sábado, 25 de junho de 2016

Léo Pinheiro, da OAS Aécio cobrou propina de 3% na Cidade Administrativa




Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que atirou o País no abismo ao não aceitar o resultado eleitoral de 2014 e criar as condições para um golpe parlamentar contra a presidente Dilma Rousseff, será delatado por Léo Pinheiro, ex-presidente e sócio da OAS; de acordo com a delação, que está na manchete da Folha deste domingo, Aécio cobrou 3% de propina nas obras da Cidade Administrativa do governo Mineiro, que consumiram R$ 1,3 bilhão; Léo Pinheiro afirmou, ainda, como eram pagas as propinas, por meio de Oswaldo Borges da Costa, ex-presidente da Codemig e dono do avião utilizado pelo senador; segundo Aécio, as acusações são "falsas e absurdas".

Isolado, Cunha começa a jogar m... no ventilador


Chamado de "batalhador jurídico e político" pelo interino Michel Temer, o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) começa a criar constrangimentos para a cúpula do PMDB; seu primeiro alvo é o senador Édison Lobão.

A defesa de Cunha pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) determine a quebra do sigilo telefônico do próprio deputado e de Lobão.

O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, lembra que o sigilo de Lobão está quebrado desde janeiro, embora mantido em sigilo. "Cunha quer forçar sua divulgação?", questiona.

Isolado, Cunha começa a jogar m... no ventilador


Chamado de "batalhador jurídico e político" pelo interino Michel Temer, o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) começa a criar constrangimentos para a cúpula do PMDB; seu primeiro alvo é o senador Édison Lobão.

A defesa de Cunha pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) determine a quebra do sigilo telefônico do próprio deputado e de Lobão.

O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, lembra que o sigilo de Lobão está quebrado desde janeiro, embora mantido em sigilo. "Cunha quer forçar sua divulgação?", questiona.

Líder de Temer disse o que todos já sabiam: “Não teve esse negócio de pedalada”

Líder do governo interino de Michel Temer no Senado, Rose de Freitas (PMDB-ES) admitiu que não houve pedaladas fiscais e que o motivo do impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff é outro.

"Porque o governo saiu? Na minha tese, não teve esse negócio de pedalada. Eu estudo isso, faço parte da Comissão de Orçamento. O que teve foi um país paralisado, sem direção e sem base nenhuma para administrar. A população não queria mais e o Congresso não dava a ela os votos necessários para tocar nenhuma matéria. E o país não podia ficar parado", afirmou em entrevista à rádio Itatiaia.

Empresário confirma propina a amigo de Temer, mas MP rejeita delação. Por quê?


Em uma proposta de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, o empresário José Antunes Sobrinho, um dos donos da construtora Engevix, afirma e dá detalhes de como o presidente interino Michel Temer recebeu uma propina de R$ 1 milhão para que a Engevix ficasse com o contrato para as obras da usina de Angra 3.

A revelação é da revista Época deste fim de semana; o contrato, no valor de R$ 162 milhões, fora vencido pela Argeplan, cujo sócio é o ex-coronel da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, o "homem de total confiança de Michel Temer", que subcontratou a Engevix.

O pagamento teria sido executado por uma prestadora da Engevix a uma outra empresa do coronel Lima. Antunes Sobrinho diz também que chegou a se encontrar com Lima e com o próprio Temer no escritório do interino, no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo.

A proposta de delação foi recusada pelo Ministério Público. Janot não explica por que a proposta de delação foi rejeitada.

Delação da Odebrecht atinge todos os poderes


Delação premiada que o empresário Marcelo Odebrecht negocia com o Ministério Público Federal em Curitiba está causando receio não apenas nos delatados, mas dentro do próprio MPF.

Há dúvida entre os procuradores se as instituições brasileiras serão capazes de absorver o "gigantesco impacto" que causará o que já foi entregue pela empreiteira e o que ainda está sendo negociado.

As revelações do dirigente da Construtora Odebrecht não poupam nenhum Poder da República ou partido político. Este seria o motivo que pode tornar inviável sua homologação no Supremo Tribunal Federal.

Nesta semana, o procurador da força-tarefa da Lava Jato Carlos Fernando dos Santos Lima se apressou ao negar delação premiada envolvendo Marcelo Odebrecht: "Marcelo Odebrecht nunca disse uma palavra a nós".

sexta-feira, 24 de junho de 2016

PF vira instrumento de marketing político


Jornalista Fernando Brito questiona a necessidade de “fuzileiros” na porta da sede do PT, "posando para fotos junto do toldo com a marca do partido", às 6h da manhã desta quinta, na deflagração da Operação Custo Brasil.

"É assim que a Polícia Federal quer ser vista como uma instituição qualificada e eficiente, quando se porta como uma tropa de choque? Qualquer que seja a razão da operação na sede petista – como seria na de qualquer partido – não há nenhuma razão para transformá-la num cenário de guerra", afirma ele.

O que diz o STF sobre mais uma do Moro?

Quer dizer que ele pode invadir casa de Senador(a) quando quiser?

Conversa Afiada, 23/06/2016

A propósito da mais recente arbitrariedade do Juiz da Torre de Londres, em busca das provas que não tem contra o Lula, amigo navegante - ele quer olhar no olho do Supremo - ponderou:

Não se pode livrar o STF de responsabilidade. No mínimo, o STF tem que exigir do Tsar de Curitiba publicidade do material que teria dado motivo ao aparato. Apelar para "segredo de justiça" é piada, quando é de universal conhecimento que houve prisões e invasão, mas só se tem a palavra de agentes para justificá-las.

Ou será que o Moro governa o Brasil com um AI-5 na mao e ninguém sabia?

Ou o regime é mesmo de exceção, o do Agamben, e o Supremo prefere ser, como aquele vice, "decorativo"?

Globo: Machado vai ferrar o Temer

Tem até o GPS do itinerário...

Conversa Afiada, 24/06/2016


Machado tem até o roteiro ...

Saiu no Globo:

Testemunhas e registros de GPS de carro serão usados para reforçar delação

BRASÍLIA — O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado deverá indicar à Procuradoria- Geral da República (PGR) três tipos de provas de seu suposto encontro com o presidente interino, Michel Temer, na Base Aérea de Brasília, em 2012, segundo fontes com acesso às investigações. Conforme interlocutores de Machado, existem testemunhas do encontro; registros do aluguel de um carro na capital federal pela Transpetro; e marcadores de GPS referentes aos itinerários feitos.

Machado afirmou, em delação premiada, ter se reunido por 15 a 20 minutos com Temer na Base Aérea de Brasília num fim de tarde em setembro de 2012, ocasião em que teria ouvido um pedido de doação para a campanha de Gabriel Chalita a prefeito de São Paulo.

A Aeronáutica diz não ter mais os registros de entrada e saída na Base Aérea em 2012. Segundo a instituição, somente os dados dos últimos dois anos são guardados. Procurada, a Transpetro se limitou a informar que “as informações só podem ser disponibilizadas por meio de ofício judicial”.

Machado deve entregar provas do que delatou até o próximo dia 4, prazo dado pela PGR. A cláusula 4ª da colaboração premiada prevê que estão incluídos no acordo todos os crimes “declinados nos depoimentos a serem por ele prestados no prazo de 60 dias”. O acordo foi assinado em 4 de maio e, assim, o prazo terminara em 4 de julho.

Advogados ainda se encontrarão com Machado em Fortaleza, onde ele cumpre prisão domiciliar. Eles analisarão quais denúncias serão acrescentadas na delação. As tratativas, segundo a defesa, vão incluir as citações a Temer.

Depois do fim do sigilo dos 13 depoimentos de Machado, Temer classificou de leviana a acusação do ex-presidente da Transpetro. Ele disse não se lembrar dos supostos encontros na Base Aérea.

Conforme a delação, o então vice-presidente solicitou repasses a Chalita, depois de o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) ter manifestado previamente a Machado a intenção de Temer. Após o suposto encontro na Base Aérea, o presidente da Transpetro diz ter conseguido R$ 1,5 milhão com empreiteira que tinha contratos com a estatal. O dinheiro foi repassado ao diretório nacional do PMDB. Machado afirmou que esse tipo de recurso é propina, e que os políticos que o procuravam sabiam da origem do dinheiro.

Por que Moro invadiu casa de Senadora?

É a globalização da Justiça anti-petista!

Conversa Afiada, 23/06/2016


Quer dizer que o Juiz da Torre de Londres achava que, depois de tudo o que fez com o José Dirceu e o Vaccari, de todos o "não vem ao caso" do PSDB, o PT ainda ia guardar algum documento sensível na sede em São Paulo?

Por que invadir a casa de uma senadora da República, sem autorização do Supremo?

Por que a "condução coercitiva" do Ministro Gabas?

Por acaso ele ameaçou fugir?

Para sair na telinha da Globo?

Para arrumar provas que ainda não tem contra o Lula?

Quem tem peito de dizer um peraí ao Moro, como sugeriu o Aragão?

Eis a nota dos senadores do PT:


A bancada de senadoras e senadores do Partido dos Trabalhadores vem a público manifestar total solidariedade à senadora Gleisi Hoffmann e sua família em face da prisão de seu marido, Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações, cuja residência foi objeto de ação de busca e apreensão pela Polícia Federal.

A bancada estranha que tal prisão tenha ocorrido no momento em que a Nação toma conhecimento de fatos gravíssimos de corrupção que atingem diretamente o governo provisório, o qual se instalou justamente para tentar paralisar as investigações da Lava Jato. No entendimento da bancada, tal prisão e a invasão da sede do PT desviam o foco da opinião pública do governo claramente envolvido em desvios, para a oposição democrática, que sempre buscou a apuração de todos os fatos com isenção e transparência.

A bancada lembra, a esse respeito, que foram os governos do PT que aperfeiçoaram os mecanismos de combate à histórica corrupção em nosso país. Por isso, a bancada não teme quaisquer investigações, desde que sejam efetuadas com isenção e com o devido respeito aos direitos fundamentais da pessoa humana e aos princípios constitucionais que regem o Estado Democrático de Direito.

Entretanto, a bancada repudia, com veemência, o claro abuso de poder cometido. A residência oficial da Senadora Gleisi Hoffmann foi invadida, na presença de seus filhos menores, pela Polícia Federal, sem a devida autorização do Supremo Tribunal Federal. Com isso, usurparam-se atribuições constitucionais exclusivas do STF e da Procuradoria-Geral da República. Trata-se de fato gravíssimo, que atenta contra o Estado Democrático de Direito.

Por último, a bancada das senadoras e dos senadores do PT manifesta apoio irrestrito a uma de suas senadoras mais atuantes na defesa da democracia e dos direitos do povo brasileiro, hoje ameaçados por um governo ilegítimo, autoritário e retrógrado.

Brasília, 23 de junho de 2016