quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Dilma desmente GloboNews: Cabral apoiou Aécio


Em nota à imprensa, a ex-presidente Dilma Rousseff desmentiu a informação vinculada no canal GloboNews de que o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 17, teria apoiado sua campanha a reeleição em 2014.

"Sérgio Cabral Filho jamais foi aliado da ex-presidenta da República. Tanto é verdade que, nas eleições presidenciais, ele fez campanha para o principal adversário de Dilma nas eleições de 2014: o senador Aecio Neves (PSDB-MG)", disse Dilma.

"Durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, Sérgio Cabral orientou seus liderados no PMDB a votarem favoravelmente ao afastamento dela da Presidência da República".

Lula: “Faz cinco meses que só se ouve falar em crise”


Em ato em defesa da indústria naval nesta manhã, no estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis (RJ), ex-presidente pediu união dos trabalhadores contra o desemprego: "Não existe outro remédio: é preciso reagir enquanto é tempo. Não conheço nenhum momento da história que a gente ganhou alguma coisa abaixando a cabeça".

Ele também criticou as novas políticas da Petrobras sob a gestão Temer: "Não podemos permitir que a Petrobras abra mão do conteúdo nacional. Se a direção da Petrobras resolver comprar navios e sondas fora, eles vão engordar os estrangeiros e vocês vão ficar desempregados", disse.

Lula lembrou que "eles tiraram Dilma num golpe dizendo que o país ia melhorar. E faz 5 meses que só se ouve falar em crise".

Pra sorrir...


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Governo teme que protestos no Rio se espalhem pelo Brasil


A consistência e o potencial de mobilização dos protestos contra o pacote de austeridade no Rio de Janeiro —que já têm a possibilidade real de fazer o governador Luiz Antônio Pezão (PMDB) recuar diante da pressão popular— deixam o Planalto em alerta.

O governo julga que os protestos no Rio têm o risco real de se espalhar pelo Brasil, uma vez que o país vive um momento de insatisfação geral.

Como forma de tentar evitar a disseminação dos atos, Michel Temer orientou sua equipe econômica a encontrar medidas para aliviar o caixa não só do Rio, mas também de outros Estados.

Rosinha Garotinho: “Tem ainda muita coisa para explodir”

Prefeita de Campo dos Goyatacazes e mulher do ex-governador Anthony Garotinho (PR), Rosinha Garotinho criticou a prisão do marido e disse que ela aconteceu pelo fato de ele estar denunciando "muita gente grande".

"Tem muita coisa ainda que vai explodir", anunciou; ela também disse que Garotinho "foi preso não por roubo, não é por enriquecimento ilícito, não é improbidade. É por alimentar o povo pobre".

PF prende Cabral por propina de 5%


Agentes da Polícia Federal e da força-tarefa do Ministério Público Federal do Rio realizaram uma operação na manhã desta quinta-feira (17) para prender o ex-governador do Rio Sergio Cabral (PMDB), acusado de liderar um grupo que desviou cerca de R$ 224 milhões em contratos com diversas empreiteiras.

Os ex-executivos da Andrade Gutierrez afirmaram, em delação premiada, que Cabral cobrou pagamento de 5% do valor total do contrato para permitir que a construtora se associasse à Odebrecht e à Delta, no consórcio que disputaria a reforma do Maracanã, em 2009.

A ex-primeira-dama Adriana Ancelmo também é um dos alvos da operação, mas ela será levada para depor na sede da PF local em condução coercitiva.

Que fizemos com as lições da Ditadura?


"Eles eram 40 ou 50 e podem não constituir um movimento organizado, mas isso não suprime a gravidade do fato. As cenas da invasão da plenário da Câmara por exaltados de extrema direita, que encarapitados sobre o platô da Mesa Diretora gritavam por “um general aqui”, falam de um país surtado, desnorteado, que nada aprendeu com os 21 anos de ditadura militar", avalia Tereza Cruvinel, colunista do 247.

"A esquerda, que por ter pegado em armas é sempre acusada de não ter lutado pela democracia, mas para impor outro tipo de ditadura, pagou caro e aprendeu muito mais, tornou-se mais democrática. Os liberais, os conservadores e a direita, não. Na primeira crise política grave após a redemocratização, não hesitaram em torcer as leis para forjar um golpe com nome de impeachment. Aí está o resultado", compara a jornalista.

Para ela, "sem punição exemplar [aos invasores de ontem], sabotar a democracia vai se tornar corriqueiro".

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Lula: Moro tem mais que má fé!

Quando viram que o triplex era ligado à Globo, soltaram o cara!

Conversa Afiada, 15/11/2016
Reprodução: Emir Sader/Twitter

Alguém vai ter que me dar um apartamento que não é meu... (Reprodução: Facebook)

Extraída do Facebook, o Conversa Afiada reproduz entrevista com resposta do Lula a uma pergunta do repórter do New York Times:

Por que não me convidaram? Pra que a coerção?
Já dei muitos depoimentos.
Os próximos depoimentos, vamos transformar numa coletiva ao vivo!
O Moro já recebeu prêmio da Globo, da Veja...
A mosca azul faz os seus efeitos...

Protesto contra pacote de austeridade causa tumulto na Assembleia do Rio


No primeiro dia de votação do pacote de medidas de austeridade contra a crise, que pode afetar diretamente os servidores públicos, manifestantes se reuniram e derrubaram as grades da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), havia proposto a elevação para até 30% de contribuição dos servidores à Previdência, mas segundo o RJTV, teria desistido do projeto. Também será votada a proposta de redução de salário do governador e de secretários estaduais.

Kennedy: lobby de procuradores contra punições é “vergonhoso”


Em um duro artigo, o colunista Kennedy Alencar classificou como "desserviço" e "absurdo" a atuação do procurador Deltan Dallagnol e outras autoridades junto ao relator na Câmara do projeto contra corrupção, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que resultou na retirada do crime de responsabilidade para juízes e MP do texto.

"É vergonhoso vindo de quem diz combater a corrupção", diz Kennedy: "O Ministério Público é um fiscal da lei para proteger a sociedade. Uma democracia não pode ter juízes e procuradores intocáveis. A pior ditadura é a do Judiciário, porque a esse poder cabe a última palavra para resolver os conflitos na sociedade".