segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Minha Casa Minha Vida já entregou 1,5 milhão de moradias; outras 1,7 milhão foram contratadas


A presidenta Dilma Rousseff falou, nesta segunda-feira (27), no Café com a Presidenta, sobre o Minha Casa Minha Vida, programa habitacional que “já ajudou mais de 1,5 milhão de famílias brasileiras a realizar o sonho de mudar para uma casa própria”. Ainda foi contratada a construção de mais 1,7 milhão de moradias.

“Só no meu governo, nós contratamos até agora a construção de 2,240 milhões de casas, muitas delas até já foram entregues. Mas não paramos por aí, não. Até o final de 2014 nós vamos contratar mais 510 mil casas e cumprir a nossa meta de 2,750 milhões de casas contratadas até 2014”, destacou a presidenta.

Dilma lembrou que o Minha Casa Minha Vida financia casas e apartamentos para famílias com renda de até R$ 5 mil por mês. As condições do financiamento variam de acordo com a renda da família, para poder ajudar quem tem mais dificuldade de comprar a sua casa própria, como quem tem a renda familiar de até R$ 1.600 por mês, que vai pagar uma prestação de 5% da renda.

“O governo paga até 96% do valor do imóvel. (…) O prazo para pagar a casa nessa faixa de renda é de dez anos. (…) O principal disso tudo é que, por trás desses números, estão milhões de pessoas, milhões de famílias que nunca conseguiram comprar a casa própria. Agora, elas estão tendo a oportunidade de fazer um financiamento com uma prestação que cabe no bolso”, destacou.


Fonte: Blog do Planalto, 27/01/14

Corrupto deve ficar no esquecimento

"Eu tenho algo a dizer: eu acho que a imprensa brasileira presta um grande desserviço ao país ao abrir suas páginas nobres a pessoas condenadas por corrupção. Pessoas condenadas por corrupção devem ficar no ostracismo. Faz parte da pena". Min. do STF, Joaquim Barbosa, sobre espaço dado pela imprensa ao dep. João Paulo Cunha, condenado no Mensalão.

domingo, 26 de janeiro de 2014

PSB e Rede ainda não afinaram aliança em metade dos Estados


Três meses e meio após o anúncio da aliança nacional, os grupos políticos do governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e da ex-senadora Marina Silva (Rede) ainda não acertaram um caminho conjunto em cerca de metade dos Estados do país.

Em alguns deles, como Minas Gerais e Paraná, são grandes as chances de PSB e Rede trilharem caminhos distintos no pleito de outubro.

No primeiro, os aliados de Campos negociam uma chapa conjunta com o PSDB, já que o principal nome do PSB no Estado, o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, é aliado de Aécio Neves, provável candidato tucano à Presidência da República.

A Rede local rejeita essa aproximação e chegou a divulgar nota defendendo ruptura com os tucanos, mas pressão do PSB nacional levou aliados de Marina a desautorizar os correligionários mineiros em segunda nota.

No Paraná, o partido de Campos tende a apoiar a reeleição do também tucano Beto Richa. A Rede negocia com o PV candidatura alternativa.

Outro local delicado é São Paulo, onde a pressão da ex-senadora deve levar o PSB a desistir do até então provável apoio à campanha à reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB).

PALANQUE PRÓPRIO

Um dos principais focos de desgaste é a determinação de Marina de pressionar por candidaturas próprias, como no Rio Grande do Sul, onde seus aliados defendem o nome de Beto Albuquerque, líder do PSB na Câmara. Só que o próprio deputado defende que o partido apoie a candidatura da senadora Ana Amélia (PP).

Apesar das trombadas, dirigentes dos dois grupos afirmam em público que os entendimentos caminham de forma tranquila.

"Acho absolutamente normal, em uma coligação nacional de dois ou mais partidos e em um país de dimensão continental e com 27 unidades, que haja dificuldades aqui e ali, mas nada que afete o essencial da coligação, que é a relação nacional", disse o secretário-geral do PSB, Carlos Siqueira.

O coordenador-executivo da Rede, Bazileu Margarido, ressalta que desde o início tanto Campos como Marina deixaram claro que, em um primeiro momento, a prioridade seria discutir os termos programáticos da aliança.

"O PSB vinha já com uma candidatura posta [a de Campos à Presidência] e em um grau avançado de discussão nos Estados. Obviamente que a coligação com Marina colocou novos desafios. E reconhecemos que o PSB está fazendo um esforço enorme de reposicionamento."

No lote de Estados em que Rede e PSB já acertaram um rumo consensual, destacam-se a Bahia (candidatura da senadora Lídice da Mata, com a ex-corregedora Nacional de Justiça Eliana Calmon para o Senado), Pernambuco (nome que Campos definir), Paraíba e Espírito Santo –nesses dois últimos os governadores do PSB tentarão a reeleição.

Pros quer usar ministério de Dilma para ganhar visibilidade nas eleições

Criado no ano passado sob a liderança de um até então desconhecido ex-vereador do interior de Goiás, o 31º partido político do país se prepara para ingressar no ministério de Dilma Rousseff com objetivos bem claros em mente.

Quem os lista é Eurípedes Júnior, 38, o ex-vereador que preside o Pros (Partido Republicano da Ordem Social).

Ele defende o nome do ex-ministro Ciro Gomes para a Integração Nacional com a missão inicial de tirar o partido do anonimato.

"A princípio ele não está querendo porque a vinda para o Pros não foi por cargos. Mas nós do partido estamos insistindo com ele porque entendemos que um ex-candidato a presidente da República, ex-ministro, daria uma visibilidade melhor para o partido."

O problema é que Ciro já negou a sondagem -publicamente e em conversa com a própria Dilma.

Mas Eurípedes diz que insistirá. "Ele estaria nos ajudando com essa visibilidade na questão das candidaturas a deputado federal e a governadores." O Partido pretende lançar cinco candidatos aos governos estaduais (TO, AM, RJ, PB e CE).

A "visibilidade" que agora busca para seu partido Eurípedes sentiu na pele em setembro quando de uma hora pra outra se tornou uma "celebridade" do mundo político ao, em uma só tacada, dar guarida a 18 deputados federais e um governador de Estado, Cid Gomes (CE).

Aliados de Dilma Rousseff (PT), os irmãos Gomes abandonaram o PSB no ano passado após o partido decidir lançar Eduardo Campos à Presidência.

A assessoria de Ciro diz que ele está "100% focado no governo do Ceará" e que não tem interesse em assumir uma vaga na Esplanada.

Com a resistência, a expectativa é que a Integração permaneça sob o cuidado de Francisco Teixeira, técnico indicado por Cid.

Isso desagrada duplamente integrantes do Pros: além de não conseguirem um ministro de "renome", eles reclamam nos bastidores de que, com 18 deputados na Câmara, mereciam pelo menos uma Secretaria dos Portos.

Mas em reunião na terça-feira como Ideli Salvatti (Relações Institucionais) a ministra jogou água fria nessa busca por mais visibilidade. Disse que, por ora, a pasta está reservada para o PMDB. 
 
Fonte: Folha de S Paulo, 26/01/14

sábado, 25 de janeiro de 2014

Barbosa diz que "está se divertindo" com as especulações eleitorais. "Não sou candidato. Não estou preocupado com isso".

Ele disse que se diverte com as especulações sobre uma eventual candidatura
 
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, negou ontem, em Paris, que pretenda deixar a Corte para disputar uma vaga à cadeira presidencial ou ao Senado nas eleições de outubro. Ele disse que se diverte com as especulações sobre uma eventual candidatura. Durante viagem à capital francesa, o ministro contou que tem sido questionado por autoridades locais, como a ministra da Justiça, Christiane Taubira, acerca das pretensões eleitorais.

“Ela (Taubira) tem informação sobre pesquisas que saíram no Brasil indicando que eu tenho tal percentual. Outros também perguntaram”, comentou. Barbosa disse ter respondido que não pretende disputar as eleições. “Não sou candidato. Não estou preocupado com isso. Aliás, estou me divertindo com isso”, afirmou, após uma conferência no Conselho Constitucional da França.

Durante a palestra, Barbosa afirmou que o STF “se transformou em um dos principais atores do sistema político brasileiro”. Disse, porém, que a Corte se tornou “vítima do próprio sucesso” e criticou o trabalho da imprensa. “Eu diria que a imprensa ainda não reporta a essência das decisões. Ela fica no anedótico, nas alfinetadas, em algumas frases”, disse Barbosa.

Fonte: Correio Braziliense, 25/01/14

Novo cenário econômico de Itaituba e do Oeste do Pará

O cenário econômico de Itaituba e do Oeste do Pará, até então limitado ao setor de serviços e exploração mineral principalmente ouro e calcário, tende a mudar para melhor. Tendo em vista os projetos de investimentos nacionais e internacionais para a região.

Dentre os projetos podemos citar a construção do Complexo Hidrelétrico do Tapajós, a implementação dos portos de transbordo de Miritituba e o asfaltamento da BR-163 (Santarém / Cuiabá) e da BR-230 (Transamazônica).

Em vista de tudo isso, faz-se necessário uma análise dos possíveis impactos positivos a fim de aproveitá-los ao máximo, em benefício de toda a região. E também projetar os possíveis impactos negativos com o objetivo de minimizá-los. Itaituba e o Oeste do Pará eram vistos apenas como uma cidade e uma região pobre e sem possibilidades de crescimento, por estar situada em uma região isolada dos grandes centros. Todavia, a crise portuária brasileira gerada por problemas de logística e infraestrutura do país, forçou a criação de novas rotas de escoamento da produção de grãos principalmente do Mato Grosso.

Quem não lembra os congestionamentos quilométricos no porto de Santos, ano passado? E com a previsão de safra recorde de grãos para este ano, novamente, poderá afogar o porto de Santos e gerar novos congestionamentos. Em vista disso grandes empresas estão se instalando em Miritituba, distrito de Itaituba, com o fim de diminuir os gastos de transporte.

Mas, mais importante que ajudar o superávit da balança comercial brasileira é a possibilidade de crescimento do emprego e da renda dessa região tão esquecida. Os novos portos possibilitarão também a vinda de empresas interessadas no retorno dos caminhões para Mato Grosso, pois eles virão carregados com grãos e retornarão vazios. Com isso, possivelmente se instalarão também empresas de fertilizantes e produtos voltados à agricultura.

O asfaltamento das BR163 e da BR 230 colocará definitivamente a Região Oeste do Pará na rota de exportações e será também um ótimo meio de interligação da região Centro Oeste com a Região Norte do país. Desde o boicote do Governo Militar sobre as ferrovias a principal opção de circulação de bens se deu por meio das rodovias. Mesmo sendo o sistema majoritário de circulação de bens, ainda assim, é precário e insuficiente para um país que tem pretensões de ser um dos maiores exportadores do mundo.

Mas, o cenário está mudando, o Governo Federal por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) está pavimentando as BR acima citadas. Com isso, espera-se uma economia nos custos de exportação e um acesso menos oneroso de produtos para toda a região Oeste do Pará.

Para o Complexo Hidrelétrico do Tapajós, a maior obra de infraestrutura da região, o investimento será de aproximadamente 60 Bilhões, estima-se que será responsável pela criação de mais de 100 mil vagas de emprego, gerará energia para suprir a demanda que crescerá muito devido aos projetos de investimento na região. Além disso, o Oeste do Pará deixará de depender da Usina de Tucuruí. E, por fim, a região receberá royalties pela produção de energia elétrica e pela área inundada pela barragem. Logo, o orçamento aumentará consideravelmente.

No entanto, “nem tudo são flores”. Onde há asfalto há desflorestamento e construções de novas estradas. Assim, o processo de substituição e exploração dos recursos naturais se dará de forma mais intensa e voraz. Sabemos que empresas atraem trabalhadores que, por sua vez, trazem demandas sociais e necessitam de serviços de saúde, segurança, transporte, educação, lazer, moradia, água encanada, rede de esgoto, além de aterros sanitários adequados para suportar a demanda.

Somos cientes também que os impactos ambientais e principalmente sociais de hidrelétricas são devastadores. Não podemos esquecer, também, as populações diretamente afetadas pelas barragens. Ao fazermos uma analogia ao caso de Altamira, lugar que está sofrendo com os problemas resultantes de um crescimento abrupto e desordenado, onde a população dobrou de tamanho, todavia, os serviços e a infraestrutura da cidade não acompanharam e muito menos o poder público tomou medidas antecipadas para minimizar os impactos negativos dos grandes projetos de investimentos.

O resultado final para a grande maioria da população está sendo desastroso. Contudo, é quase impossível conter o Capital Financeiro interessado nesses mega projetos. Mas ao invés de esperar pelas consequências é de fundamental importância construir hoje a estrutura necessária para que a maioria possa usufruir dos benefícios dos grandes projetos de investimentos, os quais já estão sendo implementados em nossa querida região banhada pelo Tapajós.

Daniel Failache é articulista colaborador do blog e do Jornal tribuna do Tapajós 
 
Fonte: Blog do Nazareno Santos, 25/01/14

Antunes: Vinda de garimpeiros para o Tapajós vai dar problemas

O advogado José Antunes participou do programa o Assunto É Este, hoje, quando falou a respeito da notícia da transferência de garimpeiros de Rondônia para a região do Tapajós, mais precisamente para o município de Jacareacanga.

O advogado, que também é minerador, conhecedor da matéria, tanto como profissional do direito, assim como empresário desse ramo de atividade, disse que essa é uma decisão que o governo federal já tomou, e que é quase impossível reverter a situação.

A questão, segundo ele, é que os garimpeiros do Tapajós já tem problemas demais, pela total falta de apoio do governo federal, que nunca olhou para esta região com o devido respeito.

Os garimpeiros de Rondônia estão para ser transferidos porque a hidrelétrica de Jirau, em Porto Velho, está para entrar em funcionamento, sendo impossível a permanência deles por lá, porque a área onde eles trabalham vai ser inundada.

O problema, ressalta Antunes, é que daqui a alguns anos vai ser aqui no Tapajós que haverá inundação de uma grande área que vai cobrir boa parte da reserva garimpeira. 

Quem vai socorrer esses garimpeiros daqui, quando isso acontecer? Será que o governo federal vai ter a mesma preocupação que está demonstrando com o pessoal de Rondônia, questiona ele.

Que Jesus te abençoe!


100 dicas para passar em concursos públicos

Concurso público é a opção escolhida por milhares de pessoas que estão em busca de segurança e bom salário. Depois de tantas colunas sobre o tema, reuni os tópicos mais importantes para auxiliar na sua trajetória até a vaga.

Abaixo estão 100 dicas, divididas entre os temas projeto (1 a 12), organização (13 a 32), estudo (33 a 63), direito (64 e 65), matemática (66), edital (67 a 73), véspera de prova (74 a 78), prova (79 a 87), pós-prova (88 a 95), além de dicas gerais (96 a 100).

Projeto
1 – Escolha uma área de concurso – para isso, observe o tipo de atividade, e não só o salário, porque aquele será o seu trabalho.

2 – Imagine que está começando uma faculdade: você vai precisar de tempo para aulas, para estudo e algum dinheiro para o projeto.

3 – É preciso uma preparação séria e consistente.

4 – A aprovação não é imediata, mas o emprego conquistado será para o resto da vida.

5 – É preciso conduzir a preparação com equilíbrio, porque não é uma corrida de velocidade – assemelha-se mais a uma maratona.

6 – Nunca sabemos exatamente quando será publicado o edital.

7 – Em geral, o tempo entre o edital e a prova não passa muito de 2 meses;

8 – Estude antes de o edital sair; só assim é possível ver todo o conteúdo.

9 – Mantenha-se bem informado sobre concursos e como se preparar.

10 – Se acontecer algum problema no seu concurso (adiamento, cancelamento), siga estudando para outras oportunidades.

11 – Mas mantenha o foco na mesma área – atirar para todos os lados é uma boa forma de não ser aprovado.

12 – Não se preocupe com a relação candidato/vaga: a maioria dos inscritos não estudou e está apenas tentando a sorte.

Organização e preparação
13 – Organize a sua rotina.

14 – Não há número certo de horas para estudar – o tempo de estudo vai depender da sua rotina e obrigações.

15 – É preciso estudar além das aulas, para sedimentar o conhecimento.

16 – Faça um planejamento de horários e matérias.

17 – Comece com pouco tempo e aumente aos poucos, como um atleta.

18 – Reserve um dia por semana (pelo menos parte de um dia) para descanso e lazer.

19 – Faça pausas de 15 minutos a cada hora e meia ou 2 horas de estudo.

20 – Se puder estudar o dia todo, faça intervalos de 1h30 a 2 horas entre os turnos de manhã/tarde e tarde/noite.

21 – Estabeleça hora para começar e para terminar o estudo.

22 – Peça às pessoas próximas para não interromperem o seu horário de estudo.

23 – Durma pelo menos 6 horas por noite: é quando o cérebro memoriza os conteúdos.
 
24 – Beba 2 litros de água por dia para melhorar o funcionamento do cérebro.

25 – Alimente-se a cada 3 horas: o cérebro consome energia para estudar.

26 – Faça uma caminhada 3 vezes por semana (pelo menos): oxigena o cérebro, produz neurotransmissores e reduz o estresse.

27 – Estude em bibliotecas: é silencioso e confortável.

28 – Faça um curso preparatório -presencial ou via internet -, porque facilita o entendimento das matérias e acelera a aprovação.

29 – Concentrar os dias de aula no sábado economiza tempo de deslocamento e libera tempo de estudo durante a semana.

30 – Aulas via internet permitem economia de tempo e dinheiro de deslocamento, além de poderem ser assistidas em qualquer horário.

31 – Mas, é preciso um perfil específico para estudar sozinho pela internet (disciplina e determinação para lidar com as dificuldades) – alguns alunos precisam de cursos presenciais.

32 – Cuidado com as redes sociais – engolem o seu tempo de estudo.

Estudo
33 – Comece pelas matérias básicas da área escolhida.

34 – Estude todo o grupo de matérias de forma paralela.

35 – Estude as piores matérias nos horários do dia e da semana em que você rende mais.

36 – Alterne matérias de exatas, se houver, com matérias de leitura – usam áreas diferentes do cérebro.

37 – Você vai estudar matérias que nunca viu antes – não se preocupe com isso.

38 – Volte a cada matéria no máximo a cada 2 semanas, para não esquecer o que já estudou.

39 – Tenha um bom material de apoio para cada matéria (basta 1).
 
40 – O estudo precisa ser dinâmico para você manter a concentração.

41 – Se estiver só “virando as folhas do livro”, pare, porque algo está errado: estudo é tempo retornando como aprendizado.

42 – Leia a teoria e em seguida faça exercícios com consulta – facilitam o entendimento e ajudam a fixar.

43 – No início, parece que estudamos e não aprendemos – é natural; o conhecimento precisa de muitas repetições para ser assimilado.

44 – Sublinhe as informações mais importantes.

45 – Prepare fichas-resumo para revisões posteriores.

46 – Quando estudar toda a teoria, faça provas de concursos similares que já aconteceram, para testar seu conhecimento.

47 – A partir disso, observe se precisa aprofundar o estudo da teoria ou estudar novos tópicos.

48 – Todo mundo tem uma ou mais disciplinas muito difíceis; é somente uma questão de mais dedicação e perseverança.

49 – Use feriados ou separe uma semana de vez em quando para estudar só uma matéria que esteja muito difícil.

50 – Quando concluir o estudo das matérias básicas, coloque-as em “manutenção”: revisões a partir do material que você preparou e provas de concursos anteriores.

51 – As matérias que estão em manutenção podem ter o tempo de estudo reduzido, para você incluir as específicas no planejamento.

52 – Matérias básicas ficam no planejamento até a aprovação.

53 – Matérias que caem em muitos editais da área, mas não em todos, podem ficar no planejamento, ao menos a cada 2 semanas.

54 – Matérias específicas de um edital (legislação do órgão, por exemplo), entram no planejamento quando o edital estiver para ser publicado e saem após a prova.

55 – Se possível, reserve férias no trabalho para quando sair um bom edital (mas só use quando tiver chances reais de ser aprovado).

56 – O planejamento é uma meta a ser seguida, mas intercorrências acontecem, porque a vida é dinâmica.

57 – Todo final de mês, examine o planejamento e faça os ajustes necessários para o mês seguinte.

58 – Se observar que há algum período em que o estudo não rende, procure as causas e corrija; se necessário, altere o planejamento.

59 – Se observar que já tem condições de estudar durante mais tempo, altere o horário no planejamento.

60 – Se perceber que planejou estudar mais tempo do que consegue na verdade, reduza os períodos de estudo no seu quadro de horários.

61 – É natural acontecerem períodos com menor rendimento, em especial quando enfrentamos problemas; mesmo assim, é importante seguir estudando.

62 – Gravar aulas e ficar ouvindo ocupa muito tempo em relação ao conteúdo que é assimilado (vale se estiver no transporte, por exemplo).

63 – Passar matéria a limpo toma muito tempo e também não significa aprendizado.

Direito
64 – Faça anotações a lápis nas leis, para conjugar teoria e texto legal.

65 – Leia periodicamente as leis mais importantes para se familiarizar.

Matemática e afins
66 – Faça centenas de exercícios para ganhar velocidade, necessária na hora da prova.

Edital
67 – Leia o edital atentamente, para saber se interessa e se você preenche os requisitos.

68 – O edital pode trazer surpresas: incluir e/ou excluir matérias/tópicos – verifique item a item do conteúdo programático e ajuste o estudo.

69 – Faça um novo quadro de horários, com todos os dias do edital até a prova, e distribua as matérias.

70 – Reserve mais tempo para as disciplinas que valerão mais pontos na prova e para aquelas em que você tiver mais dificuldade.

71 – Reserve duas semanas antes da prova para revisar todo o conteúdo (pelo material que você preparou).

72 – Faça provas recentes da mesma banca, para conhecer o estilo de questões e assuntos preferidos.

73 – Na última semana, estabeleça uma estratégia de prova – qual a ordem de matérias e o tempo máximo a ser gasto em cada uma.

Véspera de prova
74 – Descanse o cérebro 24 horas antes da prova – ele vai ser muito exigido.

75 – Uma caminhada leve é bastante indicada.

76 – Procure ter um dia agradável e distraia a mente.

77 – Separe o material necessário (veja no edital o que levar) e um kit emergência: água, algo para comer, analgésico.

78 – Veja com antecedência o endereço e como chegar.

Prova
79 – Vá com roupa confortável e versátil (que possa se ajustar a frio ou calor).

80 – Chegue cedo ao local.

81 – Ocupe a mente com pensamentos positivos e motivadores.

82 – Lembre que os primeiros minutos são de muita tensão: respire profundamente para se tranquilizar.

83 – Se possível, escolha um bom lugar na sala da prova (veja onde bate sol, onde é mais fresco, longe da entrada (ruído de candidatos saindo para banheiro e quando acabarem a prova).

84 – Não gaste tempo com questões que não sabe responder: faça primeiro todas as que sabe e no final, se sobrar tempo, dedique às mais difíceis.

85 – Não fique revisando o que tiver marcado com certeza – é comum o candidato ficar confuso e apagar o que estava certo.

86 – Reserve tempo suficiente para o cartão-resposta (em torno de 30 minutos).

87 – Marque uma questão por vez no cartão.

Pós-prova
88 – Depois da prova, analise o resultado; se não tiver sido bem sucedido, descubra as causas.

89 – Se faltou tempo de estudo e não tinha visto todo o conteúdo, siga estudando.

90 – Se errou coisas que sabia, por falta de atenção, faça mais questões de provas anteriores.

91 – Se esqueceu informações por nervosismo, inclua atividade física na sua preparação – em especial na proximidade da prova – e cuide do sono e da alimentação.

92 – Lembre que ser reprovado faz parte da brincadeira e sempre haverá uma nova oportunidade.

93 – Concurso público é fila; se você parar de estudar, perde o seu lugar e vai ter de começar tudo outra vez.

94 – Quando se sentir muito cansado de lutar, imagine sua vida daqui a alguns anos se desistir; se seguir, será aprovado.

95 – Estude até tomar posse, mesmo depois de aprovado (porque podem demorar a chamar).

Gerais
96 – Não lamente o tempo que você não tem porque precisa trabalhar (quem está desempregado fica muito pressionado).

97 – Não se desespere porque está desempregado; aproveite o tempo para estudar e mudar a situação.

98 – Busque a cumplicidade das pessoas próximas, mas não dependa disso – o projeto é seu e o salário também será.

99 – A cobrança de família e amigos é praticamente inevitável – eles sofrem com a sua ausência e não compreendem bem o projeto.

100 – Lembre-se de manter seus contatos atualizados junto à instituição para onde você for aprovado, porque você pode ser chamado até 4 anos depois de homologado o concurso.

Para concluir, queremos lembrar que todo candidato enfrenta dificuldades durante a trajetória. A diferença entre os que conquistam a vaga e os que não conseguem é simplesmente seguir estudando.

Fonte: Nação Jurídica", 25/01/14

Se bebeu, não dirija!