Jornal diz que tucanos Geraldo Alckmin e Aécio Neves foram recebidos na Avenida Paulista neste domingo com um "misto de hostilidade e assédio"; governador e senador, porém, foram na verdade xingados dos nomes mais impronunciáveis, além de "corruptos", e praticamente expulsos do local, de onde saíram em meia hora.
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segunda-feira, 14 de março de 2016
‘Negar a posse do ministro foi uma decisão política’
"Existem no país mais de 20 membros do Ministério Público exercendo cargos no Executivo. Até então, ninguém foi ao Supremo reclamar. No entanto bastou a nomeação do doutor Wellington para isso vir à tona", disse Lousado nesta segunda-feira.
Xingado, Aécio diz que é preciso ouvir a voz das ruas
O tucano, que foi citado por vários delatores da Lava Jato em casos de propina, foi hostilizado pelos manifestantes neste domingo, ao lado do governador Geraldo Alckmin, que era rotulado como "ladrão de merenda".
13/3: quando a oposição perdeu a rua para direita
"A dúvida agora é: o PSDB pode radicalizar ainda mais pra direita, pra agradar a massa furiosa da Paulista? Parece-me pouco provável".
Atos consagraram Bolsonaro, diz pesquisa
O instituto Paraná Pesquisas realizou sondagem na Avenida Paulista, em São Paulo, para saber a intenção de voto dos manifestantes à Presidência da República; de acordo com o levantamento, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) já se aproxima dos tucanos Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra.
Numa primeira hipótese, Aécio tem 29%, Bolsonaro 16% e Marina 12%; noutra simulação, Alckmin tem 27%, Bolsonaro 15% e Marina 12%; no terceiro confronto com os tucanos, Serra tem 22%, Bolsonaro 16% e Marina 14%.
'Se Lava Jato for até o fim, chegará aos tucanos'
Cientista político da Universidade de São Paulo, professor Fernando Limongi diz que as investigações da Lava Jato podem chegar à oposição: “Acho que Sérgio Moro vai até o final. E aí não tem como o PSDB ficar de fora. Muito difícil que o PSDB seja composto por vestais e o PT por gente que frequenta os piores lugares do mundo”, diz.
Ele cita o caso da suposta propina para Sergio Guerra [ex-presidente do PSDB que faleceu em 2014] para não abrir uma CPI. “As doações de campanha para o PSDB mostram que estas empresas não têm ideologia ou filiação partidária. Financiaram a campanha de Dilma e de Aécio. Ganhariam qualquer fosse o resultado”, completou.
domingo, 13 de março de 2016
Foi garantido o direito de manifestação dos contrários a continuidade do governo Dilma
Embora eles queiram trocar a presidente por pessoas citadas em processos de corrupção
Manifestações contra o governo na Avenida Paulista, dentro das expectativas
Aécio Neves e GeraldoAlckmin são vaiados na Paulista e chamados de corruptos
Dois presidenciáveis tucanos, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador Geraldo Alckmin, que esperavam ser aclamados pela população neste domingo, foram surpreendidos com a reação hostil dos manifestantes.
Ambos foram recebidos com vaias, sendo chamados de corruptos e ladrões de merenda escolar.
Aécio já foi citado em cinco delações da Lava Jato como responsável de um esquema de propinas em Furnas.
Alckmin viu o primeiro escalão de seu governo ser atingido pelo escândalo do roubo da merenda escolar.
"É para esses políticos da oposição verem que tipo de manifestação apoiam e financiam. A criminalização da política atinge todos. Assim é que surgem os apolíticos e viram heróis", diz a deputada Jandira Feghali (PC do B-RJ).
Veja o vídeo acessando: Manifestantes hostilizam Aécio e Alckmin, que ficam só meia hora na Paulista
Veja o vídeo acessando: Manifestantes hostilizam Aécio e Alckmin, que ficam só meia hora na Paulista
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