sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Quebram o Brasil e só devolvem R$ 200 milhões

Ou mentiram ou o dinheiro sumiu

Conversa Afiada, 18/11/2016
Lula em estaleiro em Angra, fechado pelo Moro: "Cadê o patrão? Não vai reclamar?" (Crédito: Filipe Araujo / Fotos Públicas)

Do G1:

O Ministério Público Federal no Paraná (MPF) devolveu à Petrobras R$ 204,2 milhões recuperados por meio de acordos de colaboração e de leniências celebrados a partir da Operação Lava Jato. A cerimônia ocorreu na tarde desta sexta-feira (18), em Curitiba, com a participação do presidente da Petrobras, Pedro Parente. Durante o evento, os participantes defenderam as "10 medidas contra a corrupção" propostas pelo MPF.

(...)

O imparcial Moro de Curitiba, seus dallagnóis, que o Aragão chama de fascistas e os delegados aecistas da PF, sede da sedição quebraram o Brasil.

A começar pela indústria da construção naval e de engenharia pesada, que dependiam da Petrobras, agora devidamente depenada pelo Pedro Malan Parente, que desvaloriza os ativos para poder vendê-los a preço de Vale do Rio Doce, ou seja, a preço de banana.

Foi o que acabou de fazer com a empresa de gás, entregue ao Grupo Ultra e é o que vai fazer com a BR, que será devidamente esquartejada até que o Itaúúúú a compre.

Agora, numa ação de marketing explícito - a Lava Jato ainda vai contratar o Nizan Guanaes... - vai devolver a ninharia de R$ 200 milhões à Petrobras.

Não dá para pagar o cafezinho do prédio da Avenida Chile.

Ou a Lava Jato mentiu e não roubaram tanto.

Ou o dinheiro sumiu!

A Lava Jato vai guardar o grosso da roubalheira no cofre, para financiar a própria Lava Jato.

Quer dizer que quebram o Brasil para ir ao jornal nacional devolver R$ 200 milhões...

Essa canoa vai virare o paredón tá ficando pequeno.

PHA

Cabral, Moreira, Cerra e Aecím

Pra pegar tucano gordo é um pouco mais pra baixo

publicado 18/11/2016
Café.jpg
A carta de vinhos do Boulud tem um Domaine Romanée Conti, 2011, por US$ 13,500
O notável trabalho do Chico Otávio no Globo de descrever a extensão e a profundidade da roubalheira do Serginho Cabral, aquele que gosta de rico, levou o ansioso blogueiro a meditar sobre outros governadores que, fatalmente, serão visitados – ou pelo Chico Otávio ou pela Lava Jato, já que Cabral arrombou a porta do Palácio do Planalto.
O primeiro alvo do Chico Otávio, já que estamos no PMDB do Rio, será o gatinho angorá, que operou quando estava numa diretoria da Caixa e, mais tarde, quando dirigia o Ministério da Aviação Civil, do Governo Dilma (são todos traíras) e foi premiado com um grampo da OAS, indignada com a escrachada preferencia ministerial pela Odebrecht.
O trabalho de um bom repórter no Rio, São Paulo e Minas poderá analisar o que o gatinho angoráAecím, o mais chato e o Padim Pade Cerra, que recebeu a ninharia de R$ 23 milhõesda Odebrecht na Suíça fizeram quando eram governadores de Estado.
A gangue do Serginho Cabral tinha uma amplitude horizontal e uma penetração vertical.
Ela tomava dinheiro horizontalmente – em TODAS – as obras do Governo.
E penetrava horizontalmente em toda a linha da burocracia governamental – de secretários de Estado a juízes do Tribunal de Contas!
Um fenômeno!
Mas, não raro, nem original.
É aí que devem entrar os repórteres de Minas e de São Paulo – se é que existem, pois o reportariado brasileiro se transformou num sindicato de vazadouros.
É muito provável que Moreirinha, Aecím e Cerra operassem com a mesma horizontalidade e verticalidade.
Em TODAS as obras (relevantes, gordas, é claro) e com a profundidade de beneficiar todos os necessários às diversas etapas do roubo – desde a captação, à guarda e a ocultação da Justiça.
É possível que só o Serginho e sua gangue do Rio chegassem ao requinte de contratar empresas de guardar valores, tipo Brink's, para esconder grana em dinheiro – os políticos corruptos gostam de dinheiro vivo!
Essa seria uma contribuição original do Serginho à corrupção mundial…
Mas, como ele, é bem possível que Moreira, Aecím e Cerra operassem com a mesma amplitude.
E todos com o emprego de familiares.
Serginho e a mulher, Aecím e a irmã, Cerra e a filha. Moreirinha talvez recorresse à colaboração na equipe imediata de ex-comunistas que o cercavam no Palácio Laranjeiras e, depois, se tornaram prósperos proprietários rurais.
(Uma vez, Moreira, governador, convidou um jornalista para fazer parte de sua equipe. O jornalista se recusou. Mas, no meio da conversa, o gatinho angorá lhe disse: um homem só pode ficar tranquilo depois de ter uma reserva de US$ 10 milhões.)
(Um dia no calçadão da praia de Ipanema, Ronaldo Cesar Coelho, operador de Cerra, assim como Márcio Fortes disse ao ansioso blogueiro: o Moreirinha fez a opção preferencial pelos ricos.)
(Quem sabe, mesmo, da vida do Moreira é o Eduardo Cunha)
(E o FHC da Privataria que contou ao ACM aquela metáfora do cofrinho)
(Agora, amigo navegante, qual empresário minimamente sério vai fazer uma PPP com o gatinho angorá?)
Os quatro são deslumbrados.
Fascinados com o mundo das celebridades e a ostentação.
Dos quatro, só o Aecím nasceu em berço de ouro.
Mas, também gosta de rico e de construir aeroporto para ir à sua Versailles.
Cerra se veste como um sem-teto no Brasil, mas, em Nova York, janta no Café Boulud
gatinho angorá tem uma queda por pequenos hotéis da Rive Gauche, em Paris, e a vista da Lagoa Rodrigo de Freitas.
São gente finíssima (depois de acumular US$ 10 milhões, provavelmente…)
Não são como os Picciani, também do Rio, que recebem propina com o superfaturamento de gado.
Mais do que isso, revelou um método de Governador roubar que pode servir de pista para o Chico Otávio – e os lavajateiros.
Vamos ver se eles tem peito pra subir a rampa do Palácio!
Pra encanar tucano gordo, já é preciso mais do que peito...
PHA

Lula pede prisão de Moro

E o Janot? Foge...

publicado 18/11/2016
Lula Condução Coercitiva.jpg
Prisão coercitiva foi criminosa
O Conversa Afiada reproduz nota dos advogados do Presidente Lula:
Na qualidade de advogados do ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva, sua esposa e filhos ingressamos na data de hoje (18/11/2016) com queixa-crime subsidiária contra o agente público federal Sergio Fernando Moro, em virtude da prática de abuso de autoridade.
Em 16/6/2016, Lula e seus familiares protocolaram na Procuradoria Geral da Republica uma representação, na forma do artigo 2º. da Lei 4.898/65, pedindo providências em relação a fatos penalmente relevantes praticados pelo citado agente público no exercício do cargo de juiz da 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba. Os fatos relatados são os seguintes:
(i) a condução coercitiva do ex-Presidente, para prestar depoimento perante autoridade policial, privando-o de seu direito de liberdade por aproximadamente 6 (seis) horas;
(ii) a busca e apreensão de bens e documentos de Lula e de seus familiares, nas suas respectivas residências e domicílios e, ainda, nos escritórios do ex-Presidente e de dois dos seus filhos (diligências ampla e estrepitosamente divulgadas pela mídia) e, mais,
(iii) a interceptação das comunicações levadas a efeito através dos terminais telefônicos utilizados pelo ex-Presidente, seus familiares, colaboradores e até mesmo de alguns de seus advogados, com posterior e ampla divulgação do conteúdo dos diálogos para a imprensa.
A ilegalidade e a gravidade dessa divulgação das conversas interceptadas foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, por meio de decisão proferida nos autos da Reclamação 23.457.
Até a presente data, nenhuma providência foi tomada pelo Ministério Publico Federal após a citada representação. Essa situação está documentada em ata notarial lavrada pelo notário Marco Antonio Barreto De Azeredo Bastos Junior, do 1.º Ofício de Notas e Protesto de Brasília, Distrito Federal, que acompanhou advogados de Lula e seus familiares em diligências específicas para a obtenção de informações sobre a mencionada representação.
Diante disso, o artigo 16 da Lei 4.898/65 autoriza que a vítima de abuso de autoridade, no caso Lula e seus familiares, possa propor diretamente a ação penal por meio de peça denominada "queixa-crime subsidiaria", tal como a que foi protocolada nesta data perante o Tribunal Regional Federal da 4ª. Região, que tem competência originaria para conhecer e julgar ações penais contra agente público investido nas funções de juiz federal na circunscrição de Curitiba.
Após expor todos os fatos que configuram abuso de autoridade, a petição pede que o agente público Sergio Fernando Moro seja condenado nas penas previstas no artigo 6º. da Lei 4.898/65, que pune o abuso de autoridade com detenção de dez dias a seis meses, além de outras sanções civis e administrativas, inclusive a suspensão do cargo e até mesmo a demissão.
Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira

Dilma: golpe é para Temer terminar o que FHC não fez


“Estão tentando aplicar o neoliberalismo de forma profunda no país sem qualquer negociação. A raiz do golpe não é só para estancar a Lava Jato, mas está ligada à crise econômica. 

Houve uma articulação iniciada após minha reeleição em 2014 capitaneada por aqueles que perderam a eleição”, disse a presidente afastada Dilma Rousseff, ao participar de um debate em Porto Alegre.

Segundo ela, trata-de se um processo de radicalização do neoliberalismo, com ataques aos pilares da Constituição-cidadã de 1988: “O objetivo do golpe é completar o que não foi completado no governo FHC”, resumiu.

Ministra do TSE determina retorno de Garotinho a hospital


Ministra Luciana Lossio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta sexta-feira, 18, que o ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PR) seja transferido do complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, para um hospital.

A magistrada criticou a decisão do juiz Glaucenir Silva de Oliveira, que decidiu pela transferência de Garotinho.

A ministra disse que não cabe ao juiz avaliar o quadro clínico do ex-governador, que é cardíaco: "Atitude, a meu ver, em tudo temerária, ante o risco grave à integridade física do custodiado", diz a ministra na decisão.

Diante dos fatos jornalista diz que doação ao PT é propina e para o PMDB é doação legal

E isso que se caracteriza a partir do momento que o empresário Otávio Azevedo muda o seu depoimento sobre a doação de um milhão de reais na campanha de 2014


O jornalista George Marques critica a mudança de depoimento do empresário Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez, que afirmou agora que o cheque nominal de R$ 1 milhão para a campanha de Michel Temer foi uma doação legal, e não propina para à chapa Dilma-Temer, como disse no primeiro depoimento.

O "depoimento no TSE aconteceu a portas fechadas, (sem a presença da imprensa), apenas com os advogados, o acusado e o juiz do caso na Corte, Herman Benjamin", lembra ele.

É "Curioso observar: a primeira versão pode complicar o processo no TSE que pode derrubar Michel Temer da Presidência e levar o país a uma provável eleição indireta em 2017. E agora, em quem confiar?"

De uniforme penitenciário, Cabral começa nova vida


Foram divulgadas nesta sexta-feira, 18, as primeiras imagens do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, do PMDB, como detento da Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu; de uniforme verde e calça jeans da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), e com cabelo cortado à máquina, Cabral posou para fotos logo depois de ser inserido no sistema carcerário do estado.

O ex-governador passou a primeira noite na prisão dividindo uma cela de nove metros quadrados com outros cinco presos na operação Calicute, da Polícia Federal.

No café da manhã, aceitou o cardápio padrão da unidade: um pão com manteiga e café com leite.

Preso acusado pelo MPF por receber "mesadas" de até R$ 500 mil de empreiteiras, Sérgio Cabral começa nova fase da vida, completamente diferente da que estava acostumado.

Serra pode ser ministro?

Se fosse o Lula os paneleiros estavam em ação; o MBL e os Revoltados Online estariam mobilizando uma manifestação para a Avenida Paulista e a Globo dedicando grande parte de seus noticiosos para atacá-lo.

Embora tenha tido seu caso ofuscado pela prisão de Sergio Cabral, o chanceler José Serra continua sendo um problema para o governo Michel Temer.

Sua presença à frente do Itamaraty representa um constrangimento crescente para o Planalto.

Se antes o tucano era acusado pela Odebrecht de receber R$ 23 milhões numa conta secreta na Suíça, soube-se essa semana que numa obra de sua administração, a ampliação das avenidas marginais de São Paulo, foram repassados nada menos que R$ 89,5 milhões para dois operadores financeiros presos pela Lava Jato.

A questão é: até quando Temer irá segurar Serra em sua equipe?

Lula processa Moro por abuso de autoridade

Advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira pedem providências sobre a representação feita contra Moro em junho na Procuradoria Geral da República (PGR), por abuso de autoridade e citam três ações específicas: condução coercitiva de Lula, busca e apreensão de bens e documentos de Lula e de seus familiares, e a interceptação telefônica de Lula, seus familiares e advogados; "Até a presente data, nenhuma providência foi tomada pelo Ministério Publico Federal após a citada representação". Resumindo: Janot foge...

Brasil247, 18/11/2016

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou nesta sexta-feira, 18, uma queixa-crime subsidiária contra o juiz federal Sérgio Moro, pela prática de abuso de autoridade.

Os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira lembram a representação contra Moro, feita ainda em junho na Procuradoria Geral da República (PGR), por abuso de autoridade nas ações da condução coercitiva de Lula, na busca e apreensão de bens e documentos de Lula e de seus familiares e na interceptação telefônica de Lula, seus familiares e advogados.

"Diante disso, o artigo 16 da Lei 4.898/65 autoriza que a vítima de abuso de autoridade, no caso Lula e seus familiares, possa propor diretamente a ação penal por meio de peça denominada "queixa-crime subsidiaria", tal como a que foi protocolada nesta data perante o Tribunal Regional Federal da 4ª. Região, que tem competência originaria para conhecer e julgar ações penais contra agente público investido nas funções de juiz federal na circunscrição de Curitiba", explicam Zanin e Teixeira em nota.

Leia na íntegra a nota dos advogados de Lula:

"Nota

Na qualidade de advogados do ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva, sua esposa e filhos ingressamos na data de hoje (18/11/2016) com queixa-crime subsidiária contra o agente público federal Sergio Fernando Moro, em virtude da prática de abuso de autoridade.

Em 16/6/2016, Lula e seus familiares protocolaram na Procuradoria Geral da Republica uma representação, na forma do artigo 2º. da Lei 4.898/65, pedindo providências em relação a fatos penalmente relevantes praticados pelo citado agente público no exercício do cargo de juiz da 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba. Os fatos relatados são os seguintes:

(i) a condução coercitiva do ex-Presidente, para prestar depoimento perante autoridade policial, privando-o de seu direito de liberdade por aproximadamente 6 (seis) horas;

(ii) a busca e apreensão de bens e documentos de Lula e de seus familiares, nas suas respectivas residências e domicílios e, ainda, nos escritórios do ex-Presidente e de dois dos seus filhos (diligências ampla e estrepitosamente divulgadas pela mídia) e, mais,

(iii) a interceptação das comunicações levadas a efeito através dos terminais telefônicos utilizados pelo ex-Presidente, seus familiares, colaboradores e até mesmo de alguns de seus advogados, com posterior e ampla divulgação do conteúdo dos diálogos para a imprensa.

A ilegalidade e a gravidade dessa divulgação das conversas interceptadas foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, por meio de decisão proferida nos autos da Reclamação 23.457.

Até a presente data, nenhuma providência foi tomada pelo Ministério Publico Federal após a citada representação. Essa situação está documentada em ata notarial lavrada pelo notário Marco Antonio Barreto De Azeredo Bastos Junior, do 1.º Ofício de Notas e Protesto de Brasília, Distrito Federal, que acompanhou advogados de Lula e seus familiares em diligências específicas para a obtenção de informações sobre a mencionada representação.

Diante disso, o artigo 16 da Lei 4.898/65 autoriza que a vítima de abuso de autoridade, no caso Lula e seus familiares, possa propor diretamente a ação penal por meio de peça denominada "queixa-crime subsidiaria", tal como a que foi protocolada nesta data perante o Tribunal Regional Federal da 4ª. Região, que tem competência originaria para conhecer e julgar ações penais contra agente público investido nas funções de juiz federal na circunscrição de Curitiba.

Após expor todos os fatos que configuram abuso de autoridade, a petição pede que o agente público Sergio Fernando Moro seja condenado nas penas previstas no artigo 6º. da Lei 4.898/65, que pune o abuso de autoridade com detenção de dez dias a seis meses, além de outras sanções civis e administrativas, inclusive a suspensão do cargo e até mesmo a demissão.

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira"

Pergunta que não quer calar

Porque Romero Jucá, novo líder do governo, - aquele que disse que era preciso estancar a sangria - já quer repatriação para parentes de políticos?