quarta-feira, 8 de março de 2017

Virou suruba: Gilmar diz que Congresso pode eleger Temer se TSE cassá-lo

Ele perdeu uma boa oportunidade de ficar calado!

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Gilmar Mendes disse que Michel Temer pode ser eleito presidente indiretamente pelo Congresso Nacional se o TSE decidir cassá-lo.
 
Nos próximos dias, o ministro Herman Benjamin, do TSE, deve propor a cassação de Temer, diante das evidências de que ele pediu R$ 10 milhões pagos pelo departamento de propinas da Odebrecht.
 
No entanto, pela lógica de Gilmar, o Brasil pode não se livrar de Temer, mesmo com a condenação pelo TSE.
 
O golpe já fez com que os brasileiros ficassem 9,1% mais pobres e continua arruinando o País.

terça-feira, 7 de março de 2017

'Fui condenado por chamar uma corrupta de corrupta', diz ex-deputado

Edson Silva - 1º.out.2012/Folhapress

O ex-deputado Fernando Chiarelli (PT do B), em 2012, quando se preparava para um debate eleitoral

 Folha, 05/03/2017 02h00

"Fui condenado e preso por chamar uma pessoa corrupta de corrupta". O ex-deputado federal Fernando Chiarelli é um homem que tem raiva. Muita raiva.

No dia 2 de agosto do ano passado, momentos antes de ter sua candidatura a prefeito de Ribeirão Preto (SP) oficializada pelo PT do B, Chiarelli foi detido por três agentes da Polícia Federal.

O motivo da prisão era e é incomum, ainda mais em tempos de Lava Jato. O ex-deputado havia sido condenado a um ano e oito meses de detenção pela Justiça Eleitoral (semiaberto) porque, quatro anos antes, chamara a então prefeita da cidade, Dárcy Vera (PSD) de "desonesta", entre outros termos nada lisonjeiros ("ave de mau agouro", "criatura maldita" etc).

Chiarelli foi, então, levado para a penitenciária de Tremembé e lá ficou por 45 dias, até obter um habeas corpus. "Foi constrangedor", diz o ex-parlamentar, que perdeu o direito de concorrer na eleição.

Quase três meses depois, veio a redenção. Chiarelli preparava-se para fazer uma caminhada quando a televisão noticiou a prisão de Dárcy numa operação da PF intitulada "Mamãe Noel".

De acordo com o Ministério Público, a hoje ex-prefeita participou de um esquema de fraudes em contratos da ordem de R$ 203 milhões.

"A investigação indica que [Dárcy] era a chefe, tinha proeminência, atuava na organização dessas fraudes, desses crimes", afirmou, à época, o procurador-geral de Justiça, Gianpaolo Smanio.

Dárcy permaneceu 11 dias na cadeia e, desde então, vive reclusa em sua casa. Seus bens estão bloqueados.

"Eu era chamado de aloprado, de insano. Mas já sabia. Fui levado para a cadeia, como se fosse um bandido, enquanto ela seguia saqueando", diz o ex-deputado.

Procurada pela Folha, a ex-prefeita não atendeu aos pedidos de entrevista. A advogada Maria Cláudia de Seixas, que a representa, disse que Dárcy vai provar sua inocência e que ela nega enfaticamente ter recebido propina ou participado de um conluio para desviar verbas.

Para a advogada, não dá para relacionar o caso do ex-deputado com a situação da ex-prefeita. "Uma coisa não se confunde com a outra."

SEM TRAVAS NA LÍNGUA

Chiarelli é um político que foge ao figurino tradicional. Nacionalista "como o personagem de Lima Barreto" [de "Triste Fim de Policarpo Quaresma", 1915], ele não tem trava alguma na língua.

Em 1995, foi cassado pela Câmara de Ribeirão após ser acusado de chamar um colega de "aleijado". Dárcy Vera entrou no seu lugar.

Catorze anos depois, suplente de deputado federal, assumiu a vaga após a morte de um parlamentar e, num discurso, declarou que o "Judiciário é o poder mais corrupto que existe".

Na tribuna também, "João sem Medo", como se autodenominava, afirmou que um ministro merecia cadeia – Wagner Rossi, que posteriormente deixou o cargo para se defender de acusações de irregularidades–, chamou os líderes partidários de "líderes de quadrilha" e disse que a Câmara dos Deputados "funcionava à base da extorsão". Dilma Rousseff, recém eleita para o primeiro mandato, era, nas palavras do orador, "a abobada que acaba de ser eleita presidenta".

No processo em que o juiz Luís Augusto Freire Teotônio o condenou por calúnia, difamação e injúria por ofensas à ex-prefeita de Ribeirão, há outro episódio inusitado.

Segundo o relato do magistrado na sentença condenatória, Chiarelli chegou a desafiar um juiz para um duelo após a concessão de um direito de resposta à sua adversária no programa eleitoral.

"Não se tratava de um duelo físico, como Davi e Golias", diz o ex-deputado. "Eu estava apenas desafiando o juiz a provar que o que eu falei não era verdade", explica. Chiarelli havia dito num debate na TV que "Carminha", como costumava chamar a então prefeita, em referência à vilã da novela "Avenida Brasil", da Globo, havia batido numa empregada doméstica.

"Você colocou o rosto dela no vaso sanitário", afirmou. Algo, aliás, que ele não tem como atestar que ocorreu. "Não houve agressão", contesta a advogada de Dárcy.

Professor de inglês e tradutor, Chiarelli, 55 anos, diz que nasceu pobre e que ainda mora na mesma casa construída pelo seu pai.

Ao falar sobre a temporada que passou na penitenciária, ele se diz muito indignado. "Se tivesse cometido um homicídio. Se tivesse roubado ou cometido peculato. Mas preso por calúnia?"

O ex-deputado corre o risco de voltar para a cadeia. No final do ano, foi novamente condenado (sete meses de detenção em semiaberto) em um outro processo por difamação, pelo mesmo juiz, contra a mesma ex-prefeita.

Decisão do Supremo fecha a lavanderia eleitoral

Uol/Josias de Souza 07/03/2017


Responsável pelos processos da Lava Jato, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal transformou em réu o senador Valdir Raupp (PMDB-RO). Fez isso ao acatar denúncia na qual a Procuradoria-Geral da República acusa Raupp de receber da construtora Queiroz Galvão propina de R$ 500 mil camuflada de doação eleitoral com registro no TSE. A decisão acomoda uma corda no pescoço de todos os políticos que tentam escapar de processos do petrolão alegando que doação eleitoral oficial não pode ser tachada de propina.

Raupp terá agora a oportunidade de se defender em ação penal que correrá no Supremo enquanto ele tiver mandato de senador. De acordo com a Procuradoria, ele recebeu da Queiroz Galvão, na campanha de 2010, dinheiro desviado de contratos firmados com a Petrobras. Raupp alegara que se tratava de doação legal. O relator da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin, considerou que há indícios do cometimento de dois crimes: corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Decano da Suprema Corte, o ministro Celso de Mello despejou água fria nas expectativas dos investigados da Lava Jato que sonhavam em transformar o Tribunal Superior eleitoral em lavanderia de verbas sujas. “A prestação de contas pode constituir meio instrumental do crime de lavagem de dinheiro se os recursos financeiros doados, mesmo oficialmente, a candidatos e partidos, tiverem origem criminosa resultante da prática de outro ilícito penal, como crimes contra a administração pública”, disse o ministro.

Celso de Mello prosseguiu: “Configurado esse contexto, que traduz uma engenhosa estratégia de lavagem de dinheiro, a prestação de contas atuará como dissimulação do caráter delituoso das quantias doadas. Os agentes da conduta criminosa objetivaram, por intermédio da Justiça Eleitoral, conferir aparência de legitimidade a doações manchadas em sua origem pela nota da delituosidade.”

Houve uma divisão entre os cinco ministros da Segunda Turma. Além de Celso de Mello, apenas Ricardo Lewandowski acompanhou integralmente o voto do relator Fachin. Outros dois ministros, Gilmar Mendes e Dias Toffoli ratificaram a denúncia da Procuradoria apenas na parte em que Raupp é acusado de corrupção Passiva. Ambos rejeitaram a imputação de lavagem de dinheiro.

O ministro Gilmar Mendes, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral, soou como se estivesse incomodado em ter de criminalizar doações formais de campanha. Mas acabou votando a favor do recebimento da denúncia em relação ao crime de corrupção passiva imputado a Raupp. Com a maioria já formada, foi seguido por Toffoli, seu antecessor na presidência do TSE.

No escândado do petrolão, o PT foi o primeiro a abusar da inteligência alheia ao tentar qualificar propinas como doações eleitorais. Mas o próprio Michel Temer acabou enveredando pela mesma trilha. Em defesa apresentada no processo sobre a cassação da chapa encabeçada por Dilma Rousseff nas eleições de 2014, a defesa de Temer imitou o petismo.

“Doação recebida e declarada de pessoa jurídica com capacidade contributiva, independentemente do que diga um delator, não é caixa dois”, anotou a defesa de Temer. Seus advogados acabaram arrastando o PSDB, autor da ação que corre no TSE, para a mesma vala comum. “Até porque, como visto, o partido-autor foi agraciado com vultosas quantias das mesmas empresas, logo, não há mau uso da autoridade governamental pelos representados [Dilma e Temer].”

Essa argumentação consta de petição protocolada pelos advogados de Temer no TSE em fevereiro de 2016. O que a peça afirmou, com outras palavras, foi o seguinte: 1) se a doação financeira foi registrada na Justiça Eleitoral, não importa que o dinheiro tenha sido roubado dos cofres da Petrobras. 2) ao sorver verbas das mesmas fontes que irrigaram a campanha Dilma—Temer, o PSDB de Aécio Neves foi hipócrita ao enxergar lama na chapa adversária sem se dar conta de que sua campanha presidencial frequentou a mesma poça.

Hoje, Dilma é ex-presidente e Temer, seu substituto constitucional, tem no PSDB de Aécio seu principal aliado depois do PMDB. É contra esse pano de fundo que a turma do Supremo informou que propina não se confunde com doação eleitoral.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Moro manda advogado de Palocci fazer concurso para juiz

Está claro demais a parcialidade deste juiz, o que fere a ética profissional e macula a magistratura 

O juiz Sergio Moro discutiu numa audiência desta tarde, quando o advogado José Roberto Batochio, que defende o ex-ministro Antonio Palocci, o questionou sobre uma testemunha que não presenciou fatos que estavam sendo questionados.

Trata-se de Fernando Barbosa, testemunha da Odebrecht, que acusou Palocci de ser "o italiano" das planilhas de propina por ouvir dizer de outras pessoas da empresa; o advogado questionou: "Com o devido respeito, testemunha não pode achar nada, não opina. Não vou aceitar essa violência"; 

Moro rebateu: "Faça concurso para juiz e assuma então a condução da audiência, mas quem manda na audiência é o juiz".

Empreiteiro acusa Temer de pedir mais R$ 1 milhão no Jaburu na ação do TSE



Além de ter pedido R$ 10 milhões à Odebrecht no Palácio do Jaburu, numa doação que se deu de forma ilegal, por fora, Michel Temer também pediu R$ 1 milhão à Andrade Gutierrez.
 
A revelação foi feita pelo executivo Otávio Azevedo, em seu depoimento ao ministro Hermann Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, que deve propor a cassação de Temer.
 
Outro elemento grave é o fato de Azevedo ter sido levado ao Jaburu por ninguém menos que Eduardo Cunha, preso há quatro meses em Curitiba.
 
O esquema funcionava assim: empreiteiros iam ao Jaburu, sacramentavam as doações com Temer e depois Eliseu Padilha definia como eram feitos os pagamentos – muitas vezes por fora, como no envelope levado a Yunes.

Golpe faz Brasil ter maior crise desde 1929. Parabéns FHC, Aécio, Cunha e Temer

É isso que acontece quando os interesses de um grupo mal-intencionado se sobrepõe aos interesses de uma nação
 

O golpe contra a democracia, liderado pela aliança entre Aécio Neves, Eduardo Cunha, Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer, fez com que o Brasil tivesse a maior depressão econômica desde a quebra da bolsa de Nova York, em 1929.
 
Em 2016, a queda do PIB será de 3,6%, depois de um tombo de 3,8% em 2015.
 
Os números só não são piores do que os da depressão de 1930 e 1931, que foram consequência do crash norte-americano.
 
Em 2015, o PIB desabou com a aliança pelo "quanto pior, melhor", entre peemedebistas e tucanos, que visava criar as condições para o golpe.
 
Em 2016, o País afundou ainda mais com a incapacidade de Michel Temer de governar.
 
A autodestruição brasileira é um caso inédito no mundo, que já produziu 7 milhões de desempregados.

Só 4 de 50 políticos da 1ª lista de Janot viraram réus

E nenhum é do PSDB. Por quê?

Apesar da grande repercussão no meio político e na opinião pública, a primeira lista de investigados pela Procuradoria-Geral da República na Lava Jato, teve poucas consequências jurídica até agora.
 
Somente 4 dos 50 políticos citados —o equivalente a 8% do total— tornaram-se réus por por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e nenhum deles havia sido condenado até a última sexta-feira (3).
 
Dois anos depois, 40% das 27 investigações foram arquivadas no todo ou em parte ou juntadas a outra apuração e outros 17 casos seguem em aberto, sem conclusão.
 
Há grande expectativa nesta semana para a divulgação da segunda lista de Rodrigo Janot, que terá como base o depoimento dos 77 delatores da Odebrecht.

Planalto já antecipa onda de manifestações de rua contra Temer



Registrando recordes de impopularidade, Michel Temer já se preocupa com a reação das ruas à nova onda de denúncias de corrupção contra ele e seus aliados
 
A avaliação é de que a nova lista de Rodrigo Janot, que deve atingir a alta cúpula governista, bem parlamentares do PSDB e do PMDB, trará ainda mais desgaste e deve turbinar as manifestações de rua contra o Planalto, como a marcada para o próximo dia 26 nas principais capitais do País.
 
Em 2015, a primeira lista de Janot serviu como combustível para manifestações contra Dilma Rousseff; quantidade de protestos durante o Carnaval, quando o “Fora Temer” se espalhou por todo o Brasil, já serviram de termômetro para o tamanho da insatisfação popular que está por vir.

Concursos públicos têm 12,2 mil vagas no país com salários de até R$ 18 mil

Do UOL, 06/03/2017

Os concursos públicos oferecem 12.255 vagas em várias regiões do país. Existem oportunidades em diversos cargos, destinadas a candidatos de todos os níveis escolares. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 18.066,53, dependendo da função desejada.

Para ver a lista completa de concursos disponíveis nesta semana, com todas as opções, acesse o endereço http://zip.net/bkqyRC (link encurtado e seguro).
Principais concursos públicos

Ipiranga do Norte (MT) - Vagas: 16 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.102,67 a R$ 18.066,53 / Inscrição: até 8/3 / Mais informações:


Ilha Solteira (SP) - vagas: 58 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.138,14 até R$ 15.431,71 / Inscrição: até 15/3 / Mais informações: http://zip.net/bdtF7q

Defensoria Pública do Estado do Paraná - Vagas: 13 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 15.371,68 / Inscrição: até 7/3 / Mais informações: http://zip.net/bgtDDT

Bom Jardim da Serra (SC) - Vagas: 42 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 995,02 a R$ 13.845,33 / Inscrição: até 28/3 / Mais informações: http://zip.net/bdtF7r

Fazenda Rio Grande (PR) - Vagas: 16 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 1.028,37 a R$ 12.875,84 / Inscrição: até 22/3 / Mais informações: http://zip.net/bhtFxk

Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (SP) - Vagas: 110 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: R$ 1.427,74 a R$ 12.621,70 / Inscrição: até 12/3 / Mais informações: http://zip.net/bxtGf2

Boa Esperança (MG) - Vagas: 210 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 880 a R$ 11.880 / Inscrição: de 20/3 a 30/4 / Mais informações: http://zip.net/bxtCqX

Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) - Vagas: 423 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 7.951,13 a R$ 11.717,56 / Inscrição: até 30/3 / Mais informações: http://zip.net/bwtyxy

Agência Reguladora de Serviços Públicos de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) - Vagas: 161 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 2.777 a R$ 10.285 / Inscrição: até 15/3 / Mais informações: http://zip.net/bgty2D

Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) - Vagas: 80 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 2.997,02 a R$ 10.028,41 / Inscrição: até 10/4 / Mais informações: http://zip.net/bjtFzR

Primavera do Leste (MT) - vagas: 63 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 977,10 a R$ 9.712,81 / Inscrição: até 6/3 / Mais informações: http://zip.net/bgtFmm

Universidade Federal de Itajubá (MG) - Vagas: 3 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 9.570,41 / Inscrição: até 16/3 / Mais informações: http://zip.net/bbtFgy

Universidade Federal do ABC (SP) - Vagas: 40 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 9.114,67 / Inscrição: de 15/5 a 17/6 / Mais informações: http://zip.net/bwtCRb

Palmirópolis (GO) - Vagas: 26 / Escolaridade: níveis fundamental e superior / Salário: R$ 1.000 a R$ 9.000 / Inscrição: até 24/3 / Mais informações: http://zip.net/bgtFmN

Aeronáutica - Vagas: 55 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 7.082 a R$ 7.796 / Inscrição: até 21/3 / Mais informações: http://zip.net/bvtD46

Rio de Janeiro (RJ) - Vagas: 742 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 6.681,47 a R$ 7.707,44 / Inscrição: até 13/3 / Mais informações: http://zip.net/bjtFh2

Belo Horizonte (MG) - Vagas: 5 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 7.630,26 / Inscrição: de 13/3 a 12/4 / Mais informações: http://zip.net/bntv4L

Conselho Regional de Medicina Veterinária (SC) - Vagas: 9 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 1.570,48 a R$ 7.480,60 / Inscrição: até 7/4 / Mais informações: http://zip.net/bhtFxm

Marinha - Vagas: 30 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 6.673 / Inscrição: até 31/3 / Mais informações: http://zip.net/bstFDT

Conselho Regional de Biologia da 1ª Região (SP, MT, MS) - Vagas: 9 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 3.292,15 até R$ 6.625,21 / Inscrição: até 17/3 / Mais informações: http://zip.net/bltCPB

Penalva (MA) - Vagas: 235 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 6.000 / Inscrição: até 19/4 / Mais informações: http://zip.net/bhtFNY

Senador Modestino Gonçalves (MG) - Vagas: 19 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: R$ 880 a R$ 6.000 / Inscrição: até 23/3 / Mais informações: http://zip.net/bmtDyL

Fapesp (SP) - Vagas: 2 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 3.785,32 a R$ 5.751,49 / Inscrição: até 9/3 / Mais informações: http://zip.net/bvtD45

Ministério Público (RN) - Vagas: 32 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 4.472,71 a R$ 5.609,19 / Inscrição: de 13/3 a 11/4 / Mais informações: http://zip.net/brtFq0

Conselho Regional de Farmácia (MG) - Vagas: 3 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 1.551,07 a R$ 5.378,20 / Inscrição: até 23/3 / Mais informações: http://zip.net/bytDL5

Forças Armadas - Vagas: 2.254 / Escolaridade: níveis fundamental e médio / Salário: R$ 2.100 até R$ 5.300 / Inscrição: até 6/3 / Mais informações: http://zip.net/bxtFbT

Cotia (SP) - Vagas: 6 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 1.221,58 a R$ 5.000 / Inscrição: até 7/4 / Mais informações: http://zip.net/bmtFfV

Taboão da Serra (SP) - Vagas: 112 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 4.800 / Inscrição: até 10/3 / Mais informações: http://zip.net/bytFRy

Bragança Paulista (SP) - Vagas: 54 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 3.236,46 a R$ 4.596,46 / Inscrição: até 21/3 / Mais informações: http://zip.net/bntFpJ

Prado (BA) - Vagas: 221 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 4.207,38 / Inscrição: até 14/3 / Mais informações: http://zip.net/bytFRt

Polícia Militar de Minas Gerais (PM/MG) - vagas: 416 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 3.278,74 / Inscrição: até 29/3 / Mais informações: http://zip.net/bdtF7s
Marinha (CE, ES, PE, SC) - Vagas: 1.240 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 930 a R$ 2.500 / Inscrição: até 6/3 / Mais informações: http://zip.net/bmtCNP

Bombeiros (PE) - Vagas: 300 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 970,42 a R$ 2.319,88 / Inscrição: até 26/3 / Mais informações: http://zip.net/bktDnt

Marinha - Vagas: 1.300 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 854,00 a R$ 1.758,00 / Inscrição: até 30/3 / Mais informações:

Secretaria da Educação (BA) - vagas: 3.659 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 989,92 a R$ 1.407,14 / Inscrição: até 13/3 / Mais informações: http://zip.net/bwtDVk

Sirinhaém (PE) - Vagas: 291 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 / Inscrição: até 10/3 / Mais informações: http://zip.net/bwtDVj


Vagas para concursos públicos ficarão mais disputadas

Pare de arrumar desculpas para não estudar. "Assuma sua responsabilidade, arregace as mangas e comece a estudar hoje mesmo, sem desperdiçar parte do dia com pretextos"

Para salvar Michel Temer, TSE terá de se matar

Uol/Josias de Souza, 06/03/2017
Arma-se no Tribunal Superior Eleitoral uma grande encenação. Envolve o processo sobre a reeleição de Dilma Rousseff e Michel Temer. Suas páginas estão apinhadas de provas do uso de recursos ilícitos na campanha vitoriosa de 2014. As evidências tocam fogo na Presidência-tampão de Temer. Para ocultar as manobras que visam salvar o mandato do subsituto de Dilma, ninguém grita incêndio dentro do teatro. Mas a inclusão dos depoimentos de delatores da Odebrecht no processo mostra que, às vezes, torna-se inevitável gritar teatro dentro do incêndio.

Nesta segunda-feira, o ministro Herman Benjamin, relator do processo, interrogará mais dois ex-executivos da Odebrecht: Cláudio Melo Filho e Alexandrino de Salles Ramos de Alencar. Com isso, Benjamin fecha a série de cinco oitivas de colabores da empreiteira. Os depoimentos forneceram dados que complicam a vida da turma do deixa-disso. Agora, quem quiser se fingir de cego para livrar Temer da cassação terá de fechar os olhos para as propinas que ajudaram a reelegê-lo.

Ao julgar o processo, o TSE não decidirá somente contra ou a favor da interrupção do governo Temer ou da inelegibilidade de Dilma. Os ministros votarão para saber de que matéria-prima é feita a Justiça Eleitoral. Prevalecendo o conchavo, os colegas de Benjamin terão de fazer contorcionismo retórico para justificar um incômodo paradoxo: depois de transformar a auditoria nas contas da chapa Dilma—Temer num marco histórico, o TSE jogará o trabalho no lixo. Em nome da etabilidade da República, manterá a tradição de cassar apenas vereadores, prefeitos e governadores de Estados periféricos.

Inicialmente, tramava-se a separação das contas de Dilma e Temer, sob o pretexto de que apenas as arcas da campanha de madame receberam verbas sujas. Como os votos que o eleitorado deu para Dilma são os mesmos que fizeram de Temer seu substituto constitucional, aceitar a tese da segregação das contas poderia levar à desmoralização. Ficaria claro que, sob o exterior meio idiota de um magistrado disposto a engolir esse lero-lero, se esconde um débil mental completo.

Dentro e fora do TSE, os operadores de Temer agarraram-se a um novo lema: “Nunca deixe para amanhã o que você pode deixar hoje.” Trabalha-se agora para enviar o julgamento às calendas. Algo que talvez leve a plateia a se perguntar: para que serve a Justiça Eleitoral? Se o TSE chegar a esse ponto, como parece provável, potencializará a impressão de ter perdido a sua função.

Os partidários do resgate de Temer alegam que o TSE não pode ficar alheio à conjuntura política e econômica. O risco de mergulhar o país numa turbulência que ameaçaria a tímida recuperação da economia justificaria um olhar atenuatório sobre as culpas e as omissõers de Temer.

Recorda-se, de resto, que a cassação de Temer desaguaria numa eleição indireta para a escolha do seu substituto. Como prevê a Constituição, caberia ao Congresso, abarrotado de parlamentares enrolados no petrolão, apontar o nome do próximo presidente. Paradoxo supremo: para fugir da lama congressual, finge-se que a podridão da campanha não existiu.

Se a sensibilidade auditiva fosse transportada para o nariz, as pessoas, ao ouvir o burburinho por trás das portas de certos gabinetes brasilienses, sentiria um mau cheiro insuportável. É um odor típico dos processos de decomposição. Para salvar Michel Temer, o Tribunal Superior Eleitoral terá de se matar.