terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

14 erros ao declarar o Imposto de Renda

Não só quem comete fraude ou crime de sonegação é alvo da malha fina da Receita Federal. Pequenos deslizes ou alguma incorreção que o Fisco tome nota na declaração do Imposto de Renda (IR) podem ser suficientes para reter o contribuinte na fila de espera por uma análise mais bem apurada.

Entre o início de março e o fim de abril, quem obteve rendimentos tributáveis acima de R$ 1.787,77 no ano passado estará obrigado a declarar o Imposto de Renda 2014 (ano-base 2013). Quem não tiver renda, mas possuir bens ou direitos, até 31 de dezembro de 2013, acima de R$ 300 mil também deverá prestar contas com a Receita.

Como em anos anteriores, o contribuinte poderá optar pela declaração com desconto simplificado de 20% – cujo limite em 2014 será de R$ 15.197,02 – ou pelo modelo completo, que permite abater gastos com dependentes, saúde, educação e previdência complementar.

O limite de dedução por dependente, na declaração deste ano, será de R$ 2.063,64. Já o teto do desconto para as despesas com instrução, seja do contribuinte ou do dependente, será de R$ 3.230,46.

O primeiro passo para prevenir-se contra erros na declaração é reunir com antecedência os documentos exigidos para declarar. Entre os principais estão os comprovantes de rendimentos tributáveis, que as fontes pagadoras são obrigadas a fornecer até 28 de fevereiro. Incluem-se aí salários, benefícios do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) e pensão.

Os comprovantes de despesas dedutíveis do IR também devem ser reunidos. Só são válidos os gastos com saúde, como consultas médicas, tratamentos dentários e psicológicos, ou despesas com instrução (cursos do ensino fundamental, médio ou graduação), excluindo cursos livres.

Se você contribui para a previdência privada ou possui investimentos sobre os quais incide o Imposto de Renda, também precisa obter os documentos correspondentes.

O coordenador de Imposto de Renda da H&R Block, Rodrigo Paixão, e o consultor do portal Declare Fácil, Vicente Sevilha Junior, listaram os tropeços mais comuns cometidos todos os anos por contribuintes ao acertar as contas com o Leão. Confira abaixo e facilite a entrega da declaração este ano:

1. Números errados

Quando se trata de incluir valores, a falta de um dígito, a inclusão de um dígito a mais ou até um número digitado no lugar de outro podem gerar grandes complicações, observa Sevilha Junior. “A sugestão é conferir toda a declaração, se possível imprimindo uma via e revendo os valores”, diz.

2. Esquecer de informar a fonte pagadora

Este também é um deslize muito frequente, segundo Paixão. Ocorre principalmente quando o contribuinte deixa de trabalhar em uma empresa no início do ano, e se esquece de pedir os informes de rendimentos até este período, declarando apenas os meses em que trabalhou na nova empresa. “A falta desta informação leva facilmente à malha fina”, explica o especialista.

3. Deixar de informar valores bancários

Sevilha Junior, da Declare Fácil, lembra que o informe de rendimentos que os bancos enviam para todos seus correntistas mostra diversos valores que devem ser lançados em locais diferentes da declaração. “É comum, nestes casos, que o declarante só transfira parte do conteúdo do informe, fazendo com que tenha menos informações do que deveria”. Cada banco utiliza um modelo de informe diferente. Como não há padronização, diz o consultor, o risco de o contribuinte esquecer de algo é grande. “A dica é anotar no informe do banco todos os valores na medida em que eles forem transferidos para a declaração. Ao final, não pode ficar nenhum valor sem ser lançado”.

4. Ignorar o rendimento dos dependentes

Na tentativa de aumentar a restituição ou diminuir o imposto a pagar, de acordo com Sevilha Junior, as pessoas incluem dependentes mas, com frequência, se esquecem de informar os rendimentos dos mesmos. “Qualquer dependente que constar na declaração deve ter seus rendimentos também lançados. Às vezes, nem compensa incluí-lo, porque acaba dando mais imposto a pagar”, comenta o consultor. Paixão, da H&R Block, observa que é preciso incluir também os bens e direitos em posse do dependente, inclusive recebidos de doação ou herança.

5. Incluir dependentes indevidamente

Outro ponto que gera problemas é a inclusão indevida de dependentes. “Pela lei, o simples fato de você sustentar alguém, total ou parcialmente, não é suficiente para incluí-lo como dependente”, afirma Sevilha Junior. Muitos declarantes que sustentam um sobrinho, outro parente ou mesmo um não parente com dificuldades financeiras os incluem como dependentes, segundo o consultor. Entre as pessoas que podem ser incluídas, estão cônjuge ou companheiro, filhos ou enteados até 21 anos ou incapazes de trabalhar, ou ainda que cursem ensino superior ou técnico até os 24 anos. Pais, avós e bisavós isentos de declarar também são permitidos, além de irmão, neto ou bisneto sob a guarda judicial do contribuinte até os 21 anos ou quando incapacitado.

6. Atualizar valores de imóveis ou veículos

Paixão, da H&R Block, lembra que o valor de um bem adquirido não deve ser atualizado na declaração. “Mesmo com a valorização de mercado, deve-se sempre informar o custo de aquisição”. Da mesma forma, é errado informar um valor menor que o preço de compra, se houve depreciação do bem. A exceção, segundo o especialista, ocorre em casos de reformas e benfeitorias que podem ser agregados aos custos do imóvel, valorizando-o. Veículos também devem ser informados pelo valor de aquisição.

7. Lançar valores de pensão adicionais

A legislação só permite deduzir da pensão alimentícia os valores estabelecidos por decisão judicial ou em decorrência de separação ou divórcio consensual por escritura pública, diz Sevilha Junior. Isto quer dizer que, no ato da separação, é o juiz ou a escritura que fixa o valor da pensão a ser pago. “Mesmo que o cônjuge pague, por livre vontade, um valor maior do que aquele fixado, apenas o valor que consta na sentença ou na escritura pode ser deduzido. O que exceder não é dedutível”, alerta o consultor.

8. Não informar o saldo devedor do financiamento

Imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou outro bem, como um automóvel ou motocicleta, que tenha sido dado como garantia – exemplo de hipoteca, consórcio, penhor ou alienação fiduciária – devem ser declarados com o valor já pago na ficha Bens e Direitos, e nunca em Dívidas e Ônus Reais, alerta Paixão. Já o saldo devedor – o que falta para pagar – deve ser informado nesta ficha, orienta o especialista da H&R Block.

9. Confundir as despesas dedutíveis

Muitos contribuintes lançam gastos com educação e saúde que não são dedutíveis do Imposto de Renda. “Este é um ponto onde há muita falha”, diz Sevilha Junior. Gastos com instrução só permitem abater o IR para cursos de educação infantil, ensino fundamental, médio, técnico ou superior. Já cursos livres como de idiomas, canto e teatro não são válidos. Despesas médicas, por sua vez, só valem se pagas pelo declarante, para si ou seus dependentes. “Se paguei R$ 400 numa consulta e o plano reembolsou R$ 280, tenho que lançar o pagamento da consulta e o valor recebido do plano, ficando dedutíveis apenas R$ 120”, explica. É frequente lançar o valor sem o reembolso do plano. Despesas médicas com fim estético não são dedutíveis. Já uma cirurgia plástica para recompor a habilidade funcional, sim, segundo o consultor. Na dúvida, a Receita pode, além dos comprovantes, pedir relatórios dos médicos descrevendo em detalhes o procedimento.

10. Deixar de somar todas as rendas

Outro erro comum, segundo o consultor do Declare Fácil, é o contribuinte com mais de uma aposentadoria declarar este limite em duplicidade, como se houvesse isenção para cada benefício quando, na verdade, é um limite de isenção para cada declarante. Contribuintes com mais de 65 anos tem direito à isenção do Imposto de Renda se tiverem recebido aposentadoria mensal de até R$ 1.787,77 em 2013.

11. Esquecer de informar doações

Não é raro, especialmente entre familiares, a doação de dinheiro ou bens que devem ser declaradas tanto pelo doador quanto pelo donatário. “As doações são isentas de IR, porém pagam um imposto estadual chamado ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos)”, observa Sevilha Junior, do Declare Fácil. É comum dois tipos de erros, segundo Sevilha: esquecer de lançar a doação ou informá-la, mas esquecer de pagar o ITCMD. Por convênio, os Estados recebem a informação das doações pela Receita e vão atrás dos declarantes para cobrar o imposto.

12. Confundir PGBL com VGBL

Se o contribuinte tem um plano de previdência privada, é importante saber diferenciar as duas modalidades do investimento, que são informadas em fichas separadas e têm tributação distinta: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). De acordo com o coordenador da H&R Block, o PGBL permite deduzir até 12% do Imposto de Renda e deve ser colocado em Pagamentos Efetuados. Já o VGBL, que não é dedutível, deve ser colocado na ficha Bens e Direitos.

13. Deixar de informar ganho de capital

Quando se vende algum bem, é preciso avaliar se o preço de venda foi maior que o de compra. Se houver, incide Imposto de Renda sobre o lucro obtido. “É comum as pessoas simplesmente retirarem o bem da declaração, sem preencher o anexo de ganho de capital”, afirma Sevilha Junior. Se houver imposto a pagar, lembra o consultor, o prazo não é o mesmo que o da entrega da declaração. O imposto devido deve ser recolhido no último dia do mês seguinte ao da venda do bem.

14. Não declarar lucro na Bolsa

Pessoas físicas que investem em renda variável, como a Bolsa de Valores e outros produtos financeiros, e têm o imposto retido na fonte, geralmente se esquecem de colocar as operações e retenções no anexo Renda Variável. “Os declarantes devem apurar mensalmente – e não na declaração – o imposto que eventualmente seja devido. Se você deixar para fazer isto na declaração, haverá multas e juros”, observa o especialista do Declare Fácil.

Fonte: IG - 11/02/2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O fim da manifestação pela recuperação da Transamazônica, a ausência de um projeto e faz de conta que faço

O general de brigada Antônio Leite dos Santos Filho, comandante do Segundo Grupamento de Engenharia e Construção, conversou com os representantes das entidades de Itaituba, responsáveis pela interdição da Transamazônica e Porto da Balsa, comunicando que a partir de agora haverá maior atividade do 8º BEC nos trabalhos da via em questão, haverá maior liberação de recursos e de profissionais, no inverno vai ser feito o que for possível para dar uma conservação a melhor possível do trecho urbano da BR 230 e no verão será feito o trabalho definitivo de pavimentação.

O representante do DNIT, Roberto Rodrigues, sediado em Belém, que participou dessa reunião, disse que órgão não existe nenhum projeto de pavimentação desse trecho, e que somente agora esse projeto será desenvolvido.

O general Santos Filho deixou seus telefones para que representantes desse movimento possam falar com ele até diariamente, se for preciso para que ele fique sabendo como andam as coisas com referência a essa via.
 
Isso tudo tem uma relação direta com o samba do crioulo doido...

Como lidar com as críticas?

Quem nunca sofreu com críticas? Há dois tipos de crítica; a destrutiva e a construtiva. Devemos aprender com as duas.
 
Uma crítica é destrutiva quando tem por finalidade desestruturar, magoar ou desorientar. É muito utilizada por pessoas presas aos processos de inveja, ciúme e maldade. Mesmo nesses casos, ouça atentamente. Lembre-se de que alguém, na tentativa de magoá-lo, pode, ainda assim, dizer-lhe uma verdade. Concentre-se naquilo que a crítica pode trazer de bom e não na intenção maldosa de quem o critica de maneira destrutiva.

Já a crítica construtiva visa contribuir com nosso crescimento. Nesse caso, quem o está criticando quer o seu bem. Vai sempre lhe apontar uma deficiência (fraqueza) ou falta de eficiência (uma força que não está sendo corretamente utilizada). Seja grato às críticas construtivas: elas são um convite ao aperfeiçoamento e um poderoso remédio contra a vaidade.

Em algumas situações uma crítica construtiva poderá vir em péssima “embalagem” – muitas pessoas não sabem escolher a melhor maneira e o melhor momento para dizer as coisas. Preste mais atenção ao conteúdo da crítica que em sua forma. Quem se mantém aberto as críticas recebe mais apoio, orientação e cresce mais rápido!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Greve geral a vista. Servidores cobram de governo revogação do decreto 954

O funcionalismo público do estado do Pará mostrou a cara na manhã desta quarta-feira (5) e ocupou as duas vias da Av. Almirante Barroso. Durante mais de 5 horas os (as) trabalhadores (as) da educação, saúde, segurança, transporte e demais secretarias, autarquias e fundações que compõem o quadro do Governo do Estado aguardaram sob o sol escaldante de Belém um posicionamento que explicasse a retirada das gratificações de cerca 4.000 servidores. A determinação foi do governador em exercício Helenilson Pontes (PSD), através do decreto 954 publicado no último dia 24/01.

A audiência começou após forte pressão dos (as) trabalhadores (as), que se mostraram irredutíveis e determinados (as) a só desobstruir as vias depois de serem recebidos (as) pela Secretária de Administração, Alice Viana, ao qual já havia sido protocolado um pedido de audiência para negociação com considerável antecedência.

A repetição do velho discurso do governo de “contenção de gastos”, nos mostra que o custo será de ataques diretos aos direitos dos (as) trabalhadores (as). Afinal, Helenilson Pontes estabeleceu no decreto a suspensão da concessão e do pagamento da Gratificação de Tempo Integral (GTI) e do Serviço Extraordinário (SE), o que atinge aproximadamente 1.000 servidores só na Seduc.

Tal medida, além de mexer com a vida de milhares de servidores, precariza ainda mais a já combalida qualidade dos serviços públicos prestada à população em nosso estado, visivelmente carente de serviços básicos.

Cabe lembrar, que as receitas próprias do governo estadual advém do ICMS e este imposto deveria retornar para a população na forma de serviços de qualidade e em obras, para a melhoria da qualidade de vida do nosso povo.

Portanto o Sintepp seguirá construindo, junto com os demais sindicatos representativos das categorias de servidores do estado uma alternativa de diálogo (sempre que for possível) e de enfrentamento com o governo para impedir o rebaixamento veemente na valorização profissional.

A manifestação de hoje (5) em frente a SEAD teve como objetivo central cobrar a revogação do decreto expedido pelo próprio governo. A comissão de trabalhadores (as) foi recebida às 13h30, para ouvir um sonoro não do governo. Neste sentido, o governo se mostrou mais uma vez insensível aos apelos dos representantes sindicais presentes à audiência.

A equipe de Jatene decidiu levar em frente a política de penalização dos (as) trabalhadores (as), jogando nas nossas costas a responsabilidade pelas “medidas de contenção de despesas”.

O discurso do governo não nos engana, por isso hoje (06), às 9h, no CCNT o Sintepp irá realizar a grande assembleia geral para lançar a Campanha Salarial 2014. Prepararemos nossa categoria para os embates que virão, uma vez que a própria implantação do PCCR está ameaçada.

Às 8h, os (as) companheiros (as) da Seduc realizarão mais uma assembleia setorial para debater a retirada da GTI e SE, onde sairão rumo a atividade geral da categoria. No final da atividade de hoje e dada a negativa do governo, os trabalhadores do estado decidiram também por nova reunião amanhã (06), às 14h, na sede da CTB, onde serão discutidas ações conjuntas de enfrentamento ao governo e a construção da greve geral dos (as) servidores (as) do estado.

Fonte: SINTEPP, 05/02/14

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Povo consciente e governo




Manifestação fecha rodovia Transamazonica e Travessia da Balsa no rio Tapajós em Itaituba


Caminhões fecham a BR 230, no perímentro urbano de Itaituba foto do Portal Buré
 
A MANIFESTAÇÃO
Ninguém entra e ninguém sai de Itaituba. O porto da Balsa e a Rodovia Transamazônica estão interditados. A manifestação é das entidades da classe empresarial de Itaituba, que pedem melhorias da estrada, principalmente da Transamazônica, no trecho urbano, que atualmente passa por um verdadeiro caos.


Caminhões Interditam o Porto da Balsa, na travessia do rio Tapajós, em Itaituba Foto do Portal Buré

Na manhã desta quarta-feira (5) aconteceu a interdição do Porto da Balsa e da Rodovia Transamazônica em vários pontos ao longo dos seus 7 Km no perímetro urbano. A interdição é o resultado de um movimento liderado pelos empresários e comerciantes de Itaituba que pleiteiam melhorias no perímetro urbano. Nesse aspecto, como preparação para a interdição a Câmara de Diretores Lojistas (CDL) fez reunião com representantes de diversos segmentos sociais, que decidiu pela paralisação por tempo indeterminado.

De acordo com os manifestantes tal movimento se faz necessário por que este problema vem de longe e até o momento só foram tomadas medidas paliativas que estão gerando mais dificuldades de tráfego nesse período de chuvas.

Davi Menezes, presidente do CDL de Itaituba, fala representando o movimento Foto de Gilson Vasconcelos
Polícia Militar garante a segurança no local da manifestação que segue pacífica Foto de Gilson Vasconcelos
Parte de integrantes do movimento, solidários e curiosos, no Porto da Balsa em Itaituba Foto de Gilson Vasconcelos
Caminhão basculhante questiona demora na execução de projetos na região Foto de Gilson Vasconcelos




Bispo Dom Vilmar dando apoio moral ao movimento reivindicatório Foto de Gilson Vasconcelos

Passageiros carregam suas bagagens para atravessa de lancha ou voadeira, de Miritituba para Itaituba  Foto de Luiz Fernando Sadeck dos Santos (Peninha)

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Carros e balsa parada em Miritituba na expectativa de uma solução para o problema Fotos Luiz Fernando Sadeck dos Santos (Peninha)
 
Veículos estacionados na subida da Transamazônica que dá acesso ao Porto da Balsa em Miritituba Foto de Luiz Fernando Sadeck dos Santos (Peninha) 


Movimento interdita pontes dos km 7 e 13

As pontes dos Km 7 e 13 da Rodovia Transamazônica (BR 230), sentido Itaituba/Jacareacanga, foram interditadas.

O que motivou essa interdição foi o fato da Itacimpasa (antiga CAIMA) estar fazendo baldeação para transportar os seus servidores de Itaituba para a fábrica de cimento, no km 30 da referida rodovia.

Na ponte do km 7 ficou de ser colocada uma carrada de terra para bloquear completamente a passagem de veículos. 


A ORIGEM DAS MANIFESTAÇÕES E FECHAMENTO DA RODOVIA
 
Há alguns meses o 8º BEC - Batalhão de Engenharia e Construção, iniciou os trabalhos de recuperação da Rodovia Transamazônica, no perímetro urbano de Itaituba. No entanto, a forma como esse trabalho de recuperação vem ocorrendo desagrada a população e principalmente a classe empresarial que tanto necessita desta via pública.

O BEC recupera um pequeno trecho, faz a impermeabilização, pára alguns dias, vai para outro trecho distante do anterior e quando o retoma o trabalho foi perdido. Em outras palavras, o órgão vai utilizar o recurso disponível para esse fim  e a rodovia não será recuperada e asfaltada como é a vontade da sociedade itaitubense. Nos bastidores o comentário geral é de que o trabalho do BEC é muito lento e não tem qualidade.

DUDIMAR PAXIÚBA MOBILIZA BANCADA FEDERAL DO PARÁ E CONSEGUE MARCAR UMA REUNIÃO COM A DIREÇÃO DO DINIT, EM BRASÍLIA


 
O deputado federal Dudimar Paxiúba, do PRÓS, mobilizou toda a bancada do Pará em torno da interdição da Transamazônica e do Porto da Balsa, que começou hoje bem cedo.

Dudimar conseguiu marcar uma reunião com toda a bancada federal do Pará, para as quatro horas da tarde de hoje, hora de Brasília, três horas, em Itaituba.

A reunião deverá contar com a presença do diretor geral do DNIT e existe uma grande expectativa de atendimento da reivindicação do movimento que é a imediata recuperação e asfaltamento do trecho urbano da rodovia Transamazônica em Itaituba.

O presidente da CDL, Davi Menezes, falou a pouco sobre o assunto, usando o serviço do carro de som que está no Porto da Balsa, quando fez o comunicado da reunião agendada pelo deputado Dudimar Paxiúba. 


Fonte: Com informações do Blogs do Jota Parente, Gilson Vasconcelos e Portal Buré, 05/02/14

João Paulo se entrega, descarta renúncia e ataca Supremo

Deputado começará a cumprir pena no regime semiaberto, no presídio da Papuda, em Brasília

O deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) foi preso nesta terça-feira, 4, em Brasília. Antes de se entregar no presídio da Papuda, por volta das 19h30, divulgou uma carta com ataques ao Supremo Tribunal Federal. Diferentemente dos outros três deputados condenados no julgamento do mensalão, João Paulo decidiu não renunciar ao mandato. Agora, vai enfrentar o processo de perda de mandato, que pode ser aberto na próxima semana.

Presidente da Câmara entre 2003 e 2004, o deputado foi condenado definitivamente a 6 anos e 4 meses de prisão por peculato e corrupção por irregularidades no contrato da Casa com a agência de publicidade SMPB, de Marcos Valério, preso desde novembro, e pelo recebimento de R$ 50 mil que teria como objetivo beneficiar a empresa na licitação.

Ele ainda foi condenado a mais 3 anos de prisão por lavagem de dinheiro por ter usado sua mulher para sacar os recursos no Banco Rural, mas terá direito a uma nova análise desta sentença por meio de embargo infringente. O deputado começará a cumprir pena no regime semiaberto.
 
Fonte: O impacto, 05/02/14

Fujão do Mensalão é preso na Itália e deve ser deportado para o Brasil

Pizzolato é preso com passaporte falso em nome do irmão na Itália Ele foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão no processo da Ação Penal 470, o mensalão, pelos crimes de peculato, formação de quadrilha e corrupção
O documento estava com o nome do irmão do foragido da Justiça brasileira, Celso Pizzolato

O ex-diretor de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato foi preso na Itália no início da tarde destaquarta-feira (5/2). A prisão do condenado no processo da Ação Penal 470, o mensalão, foi resultado de uma operação conjunta das polícias brasileira e italiana.


Fonte: Correio Braziliense, 5/0214

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Promotor quer que empresas que reformam trens devolvam R$ 800 milhões


O promotor Marcelo Milani cobrou nesta segunda-feira (3) das empresas que reformam trens do Metrô de São Paulo a devolução de cerca de R$ 800 milhões, valor que ele considera ser o prejuízo em razão de superfaturamento nos contratos. Se não houver essa devolução em 90 dias, Milani diz que vai entrar com uma ação judicial pedindo a dissolução das companhias.

O pedido de dissolução é baseado no Código Civil, que prevê essa possibilidade para companhias que não cumprem as suas finalidades.

Milani também afirmou que pedirá que as contratadas do Metrô entreguem o mais rápido possível dez trens que estão em seus pátios para execução das reformas.

Sete empresas fazem as reformas, entre as quais Siemens, Alstom e Bombardier. Elas ganharam uma licitação de R$ 2,5 bilhões para modernizar 98 trens do Metrô. O promotor conseguiu um acordo com o governo estadual e com o Metrô pelo qual a reforma dos trens ficará suspensa também por 90 dias.

O Metrô diz ter aceitado a suspensão para colaborar com as investigações.

Milani defende que a reforma é antieconômica. Segundo ele, o preço de um trem reformado custa 85% de um trem novo –os carros reformados têm mais de 30 anos.

O Metrô diz que tal proporção está errada e que o custo de um trem modernizado equivale a 65% de um novo.

Milani também ameaçara em dezembro entrar com uma ação contra o Metrô se as reformas não fossem suspensas. O governo aceitou a suspensão por temor de sofrer uma derrota jurídica.

Os contratos de reforma de trens foram assinados entre 2008 e 2010, durante o governo de José Serra (PSDB).

O preço superfaturado do contrato, segundo o promotor, decorre da divisão da reforma por partes do trem, o que é proibido pela Lei das Licitações, e do uso de um indexador ligado ao dólar, que é "desfavorável" ao erário.

Os quatro contratos originais acabaram se transformando em dez, e o valor da reforma saltou de R$ 1,625 bilhão para R$ 2,5 bilhões: a diferença é considerada por Milani o valor superfaturado.

O ministro Marco Aurélio, relator do inquérito da Siemens no Supremo Tribunal Federal, disse nesta segunda-feira que vai derrubar parte do sigilo sobre os autos. Só dados que ferem a privacidade dos investigados ficarão em segredo: "O sigilo eu vou preservar no que a lei impõe, agora, no mais, não. Vamos abrir inclusive os nomes dos envolvidos". 

Fonte: Folha de S Paulo, 03/02/14

domingo, 2 de fevereiro de 2014

PT e PSDB escalam equipes para início de 'guerrilha virtual'

É da avenida Indianápolis, na zona sul da capital paulista, que uma equipe monitora diariamente as menções na internet ao governador paulista, Geraldo Alckmin, e à sua administração.

Do diretório estadual do PSDB, um grupo acompanha quais são as principais palavras ligadas ao tucano e se as referências a ele são "positivas, negativas ou neutras".

Esse mesmo grupo diz à direção do partido – e, consequentemente, à cúpula do governo do Estado– quando é preciso reagir aos "ataques virtuais". Na última semana, a equipe trabalhou para tentar minimizar comentários negativos à atuação da Polícia Civil na cracolândia.

Enquanto críticos de Alckmin disseminavam comentários sobre a violência dos agentes, seus defensores promoviam uma "agenda positiva", divulgando a sanção da lei que proíbe testes de cosméticos em animais.

Na região central da cidade (bairro da Bela Vista), uma equipe faz basicamente o mesmo trabalho, só que para o PT. Comandado pelo sociólogo Sérgio Amadeu e pelo jornalista Renato Rovai, o grupo usa um software para monitorar temas que interessam aos petistas e indicar como eles estão sendo tratados. "Mensalão", "PT" e "Dilma" são as palavras-chave mais buscadas hoje.

Editoria de Arte/Folhapress




A equipe produz relatórios que indicam a temperatura das discussões e o número de menções a cada assunto. A qualidade das referências é descrita em detalhes. Esse trabalho é feito para o partido, mas será usado na campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff e também na do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao governo de São Paulo.

BOATOS

Em Brasília, a Pepper (empresa que presta serviço de comunicação para o PT) já faz o rastreamento de rumores negativos para o governo federal, além do monitoramento de perfis falsos da presidente Dilma.

Entre os tucanos, Xico Graziano, um dos principais assessores do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, vai montar a equipe de internet da campanha do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Graziano encomendou um levantamento da "reputação digital" de Aécio, nome que se dá ao estudo da origem e qualidade das menções feitas a alguém nas redes. Sua principal missão é medir o alcance de boatos que são vinculados ao nome de Aécio. "O PT tem uma rede de blogueiros em seu bolso, que se dedica a dizer que ele não passa de um 'bon vivant'. Meu trabalho é mostrar o Aécio gestor", diz Graziano.

Mas há quem queira colocar pimenta no discurso oficial. Pedro Guadalupe, um jovem mineiro considerado prodígio em redes sociais, está entre os mais cotados para integrar a equipe de Aécio.

Em 2012, ele trabalhou com o marqueteiro do PT, João Santana, contra o candidato de Aécio em Belo Horizonte. Agora, quer fechar negócio com o senador. Para isso, criou um "cartão de visitas" que entra no ar hoje.

Intitulado "Dilma mente", o site parece, à primeira vista, um sítio da pré-campanha petista. Mas, como o nome entrega, é crítico à presidente. "Jogo em alto nível. Ela é presidente e merece respeito. Mas sou mineiro, profissional, e acho que será ótimo trabalhar com Aécio", afirma.

O PT, por sua vez, quer profissionalizar a militância. Na Semana Santa vai promover uma espécie de "Campus Party" em diversas cidades do Estado para articular uma atuação integrada na rede.
 
Fonte: Folha de S Paulo, 02/02/14