quarta-feira, 1 de julho de 2015

Papão da Curuzu é o 1º lugar na série B do Brasileirão

CLASSIFICAÇÃOPGJVEDGPGCSG%
Paysandu2210712136773
Botafogo209621167974
Bahia189531114767
Náutico189531138567
América-MG179522127563
Vitória1695131410459
Macaé1695131916359
Sampaio Correa-MA159432137656
CRB1394141111048
10°Bragantino1394141314-148
11°ABC129333910-144
12°Paraná Clube1193241012-241
13°Oeste109315914-537
14°Criciúma109315815-737
15°Boa Esporte Clube9923487133
16°Santa Cruz-PE992341215-333
17°Luverdense8922569-330
18°Atlético-GO810226511-627
19°Ceará59126815-719
20°Mogi Mirim39036517-1211

Senado reajusta tabela do Imposto de Renda


Os senadores aprovaram nesta terça (30) o projeto de lei que corrige os valores mensais da tabela do Imposto de Renda da pessoa física; editada pelo Executivo como alternativa ao veto de projeto anterior que assegurava reajuste linear de 6,5% para todas as faixas salariais, a MP prevê correção que varia de 4,5% a 6,5%, em vigor desde abril deste ano; matéria irá á sanção presidencial

Para Ministro da Justiça, a oposição sofre de "esquizofrenia"


O ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, disse, nesta terça (30), em entrevista ao 247, que a oposição sofre de uma espécie de "esquizofrenia grotesca", numa crítica direta à representação movida contra a presidente Dilma Rousseff e contra o ministro Edinho Silva, da Secretaria da Comunicação Social, em decorrência da delação do empresário Ricardo Pessoa.

O argumento de Cardozo é que ninguém pode entrar com uma representação na PGR contra a presidente sem saber do que se trata, uma vez que o texto integral da delação possui caráter sigiloso; "Como alguém pode querer sustentar uma acusação com base em provas que ninguém conhece?", questiona Cardozo.

terça-feira, 30 de junho de 2015

EUA entregarão amanhã a Cuba carta de Obama sobre abertura de embaixadas

O presidente de Cuba, Raul Castro e o presidente dos EUA Barack Obama, se cumprimentam 

Havana, 30 jun (EFE).- O chefe do Escritório de Interesses dos Estados Unidos em Havana, Jeffrey DeLaurentis, entregará amanhã, na sede do Ministério das Relações Exteriores de Cuba, uma carta "sobre o restabelecimento de relações diplomáticas e a abertura de embaixadas nos respectivos países", informou a própria Chancelaria cubana nesta terça-feira.

Segundo a pasta, o ministro interino de Relações Exteriores, Marcelino Medina, receberá DeLaurentis, "que será o portador da carta" enviada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, ao líder cubano, Raúl Castro.

Dilma e Obama defendem acordo mundial ambicioso sobre o clima

No documento, o Brasil se compromete a atuar para reduzir a zero o desmatamento ilegal durante a próxima década. © Foto: Saul Loeb/AFP

O presidente americano, Barack Obama, e a brasileira Dilma Rousseff defenderam nesta terça-feira, em Washington, um acordo mundial ambicioso sobre o clima, afirmando sua disposição a privilegiar as energias renováveis.


Em um comunicado comum, os dois líderes ressaltaram que os compromissos dos países sobre suas emissões de gases do efeito estufa deverão ser "regularmente atualizados" nos próximos anos, mantendo em mente o objetivo da comunidade internacional: limitar o aquecimento global a +2°C em relação a era pré-industrial.

Os dois governos estão dispostos a trabalhar lado a lado e com outros sócios para resolver "potenciais obstáculos par um acordo ambicioso e equilibrado em Paris", segundo a declaração. No documento, o Brasil se compromete a atuar para reduzir a zero o desmatamento ilegal durante a próxima década.

O resultado da esperada conferência COP 21 de dezembro, em Paris, "enviará um forte sinal à comunidade internacional de que os governos, empresas e a sociedade civil estão enfrentando com firmeza os desafios da mudança climática".

"O Brasil adotará políticas que se proponham a eliminar o desmatamento ilegal, aliada com ambiciosas melhorias em suas reservas de carbono mediante o reflorestamento e a recomposição das florestas", afirma a Declaração Conjunta sobre Mudança Climática.

Além disso, Brasília se propõe a conseguir que sua matriz energética total "alcance até 2020 uma participação entre 28% e 33% de fontes renováveis sem contar a energia hídrica".

Por seu lado, os Estados Unidos pretendem reduzir suas emissões até 2025 entre 26% e 28% em relação aos níveis registrados em 2005.

A declaração emitida nesta terça destaca que o Brasil já diminuiu 41% de suas emissões em relação às de 2005, "ao mesmo tempo em que os Estados Unidos reduziram suas emissões em cerca de 10% e está a caminho de alcançar usas metas para 2020".

"Esse é um acordo importante", afirmou o conselheiro de Obama para questões climáticas, Brian Deese. "Para os Estados Unidos, vai implicar o triplo da quantidade de energia renovável em nossa rede elétrica".

"Para o Brasil, vai requerer mais que o dobro", acrescentou.

Fonte: Msn, 30/06/2015

Dilma diz que vai provar que Ricardo Pessoa mentiu em depoimento


Presidente Dilma quer se contrapor a depoimento de Ricardo Pessoa, da UTC

A presidente Dilma Rousseff declarou guerra a Ricardo Pessoa, segundo informações da coluna de Mônica Bérgamo na 'Folha de S. Paulo'.

Em reuniões feitas com integrantes do governo, ela disse que está disposta a "anular os benefícios da delação premiada" do empresário, pois quer provar que ele mentiu ao falar das doações feitas à sua campanha em 2014.

Segundo a coluna, Dilma afirmou em um desses encontros que "não tenho rabo preso com ninguém".

Ricardo Pessoa teria feito chegar ao governo que estava descontente com uma suposta paralisia de Dilma em relação às investigações.

Assim como ele, empreiteiros investigados na Lava Jato reclamavam que a presidente acreditava que a Lava Jato não a atingiria e, por isso, não dava importância à operação.

De acordo com a colunista, Marcelo Odebrecht seria um deles.

Dilma que EUA não estão mais espionando o Brasil e que condições mudaram

Dilma disse em entrevista coletiva na Casa Branca que teve garantias do presidente dos EUA de que a espionagem acabou. © Foto: Kevin Lamarque/Reuters 

A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira acreditar que os Estados Unidos não estão mais espionando o Brasil e outros aliados, e que as condições entre os dois países mudaram desde a divulgação daquelas revelações.

Dilma, que cancelou uma visita a Washington depois da revelação da espionagem em 2013, disse em entrevista coletiva na Casa Branca que teve garantias do presidente dos EUA, Barack Obama, de que a espionagem acabou.

"Acredito no presidente Obama", disse Dilma, acrescentando que o presidente dos EUA disse a ela que, se precisar de informações sobre o Brasil, "vai pegar o telefone e me ligar".

Fonte: Msn, 30/06/2015

'Obama confia mais no Brasil do que os brasileiros'


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deu hoje "uma lição" a uma repórter brasileira e "aos brasileiros que estão deixando de acreditar no nosso país", escreve o jornalista Ricardo Kotscho. Questionado se considerava o Brasil uma liderança regional, Obama respondeu: "O Brasil não é uma potência regional, é uma potência mundial".

Kotscho celebra, em seu blog: "Até que enfim alguém, fora do círculo palaciano de Brasília, falou da importância do Brasil com otimismo". Segundo ele, "antes de Obama, por aqui", apenas ouviu "alguém falar com tanto entusiasmo do nosso país no domingo passado, quando a corajosa atriz Marieta Severo foi ao programa do Faustão para espantar a urubuzada do pensamento único".

Seletividade pró-PSDB é um método no Judiciário, segundo jornalista Paulo Moreira Leite


"A seletividade não é um acidente de percurso. Está na essência de investigações de grande interesse político — como a Lava Jato, a AP 470 — porque não interessa investigar todo e qualquer suspeito num país onde o Estado 'se legitima' quando atua em defesa do 'grupo dominante', nas palavras da professora Maria Silvia de Carvalho Franco", avalia Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília.

Ele destaca que "quando uma investigação que deveria produzir uma decisão judicial isenta se transforma numa operação política, os objetivos mudam e os resultados também", com a culpa e a inocência já "definidas de antemão".

Nos Estados Unidos Dilma critica "estranho vazamento seletivo"


Em Washington, onde concedeu entrevista ao lado do presidente Barack Obama, a presidente Dilma Rousseff disse que não vai demitir ministros baseada em denúncias veiculadas pela imprensa e acrescentou que condenar sem provas é uma prática da Idade Média.

"Estranhamente, há um vazamento seletivo que alguns têm. E aí, durante um tempo, podem falar o que quiser porque aqueles que são mencionados não têm como se defender, porque não sabem do que são acusados", disse, sobre o vazamento da delação de Ricardo Pessoa.

Dilma alfinetou o juiz Sérgio Moro ao dizer que não se pode condenar alguém sem provas; "A obrigação da prova é ser formada com fundamentos e não simplesmente com ilações ou sem acesso às peças acusatórias. Isso é um tanto quanto Idade Média, então não é isso que se pratica hoje no Brasil".