sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Os tucanos se dividem e ajudam a fragmentar a direita para 2018


Maiores lideranças tucanas se assanham para a disputa eleitoral de 2018, por verem no próximo pleito a chance real de retornar ao Planalto; mas quem será o candidato do PSDB?.

Com tantos postulantes (Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin), o partido poderá perder os seus dois principais líderes paulistas para outras legendas; o governador de SP acena para o PSB enquanto Serra trabalha para ser o nome do PMDB.

Até o senador Álvaro Dias já anunciou que deixará o PSDB com destino ao PV para ser candidato a presidente em 2018.

Enquanto isso, o DEM, aliado histórico dos tucanos, ensaia uma candidatura do senador Ronaldo Caiado.

Que consequências essa fragmentação terá para o projeto da direita? próximas pesquisas do Datafolha e Ibope deverão testar cenários.

Aécio se manterá numericamente na dianteira se tiver como adversários seus companheiros de partido, além de Marina Silva e Lula?. Com quantos jogadores a direita enfrentará o próximo jogo?

Constatação

Sacanagem

Não tendo mais o que exigir, PSDB exige a recontagem dos votos de Feliz Natal!

Anúncio do nascimento de Jesus!

Lewandowski é o brasileiro do ano

Jandira, a brasileira!

O DataCaf não leva o Datafalha e o Globope a sério.

Por isso resolveu fazer a sua própria pesquisa para eleger os brasileiros do ano, especialmente do fim do ano miserável de 2015.

A brasileira do ano é Jandira Feghali, por seu destemor diante da barbárie Golpista.

Firme, enérgica sem perder a ternura!

Vou voltar com meu título para Rio e votar nela!

Para o que der e vier!

Lewandowski foi o único juiz que tratou Gilmar (PSDB-MT) como merece.


E, portanto, o sistema carcerário brasileiro não corre o risco de, num recesso de trevas, se desmoralizar com dois obscenos HCs Canguru, que a própria Globo tratou de enxovalhar.

Depois, Lewandowski desejou boa viagem ao ministro que agrediu os colegas e os brasileiros.

O que, no contexto, equivalia a "vade retro"!

Por fim, Lewandowski expôs à imprensa o Cunha, o pirata internacional que o Janot deixa solto até esgotar-se sua serventia!

Na frente de todos, Lewandowski mostrou ao desqualificado do Cunha que qualquer outra interpretação ao que o STF, pela sabia revisão do Ministro Barroso, decidiu dá em cadeia, por obstrução da Justiça.

O Brasil funciona!, como ensina o professor Wanderley.

Paulo Henrique Amorim

20 motivos para descartar o impeachment em 2016


Não haverá impeachment em 2016 porque:

01) Ninguém quer Cunha ou Temer na presidência do Brasil nem por um dia;

02) A oposição não tem 342 votos na Câmara dos Deputados;

03) Aécio já roeu a corda;

04) Renan não vai deixar;

05) É ano da Olimpíada;

06) Temer já partiu para o exílio;

07) A presidente não roubou;

08) É ano de eleições municipais;

08) Relator do TCU disse que pedalada não é crime;

09) Hélio Bicudo já sossegou o bico;

10) A presidente verga, mas não quebra;

11) O Brasil é maior que o Cunha;

12) Vai atrapalhar o carnaval;

13) Já deu o que tinha que dar;

14) Ruim sem ele, pior com ele;

15) É perda de tempo;

16) É um acinte à constituição;

17) Precisar não precisa;

18) Micou;

19) Caiu de maduro;

20) Ninguém aguenta mais falar em impeachment.

Feliz Natal


Feliz Natal

Wizard afirma que é um bom momento para investir no Brasil


Empresário Carlos Wizard Martins, que vendeu a rede de idiomas Wizard em 2013 à gigante da educação Pearson, por R$ 1,7 bilhão, e comprou a rede de alimentação saudável Mundo Verde e as marcas esportivas Topper e Rainha, afirma "que este é um bom momento para investir (no Brasil)".

"Acho que todo o brasileiro só quer que essa crise política acabe o mais rápido possível. Tão logo ela acabe, a economia volta a crescer. Nosso País tem um excelente mercado interno. Sou otimista sobre o Brasil e entendo que essa situação é passageira", afirmou.

Para Gabrielli a conclusão do TCU sobre Pasadena é ficção


Em depoimento à Polícia Federal, em 9 de dezembro, o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli afirmou que o TCU não levou em conta os preços de mercado na época da compra da Refinaria de Pasadena, nos EUA, ao apontar prejuízo de US$ 792 milhões no negócio: “afirmar que a Tomada de Contas realizada pelo TCU aponta que a compra da Refinaria causou prejuizo é uma ficção”.