"Quem não evita as pequenas faltas, pouco a pouco cai nas grandes". T. Kempis
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Seja verdadeiro
"A tua única obrigação durante toda a tua existência é seres verdadeiro para contigo próprio". Richard Bach
Louca Sedução
Em corpo de mulher
A R D E N T E!
Quentes noites de verão
Lua entre estrelas a bailar
V I B R A N T E!
Por instante...
Constância no AMAR.
Percorrendo corpo a tatuar
Suas mãos...
Suave fêmea me sinto
Louca...
LOUCA SEDUÇÃO !
Perfume?
Excitante fragrância
Da conquista à consumação.
Apenas um momento
Que obriga à fadiga...
DESEJO LOUCO!
Do muito que se quer
Apenas dos instantes
Um pouco.
Inclino e persisto graciosa
Na sede eterna do beijo
Firme vagando, ausente
Em brancas colinas, me vejo.
A voz, lenta e triste
Corpo e pele em abrigo
CONSISTE ...
É solo...
é terra...
Alvas magias
Apenas...
Atos em fantasias.
A R D E N T E!
Quentes noites de verão
Lua entre estrelas a bailar
V I B R A N T E!
Por instante...
Constância no AMAR.
Percorrendo corpo a tatuar
Suas mãos...
Suave fêmea me sinto
Louca...
LOUCA SEDUÇÃO !
Perfume?
Excitante fragrância
Da conquista à consumação.
Apenas um momento
Que obriga à fadiga...
DESEJO LOUCO!
Do muito que se quer
Apenas dos instantes
Um pouco.
Inclino e persisto graciosa
Na sede eterna do beijo
Firme vagando, ausente
Em brancas colinas, me vejo.
A voz, lenta e triste
Corpo e pele em abrigo
CONSISTE ...
É solo...
é terra...
Alvas magias
Apenas...
Atos em fantasias.
MEC monta estratégia para frear a expansão de cursos de direito
Para conter o número excessivo de graduações, visitas técnicas e desempenho das instituições serão usados como critério de abertura de vagas. Entre 2002 e 2012, surgiram 558 novas faculdades. Estágio obrigatório é cogitado como solução
Estudante de direito na UnB, Victor Aguiar acredita que o estágio obrigatório não combate o número excessivo de cursos no país
A partir deste mês, o Ministério da Educação inicia uma série de visitas presenciais em todos os cursos de direito do país. As inspeções fazem parte de um pacote de medidas que a pasta, com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), vem articulando para frear a expansão sem qualidade. O projeto é resultado do alto índice de repetência de estudantes no Exame de Ordem Unificado da OAB, na maioria das vezes oriundos de um mesmo leque de instituições. Na época em que a parceria com a entidade foi firmada, o então ministro, Aloizio Mercadante, chegou a dizer que é inaceitável que existam instituições que não consigam aprovar um único aluno. O MEC quer ainda saber o destino profissional dos formados depois que eles deixam as faculdades.
O MEC estuda vincular a abertura de novos cursos a locais onde haja fóruns, ministérios públicos, promotorias, defensorias para dar suporte à atuação do profissional e ao estágio supervisionado, que terá exigência de qualidade, com fiscalização e controle. Seguindo a ideia, o Ministério da Justiça (MJ) também encaminhará à comissão responsável pela nova política regulatória uma sugestão. De acordo com o secretário de Reforma do Judiciário do MJ, Flávio Caetano, a intenção é desafogar a Justiça. Para isso, a pasta propõe que os estudantes de direito atuem em favor da população carente.
Segundo Victor Aguiar, 20 anos, aluno do sexto semestre de direito da Universidade de Brasília (UnB), é preciso rigor nas intervenções. Para ele, o estágio obrigatório não combate o número excessivo de cursos. “Essa é a raiz do problema. No caso da advocacia, por exemplo, o mercado não conseguiria absorver o excesso de oferta não fosse o próprio exame de Ordem, que atua como uma reserva de mercado. Direcionar o curso à comunidade é positivo, mas é uma iniciativa que tem de ser mais bem debatida”, comenta.
Na avaliação dele, a medida é válida para estudantes de instituições públicas, mas é questionável para alunos de faculdades privadas, “que além de pagar os impostos que são usados na educação pública, pagam seu próprio estudo”. Victor também acha necessário ter cuidado em tratar o exame da OAB como indicador fiel da qualidade dos cursos. “A advocacia é só uma parte do direito. Há diversas profissões que um bacharel pode exercer, sem necessariamente ter a OAB”, defende.
A partir deste mês, o Ministério da Educação inicia uma série de visitas presenciais em todos os cursos de direito do país. As inspeções fazem parte de um pacote de medidas que a pasta, com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), vem articulando para frear a expansão sem qualidade. O projeto é resultado do alto índice de repetência de estudantes no Exame de Ordem Unificado da OAB, na maioria das vezes oriundos de um mesmo leque de instituições. Na época em que a parceria com a entidade foi firmada, o então ministro, Aloizio Mercadante, chegou a dizer que é inaceitável que existam instituições que não consigam aprovar um único aluno. O MEC quer ainda saber o destino profissional dos formados depois que eles deixam as faculdades.
O MEC estuda vincular a abertura de novos cursos a locais onde haja fóruns, ministérios públicos, promotorias, defensorias para dar suporte à atuação do profissional e ao estágio supervisionado, que terá exigência de qualidade, com fiscalização e controle. Seguindo a ideia, o Ministério da Justiça (MJ) também encaminhará à comissão responsável pela nova política regulatória uma sugestão. De acordo com o secretário de Reforma do Judiciário do MJ, Flávio Caetano, a intenção é desafogar a Justiça. Para isso, a pasta propõe que os estudantes de direito atuem em favor da população carente.
Segundo Victor Aguiar, 20 anos, aluno do sexto semestre de direito da Universidade de Brasília (UnB), é preciso rigor nas intervenções. Para ele, o estágio obrigatório não combate o número excessivo de cursos. “Essa é a raiz do problema. No caso da advocacia, por exemplo, o mercado não conseguiria absorver o excesso de oferta não fosse o próprio exame de Ordem, que atua como uma reserva de mercado. Direcionar o curso à comunidade é positivo, mas é uma iniciativa que tem de ser mais bem debatida”, comenta.
Na avaliação dele, a medida é válida para estudantes de instituições públicas, mas é questionável para alunos de faculdades privadas, “que além de pagar os impostos que são usados na educação pública, pagam seu próprio estudo”. Victor também acha necessário ter cuidado em tratar o exame da OAB como indicador fiel da qualidade dos cursos. “A advocacia é só uma parte do direito. Há diversas profissões que um bacharel pode exercer, sem necessariamente ter a OAB”, defende.
Fonte: Correio Braziliense, 17/02/14
Ministro diz que cadastramento biométrico impedirá fraudes eleitorais
TSE alerta que ainda não dispõe de estrutura para evitar ocorrências como o crime de Pizzolato, que usou documentos do irmão para votar. Corte destaca o papel da biometria contra irregularidades. Sistema deve estar implementado em todo o país em 2018
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aurélio Mello
A inexistência de punições severas no país para o uso de títulos eleitorais por terceiros favorece a prática de crimes como o cometido pelo ex-diretor de Marketing do Brasil Henrique Pizzolato, que, nas eleições de 2008, votou em nome de um irmão que morreu há 36 anos. Foi o próprio condenado no julgamento do mensalão quem providenciou os documentos, passando-se por Celso Pizzolato, para fugir do Brasil em direção à Itália. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aurélio Mello, admite que a Justiça Eleitoral ainda não dispõe de mecanismos suficientes para evitar fraudes como a cometida por Pizzolato. Ele alerta, porém, que o cadastro biométrico, com a tecnologia desenvolvida pelo TSE, impedirá, dentro de alguns anos, a prática de crimes de falsa identidade.
De acordo com números do TSE, cerca de 22 milhões de eleitores serão identificados pelas impressões digitais nas eleições de 2014. Após a atual etapa de cadastro biométrico, 15% do eleitorado geral do país terá de usar o equipamento de verificação da identidade no momento do voto, no pleito de outubro. Sergipe e Alagoas são os estados que têm a quase totalidade de eleitores cobertos pela biometria. Ao fim de 2014, a expectativa é de que o mesmo ocorra em relação ao Distrito Federal e ao Amapá — quem não fizer o recadastramento ficará impedido de ir às urnas.
Os dados e as digitais de um universo de 22 milhões de eleitores identificados biometricamente estarão ao alcance da Justiça Eleitoral nas eleições deste ano, o que evitará fraudes com essa parcela de 15% dos eleitores. No entanto, na maioria dos estados, haverá o risco de uma pessoa se passar pela outra. De acordo com o ministro Marco Aurélio, a expectativa é de que o processo de biometria, iniciado em 2008, atinja 100% dos eleitores do país nas eleições 2018. “A solução para evitar crimes como este (do Pizzolato) é prosseguirmos com a biometria”, frisou o ministro.
A inexistência de punições severas no país para o uso de títulos eleitorais por terceiros favorece a prática de crimes como o cometido pelo ex-diretor de Marketing do Brasil Henrique Pizzolato, que, nas eleições de 2008, votou em nome de um irmão que morreu há 36 anos. Foi o próprio condenado no julgamento do mensalão quem providenciou os documentos, passando-se por Celso Pizzolato, para fugir do Brasil em direção à Itália. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aurélio Mello, admite que a Justiça Eleitoral ainda não dispõe de mecanismos suficientes para evitar fraudes como a cometida por Pizzolato. Ele alerta, porém, que o cadastro biométrico, com a tecnologia desenvolvida pelo TSE, impedirá, dentro de alguns anos, a prática de crimes de falsa identidade.
De acordo com números do TSE, cerca de 22 milhões de eleitores serão identificados pelas impressões digitais nas eleições de 2014. Após a atual etapa de cadastro biométrico, 15% do eleitorado geral do país terá de usar o equipamento de verificação da identidade no momento do voto, no pleito de outubro. Sergipe e Alagoas são os estados que têm a quase totalidade de eleitores cobertos pela biometria. Ao fim de 2014, a expectativa é de que o mesmo ocorra em relação ao Distrito Federal e ao Amapá — quem não fizer o recadastramento ficará impedido de ir às urnas.
Os dados e as digitais de um universo de 22 milhões de eleitores identificados biometricamente estarão ao alcance da Justiça Eleitoral nas eleições deste ano, o que evitará fraudes com essa parcela de 15% dos eleitores. No entanto, na maioria dos estados, haverá o risco de uma pessoa se passar pela outra. De acordo com o ministro Marco Aurélio, a expectativa é de que o processo de biometria, iniciado em 2008, atinja 100% dos eleitores do país nas eleições 2018. “A solução para evitar crimes como este (do Pizzolato) é prosseguirmos com a biometria”, frisou o ministro.
Fonte: Correio Braziliense, 17/02/14
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Saiba como lidar com as diferenças do seu companheiro
Os opostos se atraem, mas que seja eterno enquanto dure
As diferenças do outro podem ser encantadoras e apaixonantes à primeira vista, mas para um relacionamento de longo prazo elas tendem a se tornar um empecilho. Se ninguém é igual a ninguém, como lidar com a diferença?
Pieternel Dijkstra, professor da universidade holandesa de Groningen, uma das participantes do levantamento, diagnosticou esse pensamento desconexo como fruto do romantismo, da vontade de viver 'aquela grande história do amor'. Segundo ele, ao serem perguntadas sobre suas preferências amorosas, as pessoas são possuídas por uma postura romântica e tendem a dizer que querem alguém diferente, que as desafie; e não alguém parecido, o que 'poderia tornar a relação chata'. “Muitas vezes, elas só vão perceber mais tarde qual é seu verdadeiro desejo em relação a um parceiro”, disse Dijkstra.
Para além da visão romântica, existe alguma situação em que os opostos realmente se atraem? Segundo Tatiana Mourão, psiquiatra e professora do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG, o contraste com outro pode, sim, ser suficiente para despertar uma paixão. “Na verdade, do ponto de vista da neurociência e do mapeamento de imagens cerebrais, não há nada muito bem definido em relação a essa questão. Existem sim, teorias vinculadas à psicoterapia e ao comportamento humano. E essas análises dizem que os opostos podem se atrair, mas depende da finalidade. Os opostos se atraem para quê?”, pontua.

Se não há nada em comum, é muito difícil manter o vínculo em longo prazo, diz Tatiana Mourão, professora do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG
Para além da visão romântica, existe alguma situação em que os opostos realmente se atraem? Segundo Tatiana Mourão, psiquiatra e professora do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG, o contraste com outro pode, sim, ser suficiente para despertar uma paixão. “Na verdade, do ponto de vista da neurociência e do mapeamento de imagens cerebrais, não há nada muito bem definido em relação a essa questão. Existem sim, teorias vinculadas à psicoterapia e ao comportamento humano. E essas análises dizem que os opostos podem se atrair, mas depende da finalidade. Os opostos se atraem para quê?”, pontua.
Se não há nada em comum, é muito difícil manter o vínculo em longo prazo, diz Tatiana Mourão, professora do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG
Se for para uma relação a curto prazo, é possível que a receita funcione. “Uma pessoa muito diferente do que estamos acostumados pode trazer, junto com suas características físicas, um encantamento, uma fascinação. Mas a paixão dura, em média, um ano; e em geral cada um segue seu caminho depois”, aponta a professora. É muito difícil que um relacionamento se desenvolva e se torne uma ligação mais forte e duradoura – amor – sem que haja algumas coisas em comum. “Pode ser um interesse por música ou por futebol, a mesma profissão, a mesma visão em relação à família ou à religião, por exemplo. Por outro lado, se não há nada em comum, é muito difícil manter o vínculo em longo prazo, seja para um casal heterossexual ou homossexual. Não estamos dizendo que as pessoas precisam, para ter um bom relacionamento, ser idênticas. Muito longe disso. Mas há necessidade de compartilhar”, acrescenta a especialista.
Tema inesgotável
A psiquiatra cita que há muitos estudos, na linha da psicologia evolutiva, que relacionam comportamentos observados em alguma espécies animais ao comportamento humano (saiba mais abaixo). Apesar de muito criticados e bombardeados por discursos de parte das ciências humanas e sociais, essas teorias são capazes de, pelo menos, intrigar os estudiosos, dada as semelhanças entre vida selvagem e humanos; entre nossos antepassados e o homo sapiens. “O interesse de muitos homens por mulheres mais jovens, por exemplo, poderia ser explicado por uma vontade inerente de garantir a prole. Entretanto, à luz da psicanálise e das mudanças recentes na sociedade, esses pontos nem sempre se sustentam”, diz Tatiana. “A atração e o desejo não se esgotam em livros científicos. Pelo contrário: são explorados na arte, no cinema, na literatura, sem que haja uma palavra final ou que se possa explicar definitivamente porque uma pessoa se sentiu atraída por alguém que viu apenas uma vez”, completa a psiquiatra.
Algumas teorias apontam razões biológicas para a atração; outras, fatores comportamentais. De um jeito ou de outro, fenômeno não foi esclarecido definitivamente. Na foto, o ex-jogador da NBA Shaquille O'Neal (2m16 de altura) e sua companheira, Nicole 'Hoopz' Alexander (1m58)
Tema inesgotável
A psiquiatra cita que há muitos estudos, na linha da psicologia evolutiva, que relacionam comportamentos observados em alguma espécies animais ao comportamento humano (saiba mais abaixo). Apesar de muito criticados e bombardeados por discursos de parte das ciências humanas e sociais, essas teorias são capazes de, pelo menos, intrigar os estudiosos, dada as semelhanças entre vida selvagem e humanos; entre nossos antepassados e o homo sapiens. “O interesse de muitos homens por mulheres mais jovens, por exemplo, poderia ser explicado por uma vontade inerente de garantir a prole. Entretanto, à luz da psicanálise e das mudanças recentes na sociedade, esses pontos nem sempre se sustentam”, diz Tatiana. “A atração e o desejo não se esgotam em livros científicos. Pelo contrário: são explorados na arte, no cinema, na literatura, sem que haja uma palavra final ou que se possa explicar definitivamente porque uma pessoa se sentiu atraída por alguém que viu apenas uma vez”, completa a psiquiatra.
Basta um jeito de olhar, muitas vezes. Algo que se repete. Pode ser uma característica que se repete nos vários 'amores' que aquela pessoa vai ter ao longo da vida; e nem ela mesmo entende o porquê. “Pode ser um pequeno detalhe, que vai formando um quebra-cabeça e configura a atração. Mas, passada essa lua-de-mel, quando a relação vira um namoro ou casamento, pode ser que surja uma 'areia' na engrenagem: a diferença. As pessoas sempre são diferentes, ningém é igual a ninguém. Mas temos que saber qual o nível de discrepância que é suportável. Como saber? Pelo sofrimento que essa diferença causa”, ensina Tatiana Mourão.
A psiquiatra explica que nem irmãos gêmeos, detentores do mesmo DNA, são pessoas iguais. “Eles podem ter, além do temperamento, até alturas diferentes, conforme os fatores ambientais. Temos que conviver com as diferenças, sempre, porque o outro sempre nos será um continente desconhecido. E a ilusão - que quase todos nós temos - de que a pessoa vai mudar, é mesmo ilusão. Fundamentalmente, não vai mudar. Pode haver, no máximo, uma maquiagem”, decreta a professora da UFMG.
Se há diferenças contornáveis e outras incontornáveis, é preciso saber identificar a medida em que um dos lados – ou os dois – começa a sofrer demais.
Sim ou não?
Portanto, os opostos podem se atrair. Não é uma regra, mas podem. Mas mesmo os opostos precisam de um fio condutor para prolongar a caminhada do casal. “Cabe a cada um aprender a ter tolerância e conviver com as diferenças. Por outro lado, se a diferença for incontornável, é preciso ter coragem de romper o ciclo. Algumas pessoas se intimidam pelos sentimentos de luto e depressão após o fim do relacionamento, mas eles podem ser superados. Não é todo mundo que vai ficar deprimido após uma separação”, completa Tatiana Mourão.

Na exposição 'Sexual Nature', o Museu de História Natural de Londres trouxe pesquisadores para debaterem as relações humanas. Muitas teorias atribuem nossa escolha de parceiros à determinação biológica
A psiquiatra explica que nem irmãos gêmeos, detentores do mesmo DNA, são pessoas iguais. “Eles podem ter, além do temperamento, até alturas diferentes, conforme os fatores ambientais. Temos que conviver com as diferenças, sempre, porque o outro sempre nos será um continente desconhecido. E a ilusão - que quase todos nós temos - de que a pessoa vai mudar, é mesmo ilusão. Fundamentalmente, não vai mudar. Pode haver, no máximo, uma maquiagem”, decreta a professora da UFMG.
Se há diferenças contornáveis e outras incontornáveis, é preciso saber identificar a medida em que um dos lados – ou os dois – começa a sofrer demais.
Sim ou não?
Portanto, os opostos podem se atrair. Não é uma regra, mas podem. Mas mesmo os opostos precisam de um fio condutor para prolongar a caminhada do casal. “Cabe a cada um aprender a ter tolerância e conviver com as diferenças. Por outro lado, se a diferença for incontornável, é preciso ter coragem de romper o ciclo. Algumas pessoas se intimidam pelos sentimentos de luto e depressão após o fim do relacionamento, mas eles podem ser superados. Não é todo mundo que vai ficar deprimido após uma separação”, completa Tatiana Mourão.
Na exposição 'Sexual Nature', o Museu de História Natural de Londres trouxe pesquisadores para debaterem as relações humanas. Muitas teorias atribuem nossa escolha de parceiros à determinação biológica
No fim das contas, são muitos os perigos para quem está disposto a viver paixões e construir amores. “Na minha opinião, vale a pena enfrentar o perigo, mas sem esquecer o cuidado consigo mesmo. Os riscos podem ser dosados - devemos lembrar que uma pessoa pode ser totalmente diferente da forma como ela se mostra na internet, por exemplo. É preciso ter pelo menos um pouco de pé no chão para não esconder a realidade de nós mesmos”, pondera a professora.
Ciência e comportamento
Na ciência, existe uma grande disputa entre a influência dos fatores biológicos, de um lado; e contextos sociais e emocionais, de outro; que poderiam determinar a escolha de um parceiro. O fascínio por essa pergunta é tão grande que o Museu de História Natural de Londres promoveu no final de 2013 uma exposição chamada 'Natureza Sexual'. O evento foi um grande sucesso de público e reuniu modelos de casais selvagens, dos anfíbios e répteis até as aves, grandes felinos e primatas. Mas, de forma inovadora, também convidou especialistas para discutirem o assunto junto com os visitantes.
Por mais que haja indícios de uma natureza selvagem nas relações humanas, continuamos em busca de respostas convincentes, de acordo com a nossa inclinação mais ou menos romântica.
Ciência e comportamento
Na ciência, existe uma grande disputa entre a influência dos fatores biológicos, de um lado; e contextos sociais e emocionais, de outro; que poderiam determinar a escolha de um parceiro. O fascínio por essa pergunta é tão grande que o Museu de História Natural de Londres promoveu no final de 2013 uma exposição chamada 'Natureza Sexual'. O evento foi um grande sucesso de público e reuniu modelos de casais selvagens, dos anfíbios e répteis até as aves, grandes felinos e primatas. Mas, de forma inovadora, também convidou especialistas para discutirem o assunto junto com os visitantes.
A comida era trocada por favores sexuais e os machos se sentiam mais inclinados a fazer isso quando tinha a paternidade dos filhotes garantida. Por outro lado, em sociedades de macacos, quando não há grande diferença de tamanho entre os sexos, a tendência é monogâmica, como no caso dos gibões, que escolhem um parceiro para a vida toda. Já no caso dos gorilas, em que o macho é muito maior que a fêmea, a tendência é de poligamia. Como não somos macacos nem gorilas, no entanto, continuamos em busca de respostas convincentes, de acordo com a nossa inclinação mais ou menos romântica.
Volker Sommer, antropólogo especializado em reprodução sexual e professor da University College of London, que também participou desse debate, acredita na influência do viés biológico para a escolha do parceiro, mas prefere ser prático: a falta de comunicação entre o casal é a principal causa do fim de um relacionamento. “Afinal, são dois indivíduos com interesses que nem sempre coincidem. Em função disso, nós fazemos compromissos. O segredo é tentar ser feliz dentro deles. Se eu começo a contar quantas vezes eu fiz isso, quantas vezes você fez aquilo dentro da relação; é porque algo não está funcionando", afirmou o antropólogo.
Os dois especialistas concordaram, no entanto, que as listas de regras para conquistar alguém, exploradas à exaustão por publicações principalmente voltadas ao público feminino, são perigosas. “Criamos uma imagem e expectativas irreais. Depois ficamos frustrados porque a pessoa do outro lado é real, cheia de vícios e virtudes”, definiu Barker.
Fonte: Saúde Plena, 13/02/2014
Incidência de radiação no Brasil é superior à recomendada por médicos
Uso de protetores é necessário em todo o território nacional para evitar problemas como o câncer de pele
Belo Horizonte — Sabe aquela recomendação sobre não se expor à luz do Sol entre as 10h e as 15h? Pois já não é mais bem assim. Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, mapeou a incidência de raios ultravioletas (UV) em todo o território brasileiro e indicou que a radiação que chega aos brasileiros é muito maior do que vinha sendo considerado por grande parte dos médicos e unidades de saúde no país.
Segundo o professor Marcelo de Paula Corrêa, autor do estudo, é a primeira vez que essa quantidade relevante de informações sobre radiação solar ultravioleta no Brasil é reunida. “Até então, todas as recomendações que eram feitas sobre a exposição ao Sol usavam informações coletadas, principalmente, nos Estados Unidos e na Europa”, explica. Parte dos dados foi obtida com medições in loco, enquanto modelos matemáticos que se baseiam em diversos parâmetros (como o conteúdo de ozônio, a incidência de nuvens e a poluição) complementaram as informações para todo o Brasil e a América do Sul.
O método de medição é considerado muito confiável, segundo o pesquisador. A explicação sobre os níveis elevados de radiação UV no Brasil é sua localização geográfica. “As pessoas costumam associar a grande incidência de radiação solar com praia e com o Nordeste do Brasil, mas constatamos que, no verão, o Sudeste recebe uma quantidade maior que essa região”, afirma Corrêa.
Fonte: Correio Braziliense, 16/02/14 Belo Horizonte — Sabe aquela recomendação sobre não se expor à luz do Sol entre as 10h e as 15h? Pois já não é mais bem assim. Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, mapeou a incidência de raios ultravioletas (UV) em todo o território brasileiro e indicou que a radiação que chega aos brasileiros é muito maior do que vinha sendo considerado por grande parte dos médicos e unidades de saúde no país.
Segundo o professor Marcelo de Paula Corrêa, autor do estudo, é a primeira vez que essa quantidade relevante de informações sobre radiação solar ultravioleta no Brasil é reunida. “Até então, todas as recomendações que eram feitas sobre a exposição ao Sol usavam informações coletadas, principalmente, nos Estados Unidos e na Europa”, explica. Parte dos dados foi obtida com medições in loco, enquanto modelos matemáticos que se baseiam em diversos parâmetros (como o conteúdo de ozônio, a incidência de nuvens e a poluição) complementaram as informações para todo o Brasil e a América do Sul.
O método de medição é considerado muito confiável, segundo o pesquisador. A explicação sobre os níveis elevados de radiação UV no Brasil é sua localização geográfica. “As pessoas costumam associar a grande incidência de radiação solar com praia e com o Nordeste do Brasil, mas constatamos que, no verão, o Sudeste recebe uma quantidade maior que essa região”, afirma Corrêa.
Conselho vai rever normas de matrículas no ensino infantil e fundamental
Depois de sofrer várias derrotas na Justiça, o Conselho Nacional de Educação deve reavaliar as normas que proíbem a matrícula de crianças com menos de 3 e de 6 anos nos ensinos infantil e fundamental, respectivamente

Juliana Viola enfrentou dificuldades para matricular o filho Murilo na pré-escola porque ele completa 3 anos depois de 31 de março
A determinação do Conselho Nacional de Educação (CNE) de fixar em 4 e 6 anos de idade — completos até 31 de março do ano em curso — a idade mínima para matrícula nos ensinos infantil e fundamental, respectivamente, está prestes a ser mudada. Desde 2010, muitos pais têm recorrido à Justiça para garantir que os filhos ingressem na pré-escola mesmo sem atender à norma da data-limite de aniversário imposta pelo CNE. Depois de 13 estados suspenderem a resolução nacional por meio da atuação do Ministério Público Federal (MPF), o CNE, pela primeira vez, admite que a regra deverá ser reavaliada pelos conselheiros até o fim deste ano.
Segundo o conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE Mozart Neves, a entidade tem sido informada das ações propostas pelo MPF derrubando a data-limite de 31 de março estabelecida pelas Resoluções nº1 e nº6 de 2010. “A gente está monitorando essa situação. Já temos notícias de 13 estados. Não sei se vamos discutir agora porque já começou o ano letivo. Mas isso vai acontecer este ano”, assegurou.
Até o momento, o MPF já conseguiu suspender a resolução do CNE em Alagoas, na Bahia, no Ceará, no Distrito Federal, em Santa Catarina, em Minas Gerais, no Pará, em Pernambuco, no Piauí, em Roraima, no Rio Grande do Norte, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com isso, escolas públicas e privadas ficam livres para matricular crianças com menos de 4 anos na primeira série do ensino infantil e com menos de 6 anos no primeiro ano do ensino fundamental.
Fonte: Correio Braziliense, 16/02/14
Juliana Viola enfrentou dificuldades para matricular o filho Murilo na pré-escola porque ele completa 3 anos depois de 31 de março
A determinação do Conselho Nacional de Educação (CNE) de fixar em 4 e 6 anos de idade — completos até 31 de março do ano em curso — a idade mínima para matrícula nos ensinos infantil e fundamental, respectivamente, está prestes a ser mudada. Desde 2010, muitos pais têm recorrido à Justiça para garantir que os filhos ingressem na pré-escola mesmo sem atender à norma da data-limite de aniversário imposta pelo CNE. Depois de 13 estados suspenderem a resolução nacional por meio da atuação do Ministério Público Federal (MPF), o CNE, pela primeira vez, admite que a regra deverá ser reavaliada pelos conselheiros até o fim deste ano.
Segundo o conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE Mozart Neves, a entidade tem sido informada das ações propostas pelo MPF derrubando a data-limite de 31 de março estabelecida pelas Resoluções nº1 e nº6 de 2010. “A gente está monitorando essa situação. Já temos notícias de 13 estados. Não sei se vamos discutir agora porque já começou o ano letivo. Mas isso vai acontecer este ano”, assegurou.
Até o momento, o MPF já conseguiu suspender a resolução do CNE em Alagoas, na Bahia, no Ceará, no Distrito Federal, em Santa Catarina, em Minas Gerais, no Pará, em Pernambuco, no Piauí, em Roraima, no Rio Grande do Norte, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com isso, escolas públicas e privadas ficam livres para matricular crianças com menos de 4 anos na primeira série do ensino infantil e com menos de 6 anos no primeiro ano do ensino fundamental.
Fonte: Correio Braziliense, 16/02/14
Ivete Sangalo reúne multidão em pré-Carnaval na Bahia
Cantora puxou trio elétrico na Praia do Forte
Na noite deste sábado (15), Ivete Sangalo reuniu uma multidão na Praia do Forte, em Salvador, na Bahia, com seu bloco Cerveja e Cia. A musa do axé cantou os hits que prometem agitar o Carnaval da cidade
Ivete comandou a festa em cima de um trio elétrico
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