sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

É melhor tentar que se omitir!




Novo ministro da Educação responde a processo na Justiça Federal

O novo ministro da Educação, José Henrique Paim, é réu numa Ação Civil Pública que corre na Justiça Federal em São Paulo desde 2006.

Ele responde por irregularidades identificadas pelo Ministério Público num convênio de R$ 491 mil firmado entre o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), que foi presidido por Paim, com a ONG Central Nacional Democrática, para alfabetizar jovens e adultos.

Em 2005, a ONG não havia prestado contas dos recursos recebidos num convênio firmado no ano anterior. Por isso, o Ministério Público determinou que não fossem repassados novos recursos à entidade.

Apesar da recomendação, a ONG conseguiu fechar o novo convênio e o Ministério Público apresentou a ação contra Paim e contra os dirigentes da Central Nacional Democrática.

De acordo com a assessoria do Ministério da Educação, uma falha administrativa fez com que a recomendação do Ministério Público não chegasse a Paim, por isso os recursos teriam sido liberados.

Em nota, a assessoria diz que uma apuração interna foi feita no FNDE e inocentou Paim de responsabilidade.

A nota ainda diz que o TCU (Tribunal de Contas da União), ao analisar a situação, também inocentou Paim. Por fim, alega que o processo só corre na Justiça até hoje porque os ex-dirigentes da ONG desapareceram, o que impede a conclusão do caso.
Fonte: Folha de S Paulo, 31/01/14

Márcio Pinto diz que: “Jatene e Helenilson não têm palavra”

e faz duras críticas a ambos, pelo descaso com professores


Marcio Pinto,Simão Jatene e Helenilson Pontes
O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) em Santarém, professor Márcio Pinto, demonstrou insatisfação em relação a assinatura do Governador em exercício, Helenilson Pontes (PPS), determinando a suspensão da concessão e do pagamento da gratificação de tempo integral e do serviço extraordinário dos servidores.

Para ele, a realidade da educação no Pará só vai mudar quando os ‘incluídos’ entenderem que as conseqüências da precariedade da educação devem recair sobre todos, indistintamente. “Jatene e Helenilson, a mentira não faz crescer o nariz, mas destrói a confiança. Como lidar com um governo que não tem palavra? No Pará, o governo do Estado descumpre acordo assinado com educadores”, afirma o professor.

Ele observa que a falta de acesso a um ensino de boa qualidade tem um peso grande na desprezível distribuição de renda, considerada a principal causa dos problemas do país. O professor Márcio Pinto, em entrevista exclusiva à nossa reportagem, ressaltou que existe um acordo judicial que estipula que o governo pague o retroativo do piso de 2011 e a correção de 8,32% indicado pelo MEC para a data base da educação. “Mas até agora a Sead não cumpriu com as datas que ela mesma estipulou e não pagou o retroativo”, expõem. Veja a entrevista exclusiva:

Jornal O Impacto: Professor, o Governo do Pará fez alguns acordos para o encerramento da greve em novembro do ano passado, mas até o momento ainda não cumpriu o que prometeu aos profissionais da educação?

Márcio Pinto: Jatene e Helenilson destruíram a confiança com os servidores. Como lidar com um governo que não tem palavra? No Pará, o governo do Estado descumpre acordo assinado com educadores. Em relação à educação, finalizamos o ano passado com uma perspectiva do não cumprimento do acordo, que colocou fim à greve dos trabalhadores em educação em novembro de 2013. Naquele momento, no Tribunal de Justiça do Pará, o Governo e representantes do Sindicato firmaram um acordo. Tinham vários pontos nesse acordo, sendo dois de cunho financeiro, com investimentos na questão do retroativo do piso salarial nacional dos educadores, que teve vigência em 2011. Mesmo tendo vigência em 2011, o Governo do Estado só complementou aqui no Pará, em 2012. O Governo ficou devendo praticamente 8 meses do ano de 2011, onde não houve equiparação. Nessa rodada de negociação, o Governo se comprometeu a iniciar o pagamento desse retroativo, a partir de janeiro de 2014, o que não aconteceu. Quem recebeu o contracheque verificou que não veio o complemento. Também no site oficial dos servidores, a gente observa que desde o dia 23 deste mês, não houve o pagamento do retroativo, conforme o que havia sido acordada com o Governo.

Jornal O impacto: Existem outros pontos que foram acordados pelo Governo do Pará e que não foram executados?

Márcio Pinto: Outro ponto que foi estipulado em relação ao acordo diz respeito à questões políticas. Houve o encaminhamento de pelo menos três projetos de leis para serem enviados à Assembléia Legislativa do Pará, sendo que um deles é em relação à regulamentação da hora/atividade, que também está previsto dentro da lei do piso salarial nacional e, que até o momento não foi implementado em sua totalidade pelo Governo do Estado. Ele havia se comprometido a encaminhar um Projeto de Lei implementando a questão da hora/atividade, o que não foi encaminhado. O Governo também tinha se comprometido em encaminhar para a Alepa, o Projeto de Lei de regulamentação do Sistema Modular de Ensino, que até hoje funciona como uma espécie de projeto. Isso é complicado, porque até o momento o Modular sem essa segurança legal pode acabar dependendo da vontade do Governador, porque não tem uma legislação que possa dar essa segurança.

Jornal o Impacto: O governador Simão Jatene ainda deixou a desejar em outros pontos relacionados à educação?

Márcio Pinto: Existe também outro ponto que foi discutido sobre a Lei de Gestão Democrática, com eleição direta para diretores de escola. O Governo também tinha se comprometido a encaminhar para a Alepa esse Projeto de Lei, o que não aconteceu. Como esses prazos desses encaminhamentos, principalmente da pauta política que seria a implementação, o que é uma competência do Executivo, não aconteceu, findou o ano e o Governador não cumpriu o que havia prometido. Já vínhamos suspeitando também que no aspecto financeiro não haveria o cumprimento do acordo. Em decorrência disso foi realizada uma Assembléia aqui em Santarém para socializar essas informações para a categoria. Houve também uma reunião entre a diretoria do Sintepp em Santarém e uma representante da Secretaria de Educação do Pará, para buscar justificativas oficiais, ou seja, o que o Governo tem oficialmente a dizer para os servidores da educação. Do ponto de vista oficial ainda não existe nada, então, queremos uma reunião com o Governo do Estado exatamente para justificar essa questão.

Jornal O Impacto: Além dos problemas com os servidores, o Governo do Pará também não está desempenhando um bom trabalho em outros aspectos da educação pública?

Márcio Pinto: Na verdade, a gente fica descontente porque o Governo do Estado deveria dar exemplos, ou seja, ele faz um acordo e não cumpre. Acredito que esse tipo de postura quebra qualquer possibilidade de confiança, ou seja, já existe desconfiança. O Estado entra em conversa com os servidores, propõe uma negociação, assume um compromisso e nesse momento isso não acontece. Isso acaba gerando uma situação de desconfiança a eventuais acordos com o Governo do Estado. No ano passado, fizemos uma greve muito difícil e, que ela não estava pautada exclusivamente a questão financeira, porque com a lei do piso salarial, a questão dos profissionais da educação nacionalizou. Agora, a gente espera que o Governo Federal baixe um decreto dizendo qual vai ser o valor do piso, porque os governos estaduais e municipais deverão se adequar para pagar esse valor. Hoje, a gente não discute tanto a questão financeira com o Governo do Estado, mas, também, a reforma das escolas, que isso é notório. Quem tem filhos que estudam nas escolas públicas sabe das condições estruturais de muitas delas, que é uma demanda concreta. O Governo tem que dar uma resposta, sob pena de que os professores não possa oferecer um ensino de qualidade.

Fonte: RG 15/O Impacto, 30/01/14

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

“Faltam apenas detalhes para a assinatura de um acordo entre MP e Telexfree”, revela deputado Moisés Diniz



O deputado estadual Moisés Diniz (PCdoB), vice-presidente da Aleac, usou a sua página no facebook na manhã desta terça-feira, 28, para afirmar que faltam apenas detalhes para que a assinatura de um acordo entre Ministério Público e a Ympactus (Telexfree) seja formalizado.

“Os últimos dias têm demonstrado que faltam apenas detalhes para a assinatura de um acordo entre MP e Ympactus para devolução a investidores que estão no prejuízo, um recurso que pode chegar a mais de 200 milhões”, revelou Diniz.

Diniz disse ainda que a Justiça já sinalizou que está próximo o julgamento do mérito. “Deus opera na noite e a gente vê, na luz do dia, as suas inenarráveis maravilhas”, disse o comunista.

Fonte: Ac24horas/Encontreinarede, 28/01/14

Comando e subcomando do 15º BPM de Itaituba vão mudar por interferência de Hilton

O deputado estadual Hilton Aguiar tem feito várias mexidas em cargos do estado, na região. Agora as mudanças estão sendo processadas no comando e no subcomando do 15º Batalhão de Polícia Militar, em Itaituba.

O major Osvaldo Jr. vai deixar o comando, entrando em seu lugar o tenente coronel Lacerda.

Vai sair do subcomando, o capitão Pedro, não tendo sido ainda informado quem será o seu substituto.
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Minha opinião: Não se trata de uma crítica ao deputado estadual Hilton Aguiar, porque não foi ele quem inventou esse sistema de politica pública de administrar, adotado no Brasil. Eu estaria cometendo uma injustiça contra ele, que é apenas mais um político a fazer esse jogo. Considero isso errado e contraproducente, da parte dele e dos outros políticos.

Já passou da hora de nós, cidadãos, refletirmos sobre isso, conquanto, eu entendo que a permanência de um servidor público, civil ou militar em determinado cargo ou função, ou sua transferência, deveria basear-se em critérios que levassem em conta o desempenho de cada um.

Nos países realmente desenvolvidos isso não acontece. Não ocorre essa dança de cadeiras por interferência de políticos, pois isso tem alguns desdobramentos, muitas vezes negativos para a qualidade do serviço prestado por esses servidores aos cidadãos, em cargos de comando, ou em quaisquer funções.

É bom a gente começar a pensar nisso.
 
Fonte: Blog do Jota Parente, 29/01/14

Meus Pensamentos

Há momentos que o som das palavras não são necessários ...
Basta um gesto...
Um olhar ...
Um carinho...
O entrelaçar dos dedos...
O receber de uma rosa...
As palavras neste terno momento, mesmo em seu puro e longo silêncio ....
São compreendidas e decifradas por aqueles que tem a sensibilidade, de ouvir , sentir e ver com o coração...
♥ 

Depilação em casa, no salão ou na clínica? Veja prós e contras de cada método


Dos métodos caseiros mais comuns, a cera é o que proporciona resultados mais duradouros

Depilação: impossível escapar desse hábito secular (dizem que até Cleópatra tinha seus truques para se livrar dos pelos indesejados). Hoje, são muitos os métodos disponíveis. No entanto, é impossível afirmar qual é o melhor – todos têm seus prós e contras, e o que vale é escolher o que melhor se adapta à sua rotina e ao seu bolso. Um ponto de partida pode ser definir se prefere se depilar em casa, com cera, lâmina o creme, ou em um consultório dermatológico, com luz intensa pulsada ou laser. Conheça melhor cada método e escolha o que mais lhe convêm.

Em casa
 
Cera depilatória
A grande vantagem deste método é que retira os pelos da raiz – ou seja, demoram mais para crescer. A cera quente é menos dolorida que a fria, pois dilata os poros e os fios saem com mais facilidade. Só que deve ser evitada por quem tem varizes. A fria – por não precisar de aquecimento - é mais fácil de ser usada em casa. Pode ser feita em qualquer parte do corpo, inclusive em áreas mais delicadas, como buço e sobrancelhas.

No dia anterior à depilação, vale fazer uma esfoliação para eliminar células mortas e facilitar o processo. No dia, evite o uso de cremes, óleos ou qualquer produto cosmético nos locais que serão depilados. Tome um banho morno antes, que também ajuda a dilatar os poros. No dia seguinte, use cremes calmantes e cicatrizantes, com ativos como aloe vera e rosa mosqueta. "Para evitar pelos encravados, evite o uso de roupas muito apertadas", indica Natasha Costa, coordenadora técnica e fisioterapeuta do The Spa, em São Paulo.

Lâmina
É o método preferido das adeptas da depilação caseira. Rápido, prático e barato, pode ser feito no banho em apenas alguns minutos. As grandes desvantagens são que o pelo volta a crescer logo (às vezes até no dia seguinte) e que a pele pode ficar ressecada. Isso porque a lâmina, junto com o pelo, retira também o manto hidrolipídico, camada de água e gordura que protege a superfície da pele. Por isso, o método só é indicado para quem costuma manter uma rotina de hidratação. "Nunca use lâmina numa pele já ressecada", aconselha a dermatologista Edislene Viscardi, de Blumenau (SC). Outra dica para evitar o ressecamento da pele e pequenos cortes, é só usar a lâmina sobre a pele lubrificada, com espumas específicas para isso ou sabonetes. A vantagem das espumas é que elas ajudam a hidratar e deixam a pele mais macia após a depilação. Pode ser feita em pernas, virilha ou axilas. Evite raspar rosto ou braço.
 
Creme depilatório
"É o melhor método para depilar pelos do rosto, como buço, por exemplo, pois não causa flacidez como a cera nem o risco de machucar, como a lâmina", diz a dermatologista Daniela Lemes, da Slim Clinique, no Rio de Janeiro (RJ). Por outro lado, pode não ser tão prático para grandes áreas, como perna, ou para quem tem pelos grossos. Sua aplicação é bem simples. Basta espalhar o produto com a espátula que vem junto e aguardar o tempo de pausa indicado na embalagem. Por fim, deve-se retirar o creme com uma toalha umedecida. O creme possui princípios ativos capazes de "dissolver" o pelo. No entanto, eles não são eliminados na raiz, o que torna o método parecido com a lâmina – eles voltam a crescer rapidamente. Só que a pele não sofre tanto desgaste quanto com a lâmina, já que os cremes trazem agregados às suas fórmulas princípios hidratantes.

No consultório ou o salão de beleza
 
Laser
De todos os métodos existentes, esse é, sem dúvida, o mais caro (uma sessão custa em média R$ 700, e são necessárias cerca de 4 a 6, com intervalos de 30 a 40 dias). No entanto, suas grandes vantagens são resultados mais eficientes se comparados à luz intensa pulsada (leia abaixo) e mais duradouros do que qualquer outro método. O laser emite um único feixe de luz, cujo comprimento de onda é específico para atingir seu alvo – a raiz do pelo. O calor gerado pela luz destrói o bulbo. As desvantagens são que o método não funciona para pelos brancos ou muito clarinhos (pois a luz é atraída pela melanina da raiz, inexistente em pelos brancos) e, dependendo do tipo de aparelho, não pode ser usado em peles bronzeadas ou negras. "Existe um aparelho chamado Soprano que atua de maneira um pouco diferente e pode sim ser usado com segurança para depilação em peles negras. Mas o processo é um pouco mais lento", explica Daniela Lemes. Além disso, o método não é definitivo. Um ou dois anos depois, em média, cerca de 10 a 20% dos pelos volta a crescer, porém mais finos. Por isso, o método requer manutenção. "Muitas vezes, uma sessão apenas, como manutenção, basta", completa a médica. Outra desvantagem é ser um processo que envolve, sim, algum nível de dor. Por fim, é imprescindível buscar um médico de confiança, para evitar o risco de queimaduras.
 
Luz Intensa Pulsada (LIP)
Assim como o laser, a tecnologia também age destruindo o bulbo piloso. No entanto, por ter vários comprimentos de onda diferentes, seu foco não é tão preciso quanto o do laser. Por isso, é especialmente indicada para pelos mais finos – embora possa ser usada também para os mais grossos e escuros. A vantagem é ser mais barato que o laser (embora necessite de mais sessões, o que pode acabar dando na mesma na conta final). "Além disso, geralmente a LIP dói menos que o laser, por ser um tratamento menos agressivo", diz a dermatologista Daniela Petri, de São Paulo (SP). A sessão custa, em média, R$ 400 – embora esse valor varie bastante de acordo com a área a ser depilada. São necessárias cerca de 8 a 10 sessões. A grande novidade nessa tecnologia são os aparelhos de uso caseiro. Eles prometem uma redução de 50 a 80% dos pelos depois do tratamento, e são aprovados pela Anvisa. Custam entre R$ 1.700 e R$ 3 mil.

Fonte: Uol, 29/01/14

Brasil não deve cumprir meta contra analfabetismo

São Paulo - O Brasil tem 13,9 milhões de analfabetos adultos, segundo levantamento feito entre 2005 e 2011 pela Unesco, no Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, que será divulgado nesta quarta-feira, 29. O número é maior do que a população de São Paulo, 11,8 milhões, e de todo o Estado do Rio Grande do Sul, 11,1 milhões. O País está entre os dez que concentram a maior parte (72%, no total) do número de analfabetos adultos do mundo, que é de 774 milhões, junto com Índia, China, Paquistão, Bangladesh, Nigéria, Etiópia e Egito.


Brasil é o 8º país com mais adultos analfabetos, aponta Unesco

"Esse indicador mostra a parte, mas não o todo. Além de ter uma herança de analfabetos, o sistema educacional brasileiro tem produzido ainda mais analfabetos", afirma a pesquisadora em Educação da USP e doutora em Educação por Harvard, Paula Louzano. "Oito por cento das pessoas que têm ensino médio completo podem ser consideradas analfabetos funcionais, segundo o último relatório do Inaf (indicador de analfabetismo funcional)."

Para Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, o alto número de analfabetos no País influencia as gerações seguintes. "Em uma família em que um membro é analfabeto, há um contexto menos favorável à educação dos filhos", afirma. No entanto, para Priscila Cruz, do Todos pela Educação, resolver o problema do analfabetismo entre adultos não é tarefa fácil. "É preciso admitir que é uma área muito difícil de se conseguir resultados, pois não existe uma lei que obrigue o adulto a frequentar a escola."

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2012 mostram que, no segundo ano do governo Dilma Rousseff, a taxa de analfabetismo da população com 15 anos ou mais parou de cair. Em 2011, era de 8,6%. Chegou a 8,7% em 2012, mais longe de cumprir a meta firmada na ONU de 6,7% até 2015.

Segundo a Declaração de Dacar "Educação para Todos", elaborada pela Cúpula Mundial da Educação em 2000 e que compõe os objetivos do Relatório da Unesco, os países deveriam reduzir o analfabetismo em pelo menos 50% até 2015. "O Brasil também não vai atingir essa meta", afirma a coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, Maria Rebeca Otero Gomes. Ela afirma que o País precisa observar se os recursos para a educação estão de fato sendo bem empregados. "Além da redução no analfabetismo, o Brasil precisa alcançar uma melhor qualidade de ensino e corrigir as distorções idade/série."
Mundo

O cenário da educação em todo o mundo até o ano que vem, quando expira o prazo estabelecido pela Convenção, não é positivo. Nenhuma das metas globais do documento serão atingidas até 2015, segundo o relatório. De acordo com os dados, 57 milhões de crianças estão deixando de aprender simplesmente por não estarem na escola. Além da falta de acesso, a falta de qualidade é o que mais compromete a aprendizagem. Para alcançar os objetivos estabelecidos, que vão desde a universalização do ensino primário (1.º ao 5.º ano do ensino fundamental) à redução dos níveis de analfabetismo dos adultos, o documento pede aos governos que redobrem os esforços para todos os que enfrentam desvantagens - seja por pobreza, gênero, local de residência ou outros fatores.

O Brasil, porém, é citado como exemplo quando comparado com outros países, por ter receitas fiscais mais elevadas, que ajudam a explicar como investe dez vezes mais do que a Índia, por criança, na educação primária, por exemplo. A prioridade a escolas da área rural, e com maior ênfase dada a grupos indígenas altamente marginalizados, foi citada no documento como experiência que tem resultado em melhora nos números da educação, assim como as reformas que melhoraram as taxas de matrícula e aprendizagem na Região Norte. O relatório também afirma que bônus coletivos a escolas, como os que existem no Brasil, que recompensam as instituições de ensino, podem ser uma forma eficiente de melhorar os resultados da aprendizagem. 
 
Fonte: O Estado de S. Paulo.

Se queres cair no abismo, caia sozinha!

Tem pessoa que não se contenta em cair no abismo sozinha, quer levar outras pessoas!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014