha de Dilma Rousseff, no valor de 148 mil reais”.

Esquecerem de avisar ao ministro que cinco dias antes de emitir a primeira nota fiscal para a campanha de Dilma, a mesma gráfica emitiu uma nota de R$ 200 mil – no dia 7 de agosto de 2014 – para o Comitê Financeiro para Senador da República PSDB-SP, cujo candidato foi José Serra. Outras 39 notas foram emitidas para a campanha de Serra.

Outras seis notas foram emitidas em setembro e outubro de 2014 para o Comitê Financeiro Nacional para Presidente da República PSDB-BR, cujo candidato foi Aécio Neves.
Se houve ou não irregularidades no fato de a empresa não registrar explicitamente em suas atividades econômicas serviços gráficos antes de 2014 é algo que pode ser questionado no âmbito regulatório empresarial, mas não no âmbito eleitoral.

Antes dessa modificação no registro de atividades da empresa, a campanha de José Serra a prefeito de São Paulo em 2012 usou os serviços da gráfica. A VTPB emitiu 21 notas fiscais para o PSDB, sendo 20 delas para o Comitê Financeiro para Vereador PSDB-São Paulo, e uma para o Comitê Financeiro para prefeito PSDB-São Paulo.

Mas isso também os “jornalistas” esqueceram de contar ao ministro Gilmar Mendes.


Fonte: Br29, 03/09/2015

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Como a queda da bolsa chinesa afeta o resto do mundo

BBC, 25/08/2015

A queda nas ações chinesas pressionou as bolsas em todo o mundo, que registraram fortes baixas na segunda-feira. Mas por que isso é tão importante?
O que está por trás da queda na China?

O crescimento econômico da China está desacelerando e há temores sobre as consequências da transição para um ritmo mais lento e sustentável.

Além disso, houve um boom no mercado acionário chinês, que viu o principal índice em Xangai mais do que dobrar entre junho de 2014 e o mesmo mês deste ano.

Isto se deve, em parte, à compra de ações com dinheiro emprestado. Assim, quando o mercado começou a cair, muitos investidores decidiram - ou foram obrigados a - se desfazer de investimentos para pagar suas dívidas. Isso ampliou a queda inicial.

Muitas vezes há um fator específico que pressiona para baixo as ações em determinados dias. Mas dessa vez se tratou de um fator esperado que não aconteceu. O Banco Central Chinês não tomou medidas para estimular o crédito bancário, o que foi uma decepção para investidores - que apostavam em maiores incentivos.

Como não houve estímulo novo, as ações caíram, e bruscamente.
O que isso significa para o resto do mundo?

A China é agora uma força tão grande na economia global que um desaquecimento brusco inevitavelmente afetaria o resto do mundo. É a segunda maior economia e o segundo maior importador de mercadorias e serviços comerciais.

Mas o impacto financeiro direto da queda dos preços das ações na China é moderado. Não há investimento estrangeiro suficiente no mercado chinês para que isso se torne um grande problema. A consultoria Capital Economics, de Londres, diz que estrangeiros possuem apenas 2% das ações.

A questão maior é se esse movimento expõe a desaceleração econômica da China, uma preocupação que foi reforçada pela desvalorização da moeda local, o yuan, no início deste mês.

E o Brasil?

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que exporta, majoritariamente, commodities. Entre os principais produtos vendidos pelo Brasil estão soja e minério de ferro.

Em 2014, o comércio entre os dois países caiu para US$ 78 bilhões, ante os US$ 83 bilhões do ano anterior. Neste ano, as exportações brasileiras registraram queda de 19% entre janeiro e julho na comparação com o mesmo período de 2014.

O menor apetite chinês por matérias primas e o preço mais baixo das commodities são fatores que contribuíram para desaceleração da economia brasileira.

A queda no ritmo do crescimento chinês tem afetado também outros países da América Latina, como Venezuela e Chile, que vendem petróleo e cobre, respectivamente, ao país asiático.

A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) sinalizou que a região crescerá cerca de 0,5% neste ano e citou a queda dos preços das matérias primas devido à desaceleração chinesa como uma das principais causas.

As moedas de países emergentes também têm sido pressionadas pelas notícias vindas da China. Na segunda-feira, em meio à tensão nos mercados, o dólar atingiu o maior valor em mais de 12 anos ante o real.
Não são apenas as bolsas

Os preços de muitas commodities foram afetados, especialmente o do petróleo.

O preço do petróleo Brent caiu cerca de um terço desde meados de junho - quando começou a queda do mercado de ações chinês.

A China é grande compradora de commodities industriais e a possibilidade de o país reduzir o consumo de materiais também pressionou os preços do cobre e alumínio, por exemplo.

O ouro subiu nas últimas semanas, embora seu preço ainda esteja menor do que no início da queda da bolsa chinesa em junho. A commodity é vista por muitos como um investimento seguro, proteção contra inflação e instabilidade financeira.

Janot denuncia presidente da CCJ da Câmara e senador do PP por corrupção

De Brasília04/09/201518h34

Procurador Rodrigo Janot, deputado Arthur Lira (PP/AL) e o senador Benedito Lira (PP/AL) Foto do Brasil 247

A PGR (Procuradoria Geral da República) ofereceu denúncia ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta sexta-feira (4) de três parlamentares investigados na operação Lava Jato. A Procuradoria encontrou indícios que comprovam o envolvimento dos deputados Arthur Lira (PP-AL) e Aníbal Gomes (PMDB-CE), e do senador Benedito Lira (PP-AL) no esquema responsável por desviar recursos da Petrobras.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ofereceu denúncia contra Arthur e Benedito pela prática de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Já Aníbal Gomes é acusado de ter falsificado informações na prestação de contas das eleições de 2014. Os três são alvos de inquéritos abertos em março no Supremo Tribunal Federal (STF). Gomes é investigado no mesmo processo do qual é alvo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), contudo, as investigações do presidente do Senado foram prorrogadas nesta sexta-feira por mais 60 dias, por decisão do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Tribunal.

No início da semana, a Polícia Federal havia encaminhado um relatório que apontava indícios da prática de crimes envolvendo Arthur e Benedito, que são filho e pai, e investigados nos mesmos inquéritos. O deputado é presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, onde passam todos os projetos que tramitam na Casa.

Embora a PF tenha encaminhado ao Supremo um pedido de afastamento dos dois políticos do mandato de parlamentar, tal solicitação não consta na denúncia. A PF acredita que os dois parlamentares possam estar usando o cargo para se livrarem das investigações e, por isso, pediu que deixem o mandato. Os dois políticos são acusados de receber vantagens ilícitas de obras realizadas pela Petrobras por meio de doações oficiais e de pagamento de dívidas eleitorais e tiveram seus nomes citados pelos delatores do esquema.

Os parlamentares foram citados por três delatores da Lava Jato: o doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC. De acordo com Youssef, Arthur Lira teve uma dívida de R$ 200 mil paga pelo esquema. A denúncia ainda permanece em sigilo por conter trechos da delação de Ricardo Pessoa, que ainda permanece sob sigilo no Supremo.

Já Aníbal Gomes foi denunciado por ter falsificado documentos e informações referentes a sua prestação de contas à Justiça Eleitoral. Embora o parlamentar tenha indicado que doou de seu próprio bolso R$ 207,4 mil para sua campanha, ao prestar depoimento a investigadores da Lava Jato, ele disse que, deste montante, R$ 100 mil eram provenientes de doações feitas por "amigos e parentes". A Procuradoria apresentou a acusação com base nos artigos 350 e 353, previstos no Código Eleitoral.

Para que os três parlamentares se tornem réus e passem a responder a uma ação penal no STF é preciso ainda que sejam realizadas oitivas das testemunhas e das partes envolvidas e ainda que o pedido seja analisado e aceito pelos ministros da Segunda Turma da Corte. O Supremo deverá analisar ainda outras denúncias já oferecidas pela PGR. Entre os investigados na Lava Jato, já foram denunciados: o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o senador e ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) e a ex-deputada federal e prefeita de Rio Bonito Solange de Almeida (PMDB-RJ). Além desses, foram denunciados o ex-ministro de Collor Pedro Paulo Leoni, além de dois assessores do senador Cleverton Melo da Costa e Fernando Antônio da Silva Tiago; e Luis Pereira Duarte de Amorim, da TV Gazeta de AL, que também é ligado a Collor.

Procurado, o advogado de Arthur Lira, Pierpaolo Bottini, disse que a denúncia apresenta "dados equivocados e tal equívoco será demonstrado ao STF por meio de documentos". Além disso, a defesa esclarece que a campanha do deputado foi realizada "com recursos lícitos e isso está demonstrado na própria investigação".

A defesa dos demais denunciados não respondeu imediatamente à solicitação da reportagem.

Fonte: Uol, 04/09/2015

OAB vai ao Supremo por fim imediato de doação privada


Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, junto com a CNBB, pediu nesta sexta-feira, 04/09, para que o ministro Luiz Fux, do STF, conceda uma liminar para proibir as doações de empresas a campanhas eleitorais já a partir da disputa municipal de 2016.

A autora de uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) sobre o tema no Supremo, relatada por Fux e cujo julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, a OAB entende que, como a maioria dos ministros já votou pela inconstitucionalidade do financiamento empresarial, a decisão já pode entrar em vigor, ao menos provisoriamente. "A maioria já se formou no Plenário, então não se trata mais de uma tese do autor. Já é uma decisão tomada pela maioria", comenta Marcus Vinícius Coêlho, presidente da OAB.

Hora da serenidade

Há poucos dias, quando o governo Dilma, de certo modo, conseguiu baixar o fogo do impeachment e a situação parecia caminhar para o controle, alguns gestos de irresponsabilidade administrativa e política, criaram constrangimentos e complicadores, diante do já conturbado quadro de governabilidade.

Anézio Ribeiro
Com um amadorismo sem par, o governo pensou e recriou a proposta da CPMF, o famoso imposto do cheque. Ora, se "a maré não está para peixe" tenho que chamar todos a responsabilidade, questionar, propor, oportunizando a maior participação possivel. Mas o governo fez diferente, não convidou o vice, não chamou todos os líderes e como se fosse senhor da situação, enfiou de goela abaixo do Congresso, a proposta de orçamento com déficit. O governo deu discurso aos revoltados sem base. Parece que o governo não tem a maturidade suficiente para entender que está pisando em ovos, que tem contra si os canais de rádio e televisão e uma grande parte da sociedade que, despolitizada, credita a crise econômica a corrupção na máquina pública federal de responsabilidade do Poder Executivo, esquecendo que essa doença endêmica está presente no Brasil inteiro e supõe-se em todos os poderes e em todas as instâncias.

O governo não tem uma base aliada consolidada e os seus dois principais partidos de sustentação, vivem, talvez, seus piores momentos. O PT, que nasceu para dar representatividade política aos trabalhadores, de repente, tem que votar em propostas que desagradam os trabalhadores por conta do ajuste fiscal. O PMDB, uma frente de partidos, que sempre foi governo em todos os mandatos, quando o barco quer afundar, para não perder a boquinha, já dá sinais, de que está pronto para integrar uma nova aliança ou, quem sabe, seguir carreira solo.

Hoje, o PT tem que entender que "vão-se os anéis mas ficam os dedos", ou seja, tem que dividir a responsabilidade pela condução do País, diminuir e dividir mais o bolo, mesmo que as fatias sejam menores, tem que ter uma comunicação mais atuante e produtiva, ser duro sem perder a ternura e navegar com cuidado até a turbulência passar. 

A oposição aposta no quanto pior, melhor e apesar de saber que muitos países estão atravessando a mesma crise econômica que o Brasil, aposta na ignorância política de muita gente e no apoio exacerbado da mídia golpista, para crescer diante da crise. 

A meu ver, o PT não pode ser responsabilizado pela crise econômica. Ela é sistêmica, já afetou está afetando vários países. Já a crise política, foi criada e alimentada por Aécio Neves, um candidato derrotado que procura um jeito para se tornar presidente agora, porque depois ele não terá outra chance. A propolada corrupção é fato, é inegável mas qualquer pessoa ajuizada sabe que ela é histórica. Por outro lado, embora muita gente não perceba, mas é o governo do PT que tem atacado fortemente esse câncer chamado corrupção.

Não somos ingênuos e sabemos que em todos os partidos tem gente séria e gente que não perde uma oportunidade para desvirtuar o processo. Assim, as pessoas sérias, de todos os partidos, estão sendo desafiadas a se unir em favor do nosso País para superarmos juntos esse quadro preocupante.

Sensatez e serenidade, são qualidades importantes dos colaboradores da democracia. Neste momento, o enfrentamento traz prejuízos para toda a sociedade brasileira e pode fazer com que a liberdade que conquistamos a duras penas se perca no horizonte do reacionarismo.















Vice-presidente pisa na bola

PLANALTO E PMDB REPROVAM DECLARAÇÃO DE TEMER

A fala do vice-presidente Michel Temer, de que será difícil a presidente Dilma Rousseff resistir até o fim do mandato caso se mantenha com baixa popularidade, foi considerada "desastrosa" pelo Palácio do Planalto e por setores do PMDB.

Para muitos, a fala fortalece a tese de que Temer conspira para derrubar a presidente. Interlocutores do PMDB no Congresso consideram que Temer caiu numa armadilha ao participar de um evento organizado por movimento que defende o impeachment da petista, o "Acorda, Brasil". Nos bastidores, aliados do vice reconheceram que sua declaração foi "infeliz", mas "não conspiradora".

Medidas de Haddad diminuiu acidentes e melhorou o trânsito de São Paulo


Não foram só os acidentes com e sem vítimas que caíram em São Paulo desde que o prefeito Fernando Haddad reduziu a velocidade máxima das marginas. A velocidade média dos veículos também aumentou, fruto da queda no número de acidentes; "O que os números divulgados mostram é que, após seis semanas do início da redução da velocidade, os acidentes com vítimas caíram 27%, acidentes com mortes diminuíram 50% e o que é mais surpreendente, a lentidão caiu 22% no pico da tarde e, na cidade como um todo, a lentidão no período vespertino caiu 19%", diz o colunista Reinaldo del Dotore.

"É claro, portanto, que quanto menos acidentes maior a fluidez", diz ele; "além disso, a redução da velocidade máxima, abstraída a questão dos acidentes, tende a aumentar a velocidade média, pois mais veículos podem ocupar a mesma área da avenida ao mesmo tempo".

Pergunta que não quer calar

Os prováveis candidatos a prefeito de Itaituba, Hilton Aguiar/SD, Eliene Nunes/PSD, Paulo Gilson/PP e Ivan D'Almeida/PSDB, são todos do lado do governador. Jatene estará em todos os palanques ou em nenhum deles?