segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Moro fez uma destruição a Jato

E o Brasil que era um país respeitado no mundo inteiro, quando governado pelo PT hoje, com outro governo, estamos vendo o país afundar e do ponto de vista das mudanças caminhar para o nível mais baixo possível

Conversa Afiada, 13/11/2016

Dr Moro, a IG Farben, do Zyclon B, hoje faz a aspirina para dor de cabeça...

O Conversa Afiada reproduz do Tijolaço notável vídeo sobre o poder destruidor do imparcial de Curitiba!

Responsável, também, pela destruição do Rio, do Pezão (http://bit.ly/2g7t60X), esse governador do PMDB!

O vídeo do Tijolaço "cita" histórica entrevista do ex-Ministro (a Dilma só acertou no fim...) da Justiça, Eugênio Aragão à TV Afiada (http://bit.ly/2fPbHaN), quando só falta perguntar ao Moro (que deve ter a erudição de um provincianoto, como diz o Mino): Dr Moro, imparcial da Curitiba, o senhor, por acaso, toma aspira Bayer?

Saiba que ela asfixiava os judeus trancados nas câmaras de gás!

PHA


Destruição a Jato. A tragédia do Brasil de Moro num vídeo espetacular

Por Fernando Brito, no Tijolaço (http://bit.ly/2g7zy85)

Reserve 23 minutos do seu dia. Chame o companheiro, a companheira, os filhos, os amigos que vêm almoçar.

Seu país e sua vida valem isso, a oportunidade de pensar, num vídeo fantástico, sobre o qual não posso nominar o roteiro, a edição e a direção – todos da melhor qualidade e técnica de documentário, embora feito com recursos amadores.

É um balanço cru e explícito do que o Brasil ganhou e perdeu com estes dois anos em que a Operação Lava jato passou a ser – à frente de tudo, da economia, do emprego, da vida humana – a reitora da existência dos brasileiros.
A história de como se serviram de ladrões para nos roubar muito mais que eles. Em dinheiro, em trabalho, em sonhos e em destino.
Já falei demais.
Veja, os fatos falam por si.

Vídeo: Moro fez uma destruição a jato

Funcionário xinga Chico Buarque em barbearia e perde cliente

Esse movimento nacional de criminalização do PT também é divisionista e excludente da democracia
Chico Buarque, um dos artistas nacionais mais respeitados

Rio 247 - Uma história contada na coluna de Ancelmo Gois, do Globo, conta que o funcionário de uma barbearia na Tijuca perdeu um cliente por falar mal de Chico Buarque, a quem chamou de "comunista".

Após ouvir que tocava Chico no rádio, o responsável pelo caixa perguntou: "Odeio comunista. Vocês se incomodam se eu tirar a música desse escroto?".

O cliente rebateu: "Você acaba de perder um cliente. Intolerância política já é ruim. Cultural é pior ainda!".

domingo, 13 de novembro de 2016

‘Será que a Odebrecht pagou o pau-de-arara para Lula vir de Garanhuns?’


"Perderam o senso de ridículo, de vez. Creio que o próximo passo será investigar se alguma empreiteira pagou o pau-de-arara para Lula vir de Garanhuns a São Paulo ou se pagaram umas 'geladas' pro Lula colocar naquele famoso isopor que carregou na praia…", escreve o jornalista Fernando Brito.

Dê adeus aos bráquetes: saiba mais sobre os alinhadores invisíveis

© Fornecido por Cartola Alinhadores são confeccionados em impressoras 3D.

Alinhar o sorriso, mas sem a necessidade de bráquetes e fios de aço. Essa é função dos alinhadores “invisíveis”, feitos em impressoras 3D. Além de serem transparentes, as capinhas que envolvem os dentes ainda podem ser retiradas durante a alimentação e a higiene. Marcelo Fonseca, (CRORJ 12334), fundador da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, explica que, por meio de pressão, essas capinhas vão condicionando os dentes a ficarem na posição desejada. 

Rodrigo Guedes, (CRORJ 29659) cirurgião dentista especialista em Ortodontia, esclarece que para confeccionar os alinhadores estéticos é necessário escanear a boca do paciente. “Dessa forma, o ortodontista terá informações computadorizadas e poderá realizar um plano de todo o tratamento, pois o software gera uma espécie de sequência de fotos”, afirma Guedes. 

Após ser realizado o escaneamento e o plano de tratamento, impressoras 3D farão a produção sob medida de cada aparelho que o paciente usará ao longo do tratamento, uma vez que cada etapa pede um alinhador específico, diferente do anterior. Os aparelhos são confeccionados em material flexível especial. “Essas capas se deformam momentaneamente ao se acoplar aos dentes e, devido a sua memória de forma e elasticidade, conseguem gradativamente movimentar os dentes, corrigindo-os um pouco mais a cada nova troca”, explica o especialista. Em média, os alinhadores serão trocados de duas em duas ou de três em três semanas, mas o tempo dependerá do tratamento necessário. 

Após colocar o alinhador, algumas pessoas podem perceber leve alteração ao falar, o que costuma melhorar em algumas horas. Para que tenham o efeito desejado dentro do tempo previsto, os alinhadores precisam ser usados 24 horas por dia, sendo removidos apenas no momento da alimentação e higienização. Para ingerir bebidas (a menos que seja água) também é necessário tirar o aparelho, pois os pigmentos podem causar mudanças na cor da placa, que perderá sua transparência.

Assim como nos aparelhos fixos, ao final da terapia também é indicada a utilização de aparelhos de contenção para estabilizar e conter os dentes na posição conseguida através do tratamento. De acordo com Fonseca, essa técnica evoluiu muito nos últimos anos, mas ainda tem limitações. Por isso, em casos mais complexos, não substitui o aparelho fixo. 

Algumas vantagens: 

Podem ser removidos para comer qualquer alimento, ao contrário do que ocorre na técnica com bráquetes. 

Apesar de não tratar, protegem os dentes da consequência de possíveis desgastes causados pelo bruxismo enquanto as placas estão sendo utilizadas, pois o paciente range as placas e não os dentes.

Possibilita a escovação e uso do fio dental de forma fácil e rápida quando comparados com a técnica tradicional.

Possibilita a remoção em caso de uma necessidade social como uma entrevista de emprego (é importante que o paciente saiba que não usar a placa implica em não evolução do bom andamento da correção e fazer isso rotineiramente resultará em um aumento de tempo de tratamento).

Msn, 13/11/2016

Em 6 meses, o Brasil ficou menor, imjusto, menos democrático e irrelevante


"Bastaram poucos meses para que o governo golpista dissesse a que veio: a desmontar o que de melhor havia sido feito neste século, no Brasil. O Estado brasileiro está sendo reduzido às suas proporções mínimas, deixando de garantir o patrimônio público, os direitos sociais, a soberania internacional", diz o colunista Emir Sader.

"Foram alguns dos piores meses da história do Brasil, pelo tamanho da agressão à democracia, pelos retrocessos sociais, pelo espetáculo imoral e sem pudor que ministros e parlamentares governistas dão diariamente. Tudo o que de melhor o Brasil havia conquistado neste século está sendo colocado em questão, condenando o país ao retorno ao mapa da fome e ao FMI, à triste condição de país mais desigual do continente mais desigual".

Folha é a prova de que não têm nada contra Lula


"A manchete da Falha é um primor de manipulação e mau-caratismo. A única informação que ela de fato nos dá é: eles continuaram procurando desesperadamente, mas ainda não encontraram nada para incriminar Lula", diz o cientista político Luis Felipe Miguel.

"Vamos esquecer que tudo é baseado naquelas interpretações sempre mutantes que polícia e mídia fazem de apelidos, códigos ou supostos códigos. Vamos ignorar que Lula seria o comandante-em-chefe de um esquema de corrupção que deu centenas de milhões de dólares aos seus operadores de terceiro escalão, mas se contentaria com pedalinhos e reformas de uns poucos milhares de reais. O ponto é que a "piscina de Lula" (no aplicativo de celular) ou "piscina para Lula" (na internet para desktop e na versão impressa) é, de fato, a piscina do Palácio da Alvorada. Isto é, tratou-se de obra em prédio público", afirma.

sábado, 12 de novembro de 2016

Alerta social: 666, o número do golpe



6 Meses de Golpe, 6 Faces do Mal, 6 Pacotes-Bomba: nesse período de ausência da democracia, medidas orquestradas têm sido tomadas pelo governo ilegítimo para a desestruturação do Estado brasileiro. São verdadeiros pacotes-bomba que estão destruindo os direitos conquistados;

180 dias depois, Temer divulga balanço dourado de uma catástrofe


Seis meses depois de assumir a presidência por meio de um golpe parlamentar, Michel Temer divulga seu primeiro balanço, sem mencionar seus 12 milhões de desempregados, a queda de 22% na venda de automóveis, o tombo de 6% no varejo, a economia que ele próprio diz que só irá se recuperar no segundo semestre de 2017 e o rombo de R$ 170 bilhões nas contas públicas.

"Conduzido à Presidência da República em 12 de maio de 2016, Michel Temer imprimiu, em seis meses de governo, uma gestão marcada pelo diálogo com o Congresso Nacional, pelo controle das contas públicas e da inflação e o reforço a programas sociais com foco na redução da desigualdade e na geração de emprego", diz o balanço oficial do Palácio do Planalto.

"Temos um presidente que, além de golpista, desmoraliza a juventude", diz estudante gaúcha


“Essa PEC afeta as crianças, os jovens, as futuras gerações que terão de contar com um serviço público ainda mais precário. Como uma reforma do Ensino Médio? O nome disso é sucateamento da educação pública. A crise educacional no Brasil não é uma crise, é um projeto. Como se isso não bastasse, temos um PL 867, que visa exterminar o pensamento crítico. Isso é inadmissível, intolerável, nós somos o futuro desse país”, disse a estudante Manuela Ribeiro, de 15 anos.

“Contamos ainda com um presidente que, além de golpista, desmoraliza a juventude e diz que ela nem sabe porque está lutando. Nós sabemos o porquê de estarmos aqui, ele que não sabe o que é voto".

É o fim do império?


"Sobre a crise síria, que já matou centenas de milhares de pessoas e exporta hordas de refugiados para a Europa, Trump afirmou que o papel dos Estados Unidos não deve ser o de armar rebeldes, nem combater o governo local ou confrontar a Rússia. 

O inimigo, disse ele, é o Exército Islâmico, que, com a política externa de Barack Obama e Hillary Clinton, vinha se fortalecendo", diz o jornalista Leonardo Attuch, editor do 247.

"Na prática, com esse tipo de discurso, os Estados Unidos desembarcam de sua posição imperial – que já não conseguiam sustentar economicamente – e chamam os demais países à responsabilidade de zelar pela paz mundial. 

Com isso, chega ao fim a era da hegemonia da 'hiperpotência americana' e abre-se uma nova etapa, de um mundo realmente multipolar".