quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Puty é pré-candidato do PT ao governo do Estado

Diversas tendências do PT são contra a submissão do partido ao PMDB
Uma frente reunindo tendências do Partido dos Trabalhadores (PT) no Pará definiu ontem à noite, em reunião na sede da Associação Paraense das Pessoas com Deficiência (APPD), o nome do deputado federal Cláudio Puty como pré-candidato a governador do Estado, em oposição à proposta de coligação do partido com o PMDB nas eleições majoritárias deste ano. O nome de Cláudio Puty será protocolado no PT do Pará na semana que vem, como uma opção a ser debatida no Congresso estadual do partido, no final de março. Uma série de ações está sendo programada pela frente, para defender a candidatura própria junto aos militantes do partido em Belém e em municípios do interior do Estado. Durante a reunião, houve pronunciamentos enfatizando que a coligação com o PMDB acabou prejudicando muito o governo Ana Júlia.

A ex-deputada estadual Regina Barata destacou que cresce a adesão de integrantes do partido à proposta de candidatura própria. Ela assinalou que reunião anterior sobre o tema reuniu só 30 pessoas e ontem eram mais de 100. "É importante se observar que o que está em jogo nesse debate sobre a candidatura do partido para o governo do Estado nas próximas eleições não são as tendências, mas o futuro do partido; somos o patrimônio do PT e temos que ter posição bem clara sobre esse processo e avançar com o debate", afirmou Regina, antes de pedir ao deputado federal Cláudio Puty para dizer se se concorda ou não em ser pré-candidato próprio do partido. Em resposta, Puty agradeceu o convite e destacou que desde agosto do ano passado o seu nome está à disposição do PT como candidato próprio do partido ao governo do Estado. "Devemos nos preparar para os ataques que virão, mas eu reafirmo aqui a minha disposição de defender o nosso partido", afirmou.

"Precisamos resgatar a experiência vitoriosa do PT no governo do Estado, falar dos projetos sociais que foram desmontados pelo atual governo e mostrar que o PT tem condições de governar o Pará". Cláudio Puty destacou não ser contra a coligação do PT com o PMDB, "desde que o PMDB apoie a nossa candidatura". Ele disse que a candidatura própria no Estado não vai de encontro à proposta de reeleição de Dilma Rousseff e disse que em vários estados do País, PT e PMDB não estão juntos, como, por exemplo, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Fonte: O Liberal, 18/02/14

Mensalão tucano: Azeredo renuncia mandato

 
 Eduardo Azeredo: renúncia para evitar a “execração pública” IstoÉ
Réu no processo conhecido como mensalão mineiro, Eduardo Azeredo (PSDB-MG) afirmou na carta de encaminhada nesta quarta-feira à Câmara dos Deputados que renuncia ao mandato para evitar a “execração pública” e “pressões políticas”, além de se dedicar à defesa do processo do mensalão mineiro.

O texto foi lido no plenário da Casa pelo deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), formalizando a renúncia do tucano.

“Não vou me sujeitar à execração pública por ser um membro da Câmara dos Deputados e estar sujeito a pressões políticas. Esta sanha não quer que prevaleça a ponderação da Justiça, mas, sim, ver, pendurado e balançando no cadafalso, o corpo de alguém exemplado para satisfazer os mais baixos apetites em ano de eleição”, diz o texto.

“Sem o mandato público, aguardarei o meu julgamento, certo de que, na serenidade que deve presidir os veredictos, fique definitivamente comprovado que não tenho culpa pelas acusações que sofri”, afirma.

Na carta, o tucano diz ter virado “mero alvo político” e que vive uma “tragédia” com as acusações da Procuradoria Geral da República. O texto fala que Azeredo sofreu por uma “infeliz coincidência” de ter contratado a agência SMP&B, de Marcos Valério, posteriormente envolvida no mensalão.
 
Fonte: Jeso Carneiro, 19/02/14

10 palavras que muita gente pronuncia errado


O professor Reinaldo Passadori, CEO do Instituto Passadori, mostra alguns equívocos frequentes na pronúncia de palavras como subsídio, inexorável, entre outras
São Paulo - A nossa língua falada é responsável por nos deixar algumas vezes em situações constrangedoras. Isto se deve ao simples fato da sua complexidade não se ater somente às minuciosidades gramaticais, mas também às particularidades da língua falada.

Muito se vê sobre erros gramaticais, verdadeiros atentados à nossa brava língua portuguesa, mas pouco se fala dos disparates da língua falada.

O português proferido e admirado mundialmente é responsável por situações vexatórias e em alguns casos hilárias.

Questão - Para muitos “cuestão”. Se o ditongo ue estivesse acompanhado da extinta trema, justificaria a pronúncia!

Subsídio - Quando escutamos uma autoridade pronunciar com o som de Z “subzídio”, acredito que o zumbido provocado pela gafe é estarrecedor para muitas pessoas. Mas eu sou capaz de insistir que muitas ainda pronunciam de forma equivocada, ou seja, “subzídio” ao invés de “subcídio”. Recapitulando, subsídio é um substantivo masculino que entre os seus significados estão: apoio, recurso, reserva, reforço entre outros.

Exemplos:

Enviarei alguns subsídios para a sua tese.

Criou-se uma reserva de subsídio destinada aos menos favorecidos.

Inexorável: Implacável, inabalável, austero, reto, rígido. Estes são alguns dos significados atribuídos para esta palavra que é pronunciada também de forma errônea “ineczorável” enquanto a sua pronuncia correta é “inezorável”. Logo abaixo uma aplicação da palavra:
“(...) mas as dores da nossa vontade só chegarão ao santo alívio seguindo esta lei inexorável: a obediência absoluta à soberania incontestável do tempo (...)” (Raduan Nassar - Lavoura Arcaica)

Logo abaixo, acrescento mais alguns exemplos práticos. Espero que tenham gostado!


Incorreto                

Correto

Pertubar                     
Entertido
Ciclo vicioso    
Júniors           
Sêniors            
Aerosol            
Espinho de peixe
 Perturbar
 Entretido
 Círculo vicioso
 Juniores
 Seniores
 Aerossol
 Espinha de peixe

Reinaldo Passadori - Professor e CEO do Instituto Passadori, especialista em Desenvolvimento Humano e Comunicação Verbal. É autor dos livros: “Comunicação Essencial - Estratégias Eficazes para Encantar seus Ouvintes”, “As 7 Dimensões da Comunicação Verbal”; “Media Training - Comunicação Eficaz com a imprensa e a Sociedade" - (Editora Gente) e “Quem não Comunica não lidera” – (Editora Atlas).

"Indenização não repara a dor", diz contador que foi vítima de racismo

Kim Fortunato processa funcionária de banco e recebe R$ 6 mil por ter sido discriminado durante o atendimento no caixa. Apesar da reparação em dinheiro, vítima de 23 anos defende a prisão dos acusados de crimes de racismo e de injúria racial

Kim Fortunato, 23 anos, contador: "Todo e qualquer crime de racismo deveria ser inafiançável"
A sensação de impunidade vivida em crimes de racismo no Brasil, muitas vezes, permanece depois de a Justiça punir o culpado. Há dois meses, o contador Kim Fortunato, 23 anos, recebeu uma indenização de R$ 6 mil por ter sido discriminado pela funcionária de um banco no Plano Piloto. “Eu ganhei o dinheiro, mas a indignação de ver uma racista solta depois de julgar o meu caráter pela cor da minha pele não passa nunca”, afirma.

O episódio aconteceu há quatro meses. Ele foi a uma agência bancária acompanhado de um colega de cor branca a fim de depositar cerca de R$ 50 mil. O dinheiro era proveniente de um bazar que a ONG onde trabalha havia feito para arrecadar fundos. Ao chegar ao caixa, a servidora perguntou sobre o valor do depósito. Como o contador não sabia com exatidão, ela ficou desconfiada. “A funcionária queria saber a origem do dinheiro e como eu não sabia a quantia exata. Fez vários questionamentos. Chegou a perguntar se eu era retardado”, recorda.

Fonte: Correio Braziliense, 19/02/14

Prisão de opositor enfraquece Maduro

Para analistas, prisão de opositor enfraquece Maduro e fortalece rival 
 
Leopoldo López, líder da oposição, se entrega, ovacionado pela multidão. Adversário de Nicolás Maduro é acusado de terrorismo e homicídio
Vestido de branco, ele carregava a bandeira da Venezuela na mão direita e trazia uma flor branca na esquerda. Um soldado da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) usou a cabeça para forçá-lo a entrar na viatura blindada, enquanto outro o “abraçou” e o empurrou para dentro. Enfurecida e em êxtase, a multidão, reunida na Praça José Martí, em Chacaíto (região de Caracas), gritava: “Não se entregue! Não se entregue!”. O povo ergueu sua mulher, Lilian Tintori, para se despedir com um beijo. Ela lhe entregou um crucifixo. Às 12h24 (13h54 em Brasília), depois de fazer um discurso pelo qual foi ovacionado, Leopoldo López, líder do partido de oposição Voluntad Popular, passou a ser considerado preso político.

Cinco horas depois, estava diante de um juiz, em uma sala do Palácio da Justiça, acompanhado do presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello. Acusado de oito crimes, incluindo terrorismo e homicídio, o economista formado pela Universidade de Harvard passou a noite no Centro de Processados Militares de Ramo Verde, em Los Teques, a 32km de Caracas. López deve retornar ao tribunal ao meio-dia de hoje (13h30 em Brasília). As autoridades culpam-nos pelas três mortes nos protestos de 12 de fevereiro. O tiro disparado pelo governo de Nicolás Maduro pode ter atingido o pé do próprio presidente. Segundo analistas, a prisão vai potencializar apoio à oposição, fortalecer a imagem de López e desgastar a reputação do sucessor de Hugo Chávez. Marchas de solidariedade ao opositor ocorreram em várias cidades, entre elas Barquisimeto, Mérida e Valência, onde uma mulher foi baleada.

Antes de se entregar à GNB, López utilizou um megafone para falar aos simpatizantes, muitos dos quais usavam branco. “Eu tinha a opção de partir, mas não sairei nunca da Venezuela. Outra opção era ficar escondido na clandestinidade, e nada temos a esconder”, declarou. “Se minha prisão permitir à Venezuela despertar definitivamente, (…) ela valerá a pena”, acrescentou. Vereador em Caracas e coordenador político nacional adjunto do Voluntad Popular, Freddy Guevara estava ao lado de López. “Uma comitiva de delegados o acompanha. Nossa luta vai prosseguir. O povo venezuelano não vai retroceder”, afirmou ao Correio, por telefone. De acordo com ele, a batalha não se trata apenas de Leopoldo, mas de “um sistema decidido a acabar com pensamentos independentes, antidemocrático e ineficiente, que levou a Venezuela aos maiores índices de inflação e de pobreza da América Latina”.

Para José Vicente Carrasquero Aumaitre, cientista político da Universidad Simón Bolívar (Caracas), a rendição foi um “impactante ato de comunicação política”, que vai potencializar, de modo importante, a imagem do opositor. “Ao mesmo tempo, surtirá efeitos negativos na debilitada imagem de um governo incapaz de resolver problemas econômicos e sociais muito graves”, admitiu à reportagem. Ele classifica as acusações contra López de “aventura comunicacional”, voltada a desprestigiar o líder do Voluntad Popular. “Os resultados foram contraproducentes. Em vez de sair do país, López enfrentou a situação.”
 
Fonte: Correio Braziliense, 19/02/14

Obstrução na Câmara adia análise de veto às regras para novos municípios

Rejeição do veto ao projeto que cria regras para a criação de novos municípios gerou divisão até na base do governo, que enviou proposta alternativa ao Congresso
 
 
Análise de quatro vetos ficou prejudicada. Congresso Nacional voltará à análise em sessão marcada para 18 de março Foto: Moreira MarizO Congresso Nacional adiou a votação de quatro vetos presidenciais que ocorreria ontem. O deputado Andre Vargas (PT-PR), que presidia a sessão, encerrou os trabalhos devido à obstrução de todos os partidos na Câmara dos Deputados. A sessão do Congresso foi remarcada pelo deputado para o dia 18 de março.

A obstrução foi feita durante análise de requerimento do líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE), que pedia o encerramento da discussão sobre o veto ao projeto que trata da criação de novos municípios (PLS 98/2002 — Complementar). Com essa postura, os deputados não registram a presença no painel e não é possível votar sem que haja, pelo menos, 257 deputados na sessão.

De acordo com o deputado Moreira Mendes (PSD-RO), o Senado fez uma manobra para prejudicar a derrubada do veto ao PLS 98/2002. O texto, aprovado pelo Senado em outubro de 2013, foi integralmente vetado pela presidente no mês seguinte.

Respondendo a críticas de deputados, o líder do PSDB no Senado, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), afirmou que os senadores da oposição estavam presentes para votar e que o governo fez uma “manobra sórdida” para providenciar o esvaziamento da sessão.

Também seriam analisados ontem os vetos sobre o repasse de recursos públicos às universidades comunitárias, sobre a normatização da travessia de pedestres próximo às escolas e sobre a condução de veículos de emergência.

Jornal do Senado, 19/02/14

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Congresso adia discussão de veto a novas cidades

Sem acordo entre integrantes da base aliada e o Palácio do Planalto, a votação do veto da presidente Dilma à criação de novos municípios foi adiada na noite desta terça-feira, 18. Uma nova sessão deverá ocorrer apenas após uma nova convocação feita pelo presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

A proposta vetada pela petista foi aprovada pelo Congresso em outubro do ano passado e poderia possibilitar a criação de cerca de 180 novas cidades. Ao vetar a proposta, Dilma considerou, entretanto, que "o crescimento de despesas não será acompanhado por receitas equivalentes, o que deve impactar negativamente a sustentabilidade fiscal e a estabilidade macroeconômica".

O adiamento da votação do veto ocorreu após ser constatada a falta de um quórum mínimo de 41 senadores, conforme determina o regimento interno do Congresso. Segundo integrantes da base aliada no Senado ouvidos pela reportagem, o esvaziamento foi articulado nos bastidores momentos antes do início da votação no plenário.

Com a manobra, o "tema permanece vivo" e Palácio do Planalto terá que continuar a negociação com os principais partidos da base aliada que também aproveitaram o episódio para mandar o recado de que a governabilidade de Dilma depende de uma boa relação com os aliados. O clima entre o Palácio e parte da base aliada está abalado desde o inicio da reforma ministerial, que devido a falta de acordo permanece "congelada". Também estaria contaminando a relação com o Planalto o descontentamento de parte da base aliada com a cúpula do PT devido a falta de acordo nas alianças estaduais para a próxima disputa eleitoral.

A discussão sobre o veto da presidente Dilma foi acompanhada de perto ao longo do dia pelos integrantes do Executivo. O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, manteve contato por telefone com o líder do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM), que teve uma série de reuniões com integrantes da base aliada no Senado. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, também entrou em campo desde cedo fazendo corpo a corpo com os congressistas.

Fonte: Isto É Dinheiro, 18/02/14

Pato é apresentado para "fazer história" com camisa 11 são-paulina

 (Rubens Chiri / saopaulofc.net)

Passada uma semana de atividades no CT da Barra Funda, Alexandre Pato vestiu o uniforme de jogo do São Paulo pela primeira vez, no início da tarde desta terça-feira. O atacante recebeu a camisa 11 das mãos do vice-presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, e em seguida falou as primeiras palavras públicas como ex-corintiano.

Emprestado até o final de 2015, o jogador de 24 anos não pode atuar no Campeonato Paulista por ter excedido o limite de jogos permitido para defender outra equipe na competição estadual. Sua estreia, portanto, está programada inicialmente para 12 de março, dia em que a equipe treinada por Muricy Ramalho visita o CSA, em Maceió, pela partida inaugural da Copa do Brasil.

"Não vejo a hora de trabalhar, de mostrar meu valor em campo. Sei que tenho que esperar um pouco, mas cada treino é um jogo para mim. A cada dia que acordo, não vejo a hora de jogar. Vim aqui para fazer história e vou trabalhar muito duro", falou o reforço, que pintou como talento precoce no Internacional e chega a seu quarto clube com currículo já bastante vitorioso.

O primeiro título foi logo o Mundial de Clubes de 2006, pela equipe gaúcha. Mas, antes de retornar ao futebol brasileiro para vencer o Campeonato Paulista e a (segunda) Recopa Sul-americana, em 2013, ele ainda foi campeão italiano e da Supercopa da Itália, em 2011, defendendo o Milan. Enquanto ainda não dá o primeiro passo pelo São Paulo, ele se contenta em treinar e assistir aos jogos no Morumbi.

Líder da oposição venezuelana se entrega à Justiça

 (REUTERS/Carlos Garcia Rawlins )Caracas - Leopoldo López, líder do partido opositor Vontade Popular e procurado pela justiça venezuelana, que o acusa da morte de três pessoas durante protestos, se entregou nesta terça-feira (18/2) à Guarda Nacional Bolivariana em uma praça de Caracas.
 
López, foragido há uma semana, apareceu por volta do meio-dia na Praça Brión, no bairro opositor de Chacaito (leste). Após um breve discurso a seus partidários, ele se entregou aos agentes, que o escoltaram até um veículo da guarda.


 
 
Oposição reúne multidão na Venezuela 

"Apresento-me à justiça injusta, a uma justiça corrupta", declarou López, vestido de branco e com uma bandeira da Venezuela, sob os aplausos de milhares de partidários.

Após discursar a seus seguidores e pedir para que se retirassem da praça de forma pacífica, López dirigiu-se aos guardas nacionais com uma flor branca.

Já dentro do veículo da polícia, pediu para que os manifestantes ficassem calmos.

"Liberdade, liberdade!", gritavam os manifestantes.

"Se a minha prisão servir para despertar um povo, para despertar definitivamente a Venezuela e para que os venezuelanos e venezuelanas que querem mudanças construam um caminho de paz e democracia (...) valerá a pena", insistiu.

López, um jovem economista formado em Harvard e proibido pela justiça de exercer cargos públicos, afirmou que nunca deixará a Venezuela e pediu por uma "saída pacífica deste desastre", em um país que vive uma grave crise econômica, com uma inflação de 56,3% e uma severa falta de alimentos e produtos de primeira necessidade.

A justiça venezuelana emitiu uma ordem de prisão contra López, acusando-o de ser responsável pela morte de três manifestantes na quarta-feira passada durante confrontos entre opositores e a polícia.

Fonte: Correio Braziliense, 18/02/14

Projeto alternativo para a criação de municípios será apresentado pelo Governo

Senador Humberto Costa (PT-PE) fala sobre a apreciação do veto da presidente da República, Dilma Rousseff, ao projeto que autoriza a criação de novos municípios brasileiros e sobre o projeto alternativo que o Governo irá propor.


O projeto de lei elaborado pelo Palácio do Planalto e apresentado nesta terça-feira aos líderes da base aliada do governo sobre criação de novos municípios tem como um dos principais objetivos "enrijecer" os critérios para o surgimento de novas cidades aprovados pelos congressistas em outubro do ano passado.

O Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, teve acesso ao texto apresentado pelos integrantes do Palácio do Planalto aos líderes da base aliada. De acordo com técnicos envolvidos na discussão do tema no Congresso, a principal alteração está no artigo que trata das condições e pré-requisitos para a criação de um novo município.

O texto apresentado pelo governo diz que o Estudo de Viabilidade Municipal (EVM) deverá considerar população igual ou superior a 5 mil habitantes nas Regiões Norte e Centro-Oeste; 15 mil habitantes na Região Nordeste; 25 habitantes nas Regiões Sul e Sudeste. O projeto aprovado pelos parlamentares não estabelece números fixos mas percentuais, o que para alguns consultores do Congresso leva em conta a possibilidade de crescimento da população.

"Enrijece e a intenção é que a gente possa facilitar a criação de municípios na região aonde nós temos as maiores demandas, que é a região Norte e Centro-Oeste, e que nós possamos estabelecer critérios rigorosos onde já temos uma estabilidade e uma situação consolidada de municípios, como é a questão do Sul e Sudeste", afirmou o senador Eduardo Braga.

Ouça a entrevista: http://www.youtube.com/watch?v=qfZA1sFMe3k

Fonte: Agência Estado, 18/02/14