quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Em 12 horas, Haddad recebe por whatsapp 5 mil denúncias de fake news contra ele: Campanha “vulgar” e de baixo nível

Feita por gente vulgar e de baixo nível

Viomundo, 03/10/2018 - 17h21

“Chegou o momento de nos defender nessa reta final, porque é muito grave o que está acontecendo”, diz candidato do PT. Campanha fornece número


Doze horas depois de ter criado um canal para receber e rebater denúncias de fake news, a campanha do presidenciável Fernando Haddad (PT) recebeu 5 mil mensagens.

Em entrevista coletiva, em São Paulo, o candidato denunciou que milhões de mensagens estão fazendo uma campanha “vulgar” e de baixo nível contra ele. A coligação divulgou um site e um número (11) 99322-3275 para acolher denúncias por WhatsApp.

De acordo com a campanha, memes e notícias falsas vêm sendo intensamente distribuídas sobretudo por meio dessa rede social.

São mensagens disparadas principalmente por apoiadores do candidato Jair Bolsonaro (PSL) contra a família de Haddad, sua atuação como prefeito e ex-ministro da Educação, contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sua legenda e sua candidata a vice, Manuela D’Ávila.

“Temos a estimativa de que milhões de mensagens foram disparadas com conteúdos ofensivos. A quantidade está nos assustando”, disse Haddad.

Segundo ele, essas mensagens são dirigidas sobretudo ao público evangélico – “que cultiva valores que nós também cultivamos”, disse o candidato do PT.

Esta semana, o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus declarou apoio a Jair Bolsonaro.

“Se você receber uma mensagem anônima, denuncie. Eles estão falando contra a família, contra a escola pública, contra professores. Estão acusando escolas públicas de tratarem de temas com crianças sobre sexualidade”, disse.

De acordo com o candidato, a campanha vai tentar identificar os emissores das mensagens, mas reconhece que a tarefa não é simples.

“Sabemos que é diferente do Twitter, do Facebbok, que você consegue identificar pelo IP. É muito mais difícil identificar o emissor do WhatsApp, mas é possível. Vamos tentar, até domingo, recebendo a denúncia, fazer o caminho de volta até chegar em quem faz esse jogo baixo.”

Questionado se o crescimento do candidato do PSL entre as mulheres e também mulheres de baixa renda se relaciona com a onda de mensagens, Haddad disse acreditar que sim. “Estamos falando de milhões de mensagens que estão sendo disparadas, com mulheres nuas, crianças sendo abusadas, coisas gritantes.”

Outras mensagens falam em fraude eleitoral. “Mas é a menos ofensiva, até porque o Tribunal Superior Eleitoral já declarou que o candidato terá que respeitar o resultado das urnas.”

Haddad afirmou que não acredita em vitória do adversário no primeiro turno, possibilidade especulada não apenas em mensagens apócrifas como também pela mídia tradicional. “Não, não vejo isso.”

Sobre revidar os ataques, o petista declarou que está, agora, se defendendo.

“Mantivemos até aqui uma campanha propositiva. Vocês me cobravam ataque a ele.”

Até o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) teria reclamado que o PT não ataca Bolsonaro. “Chegou o momento de nos defender nessa reta final, porque é muito grave o que está acontecendo no WhatsApp. Nossa preocupação é que as pessoas votem conscientemente.”

Ao final da coletiva, o candidato comentou que, com a vitória de Andrés Manuel López Obrador, no México, existe uma possibilidade nova a ser explorada na política externa, como acordos bilaterais com aquele país.

“Não temos tradição muito grande de acordos com o México, e a vitória de Obrador nos abre essa possibilidade. Esperamos estreitar os laços”, disse.

PT pode eleger 65 deputados federais

MDB e PSDB devem encolher

Conversa Afiada, 03/10/2018


O Conversa Afiada reproduz levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, o DIAP:

Este levantamento — elaborado em parceria entre o DIAP e as empresas Queiroz Assessoria Parlamentar e Sindical e Monitor-Leg Comunicação Legislativa — tem o propósito de antecipar os nomes dos candidatos com mais chances de eleição e ainda prever a bancada de cada partido na composição da futura Câmara dos Deputados. O prognóstico foi elaborado com projeção de números mínimo e máximo de possíveis eleitos por partido.

O prognóstico, que faz parte da série Estudos Políticos, é o 3º produto do DIAP sobre estas eleições de 2018 — o 1º foi a cartilha Eleições Gerais 2018, o 2º, o diagnóstico sobre os candidatos à reeleição e o 4º vai ser a Radiografia do Novo Congresso.

Para identificar os nomes mais competitivos, a equipe do DIAP e das empresas Queiroz Assessoria e Monitor-Leg levou em consideração 6 variáveis:

1) pesquisas de intenções de votos;

2) histórico eleitoral dos partidos e de seus candidatos;

3) coligações em cada estado;

4) projeções dos próprios partidos (lideranças e diretórios);

5) estrutura da campanha dos candidatos, inclusive recursos financeiros e acesso ao horário eleitoral gratuito; e

6) estratégias partidárias.

O DIAP faz esse tipo de levantamento desde 1990 e seu nível de acerto supera 90%, o que lhe garante credibilidade. Diferentemente de muitas outras previsões, o DIAP não se limita a prever a futura composição dos partidos, avança fornecendo os dados com os números possíveis de cada coligação ou partido, bem como os nomes dos candidatos com mais chances de eleição.

Alertamos, desde logo, que trabalhos com estas características, destinados a identificar os candidatos mais competitivos, estão sujeitos a imprecisões e surpresas, razões pelas quais o fato de constar o nome nesta lista não significa que o candidato será eleito nem a ausência significa derrota. O motivo de eventuais imprecisões decorre, de um lado, do cálculo do quociente eleitoral, e, de outro, da existência de coligação, que dificultam a precisão do partido e do nome que pode ser eleito dentro da coligação.

Advertimos, ainda, que não se trata de pesquisa eleitoral ou de indicação de voto, mas apenas, e exclusivamente, de exercício de previsão para possibilitar leitura acurada e reflexão aos agentes econômicos e sociais sobre a futura composição do Congresso e sobre a governabilidade do futuro presidente da República.

Com informações quantitativas e qualitativas, pode-se antecipar que a futura Câmara terá renovação entre 40% e 45%, com a reeleição de algo em torno de 300 deputados, terá pequeno crescimento dos partidos de esquerda e de direita e discreta queda nos partidos de centro, mantendo-se muito próxima da composição atual em termos de distribuição partidária. O levantamento considera o possível desempenho de cada partido em cada uma das 27 unidades da Federação.

Segundo a tabela a seguir, com a sistematização e a tabulação da pesquisa por partido, é possível afirmar que o PT terá a maior bancada, seguido do MDB, PSDB, PP e PSD, num intervalo entre 40 e 65 deputados.

Num 2º grupo estão o PR, seguido do DEM, PSB, PDT e PRB, com bancadas variando de 20 e 40 deputados.

Num 3º bloco estão: PTB, PSL, Pros, PSC, PPS, PCdoB, Pode, PSol e SDD, com bancadas entre 10 e 20 deputados.

Num 4º grupo, entre 5 e 10 deputados, estão a Rede, o Novo, o Avante e o PV. E por, último, abaixo de 5, estão: PRP, Patri, PRTB, PTC, etc.



Por fim, também é possível prever que entre 15 e 20 partidos devem alcançar a cláusula de barreira, ou seja, atingir pelo menos 1,5% do eleitorado nacional, distribuído pelo menos em 1/3 (9) estados com ao menos 1% do eleitorado de cada estado ou eleger ao menos 9 deputados por diferentes estados.

O trabalho, elaborado/organizado por região, teve a coordenação de Antônio Augusto de Queiroz, que é jornalista, consultor, analista político, sócio-diretor da Queiroz Assessoria e diretor de Documentação do DIAP.

*Introdução atualizada nesta quarta-feira (3), às 12h48

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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Até Globo acusa Moro de usar Palocci para agir politicamente contra o PT


Acredite se quiser: a Globo, parceira da Lava Jato deste o início, fez, nesta quarta-feira, sua primeira crítica aberta ao juiz Sergio Moro.

Em editorial, o jornal O Globo, da família Marinho, diz que Moro vazou a delação do ex-ministro Antônio Palocci com o objetivo de interferir nas eleições, ou seja, atuando como cabo eleitoral contra o PT e seu candidato Fernando Haddad.

"Moro fez com que se recordasse o caso do grampo de Lula e Dilma, agora com evidências de tentativa de interferência no primeiro turno das eleições presidenciais, a ser realizado domingo que vem", diz o texto.

Vinte reitores e ex-reitores de universidades federais declaram apoio a Haddad


Na carta os dirigentes universitários e professores lembram do legado de Fernando Haddad enquanto Ministro da Educação, com a expansão das universidades, programas como ProUni, Fies e Reuni, além do investimento maior no setor, e declaram apoio à candidatura de Haddad com base em seu plano de governo.

“Ao identificar no Programa 'O Brasil Feliz de Novo' as respostas que retomam as políticas de valorização e expansão da educação superior, nós dirigentes e ex-dirigentes de universidades no Brasil, manifestamos nosso apoio ao candidato Fernando Haddad (13) para presidente da República Federativa do Brasil”, escreveram.

Começou o segundo turno


"As duas partes mostram suas armas. Haddad subiu vertiginosamente com o apoio do Lula, um programa e uma campanha de massas. A direita mostra as suas armas: Moro e mídia", diz o sociólogo Emir Sader.

"A vitória da esquerda só se dará se articular a luta pela democracia com as lutas concretas de todos os setores da sociedade ameaçados pelas políticas do governo Temer e que seguiriam sendo duramente golpeadas com um eventual novo governo da direita", afirma.

O estudioso, no entanto, ressalta: "nem a direita tem o poder para impedir a vitória do Haddad, nem o Haddad já tem o apoio consolidado suficiente para triunfar. A disputa está aberta".

Pesquisa IBOPE: Haddad cresce e supera Bolsonaro no segundo turno


Pesquisa Ibope para presidente divulgada na noite desta quarta-feira 3 aponta que Jair Bolsonaro oscilou de 31% para 32%, enquanto Fernando Haddad, do PT, de 21% para 23%.

Ciro Gomes foi de 11% para 10%, Geraldo Alckmin de 8% para 7% e Marina Silva registrou 4%.

Nas simulações de segundo turno, Haddad vence Bolsonaro por 43% a 41%. A rejeição ao petista caiu para 37%.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Lewandowski manda Sul21 entrevistar Lula

E envia sonora banana a Moradia Fux e Dias Gaspari Toffoli

Conversa Afiada, 02/10/2018


A decisão do destemido Ministro Lewandowski ao autorizar a Sul 21 a entrevistar o presidente Lula, equivale a mandar um cacho de banana ao Luiz Moradia Fux e a Dias Gaspari Toffoli.

Jornalista diz que: "Haddad precisa construir já uma frente democrática"


O jornalista Luís Costa Pinto explica o crescimento de Jair Bolsonaro e o atribui a fatores como o apelo pelo voto útil anti-PT, os ataques do PSDB e do PDT a Fernando Haddad e à blitzkrieg evangélica contra o candidato do PT a presidente.

Como saída ele propõe que Haddad deve encarnar, já, o papel de aglutinador de todo o polo democrático e independente do país.

"Há tempo para unir. Há margem para isso. Emorecer agora é entregar o país a um projeto fascista, desagregador, estúpido, violento. Fazer isso nos condenará a mais 21 anos de trevas - período que durou a noite da Ditadura Militar de 1964. À luta, às ruas, às trincheiras nas esquinas".

Moro descumpriu TRF-4 e acordo da PF para liberar delação de Palocci


A quebra do sigilo de parte da delação do ex-ministro Antonio Palocci pelo juiz Sérgio Moro, a seis dias do primeiro turno das eleições, contrariou todas as determinações do TRF-4 na homologação da delação, em junho deste ano, e também todas as regras acertadas no Termo do Acordo assinado pela Polícia Federal.

Como mostra a jornalista Patrícia Faerman, as acusações tornadas públicas agora por Moro não têm relação direta com a ação penal tratada, das propriedades do Instituto Lula e de São Bernado.

"Portanto, também precisariam ser mantidas em sigilo porque, na tese da PF, poderiam prejudicar outros inquéritos que tivessem como base aquelas acusações".

O que eles disseram

O peso dos 38 anos do PT na eleição e na candidatura Haddad  Eu entendo os votos em Ciro Gomes e em outras alternativas progressistas. Não entendo votar no PSDB sem projeto. Mas esquecer que o PT tem essa história e achar que ela não pesa em sua militância (e até em não-militantes, como eu) é ignorar um fator muito importante e orgânico na votação que teremos no domingo.

Alckmin vira barriga de aluguel de Bolsonaro  Geraldo Alckmin (PSDB), abandonado, se conformou fácil com a derrota. Jogou a toalha. Atuará como linha auxiliar de Jair Bolsonaro (PSL). Para cumprir esse papel de coadjuvante, o tucano cederá seu tempo de TV ao capitão do Exército como se fosse uma barriga de aluguel.

Toffoli confirma Lula preso político  Lula, certamente, se falasse, agora, poderia virar, definitivamente, o jogo a favor da candidatura Haddad-Manuela, apesar da última pesquisa Ibope indicar, estranhamente, avanço da candidatura Bolsonaro e recuo da de Haddad.

A eleição do fake news  Nestas eleições presidenciais do Brasil, as redes sociais ajudaram - e muito – a produzir um grosso e indigesto caldo de cultura que alimenta a bactéria da intolerância, do ódio, do ressentimento, do envenenamento dos espíritos, independentemente de sexo, raça, religião, parentesco ou classe social.

Moro dá contribuição valiosa à vitória de Fernando Haddad  A liberação pré-eleitoral dos ataques de Palocci contra o ex-chefe que praticamente o inventou na grande política tenderá a mover em favor de Lula, do PT e finalmente de Haddad boa parte da opinião pública que se sentirá manipulada de forma infame pelo juiz, que sequer cuidou de apresentação de provas.

#elenão O momento não é de se omitir. Não podem existir votos nulos, ou brancos. Não permita que por conta da sua omissão, um presidente fascista assuma a presidência do Brasil. Qualquer um, menos ele. Nada pode ser pior.

Hadadd é meio Lula  Fria e numericamente, até aqui, "Haddad é meio Lula", pois o potencial de transferência era de 40%. Na verdade, se formos justas com os números, Haddad é menos que meio Lula, porque ele tinha 4% sozinho, ou seja, conseguiu minguados 17% dos lulistas (ou 16%, pois Manuela, sua vice, pontuava em torno de 1%).

As flores vencendo canhões?  O movimento de mulheres que ocupou as ruas não parece disposto voltar para casa de mãos abanando. Quer trazer a vitória das eleições, participar do governo, mais democracia, o restabelecimento da legalidade, a união nacional pelo desenvolvimento sustentável, superação da pobreza e da desigualdade, e barrar o fascismo.

É preciso sair da crise investindo no Brasil  Fique atento a todos os políticos que votaram contra os trabalhadores. É preciso votar em candidatos comprometidos com você.

O Brasil diz não ao candidato do fascismo  Sem dúvida, o movimento das mulheres pelo #Elenão foi além da questão de gênero e se constituiu na mais contundente manifestação antifascista dessa campanha. Os protestos contra o Coiso, como ele acabou sendo chamado, significaram a rejeição radical ao produto final do Golpe.

Sororidade  Fui ao ato das mulheres contra o inominável, tudo lindo! Fui às lágrimas: não saía da minha cabeça a imagem criada por Lula antes da sua prisão: “Vocês podem arrancar uma, duas flores... mas não podem impedir a chegada da primavera”. A primavera chegou chegando, e elas estavam lá.

Os neo-reacionários de Bolsonaro  Muitos sociólogos modernos confundem as políticas de Trump e Bolsonaro com tendências políticas neoconservadoras, quando na verdade elas são manifestações neo-reacionárias. As reações de Trump são etnocêntricas e em Bolsonaro neocoloniais.

Sobre o debate na TV da Igreja Universal  Donald Trump sobretaxa produtos chineses e intensificou seus avanços imperialistas sobre a riqueza de nações emergentes. Que boa oportunidade para trazer de volta a lembrança dos milhares de indústrias que se dissolveram no Brasil, pela canetada de FHC, ao aderir ao "modernismo" da Globalização.

Intolerância e ataques à democracia: a relevância de Paulo Freire e de seu esperançar  Tristemente, o cinquentenário da Pedagogia do Oprimido acontece nestes tempos sombrios, quando se tenta subjugar o pensamento crítico, com proposições de políticas de silenciamento, como as da escola sem partido e da ideologia de gênero.

5 dias para Festa da Democracia  Vamos celebrar a Democracia nestas eleições: a vontade da mudança nos olhos e corações do brasileiros. As pessoas querem mudança! Assistimos atônitos à falência do SUS, onde os hospitais não funcionam e pessoas morrem na fila sem atendimento digno, isto é um extermínio!

#EleNão x Zumbis  Diante do que está se vendo, o que alguém imaginaria esperar de um governo com esse perfil político, técnico e humano? A mobilização popular mostrou que o povo percebeu o nível de irresponsabilidade que isso significa para o presente e para o futuro do país

Das mentiras que se lêem por aí: a China é uma ditadura?  A adesão dos chineses às transformações sociais, políticas e econômicas é, sem sombra de dúvida, fator central dos sucessos obtidos até aqui e deve-se, antes de mais nada, à sua efetiva participação nos processos políticos.

A imprensa livre e democrática como voz dos oprimidos  Nesse festival de mosquito batendo palmas para o inseticida poder-se-iam alegar insanidade coletiva não fosse a justificativa da força de convencimento dos meios de comunicação de massa na sua tarefa cotidiana de legitimação dos valores dos dominadores.

A Primavera Brasileira contra o Fascismo chama-se #EleNão  O espetáculo democrático que as mulheres fazem hoje não carece de seus holofotes e repórteres deturpadores da verdade. Dispensamos sua fábrica de notícias. O Brasil se torna referência mundial na luta contra o ódio. Pelas mãos femininas a guerra de braços contra o fascismo será vencida.

No dia das mulheres, Dilma acerta contas com a história  Que o 29 de setembro seja a abertura para um novo tempo para a democracia e para a participação das minorias na vida política do país.

Precisamos falar (a sério) sobre Jair Bolsonaro  O brasileiro é profundamente mal-educado. E é analfabeto político. Mas, como mostrou uma pesquisa Datafolha, o eleitor possível do Bolsonaro tem ensino superior. É letrado. Tem capacidade intelectual. Mas é um boçal que acredita no "perigo comunista". Este cara precisa ser reeducado.

A semana decisiva  "A pesquisa CNT/MDA consolida o cenário. Haddad continua subindo. Chega a 25% acabando de desidratar Marina. Bolsonaro mantém seus 28%, apesar de Mourão e da pesada artilharia adversária", reforça o colunista Ricardo Cappelli; "Importante acompanhar como se comportarão os eleitores de Ciro e Alckmin na reta final. Os ciristas anteciparão voto útil em Haddad? Vão resistir e marcar posição? Os eleitores que restaram com Alckmin são democratas e votarão contra o fascismo? Ou será que a aversão ao PT é mais forte entre eles? Morrerão abraçados com o chuchu no primeiro turno? Os indecisos serão distribuídos igualmente seguindo a tendência atual? Seguirão alguma onda?", questiona; "Tudo dependerá da resiliência dos eleitores de Alckmin e Ciro".

Mulheres mudam rumo  O saldo de tudo registrado no Brasil no sábado histórico por força incomunal das mulheres mobilizadas contra o significado de Bolsonaro é o atestado sociológico mais importante da conjuntura barrando a onda pró candidato ultra conservador.

As mulheres entenderam que a luta contra o golpe e o fascismo só se dá com o povo mobilizado nas ruas  As mulheres são imprescindíveis novamente para arejar a democracia, expulsar o fascismo, empurrando-o para o esgoto da história e para a construção da paz nacional e mundial.

Derrota do Golpe à vista  O #ELENÃO uniu as esquerdas e os democratas contra o fascismo e a ignorância. Nova pesquisa mostra que Haddad continua a crescer e ganha no segundo turno. O golpe está prestes a ser derrotado nas urnas, mas só acabará com amplas mobilizações e uma hegemonia clara na sociedade em favor da democracia e dos valores humanitários.