quarta-feira, 28 de agosto de 2013

SER PSICÓLOGO

Minha homenagem ao Dia do Psicólogo, que transcorreu na data de ontem:

"Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.
Não apenas isso, é também uma notável dádiva.
Desenvolvemos o dom de usar a palavra, o olhar,
as nossas expressões, e até mesmo o silêncio.
O dom de tirar lá de dentro o melhor que temos
para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar.

Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério.
Mas não apenas isso, é também um grande privilégio.
Pois não há maior que o de tocar no que há de mais
precioso e sagrado em um ser humano: seu segredo,
seu medo, suas alegrias, prazeres e inquietações.

Somos psicólogos e trememos diante da constatação
de que temos instrumentos capazes de
favorecer o bem ou o mal, a construção ou a destruição.
Mas ao lado disso desfrutamos de uma inefável bênção
que é poder dar a alguém o toque, a chave que pode abrir portas
para a realização de seus mais caros e íntimos sonhos.

Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar,
ver sem me escandalizar, e sempre acreditar no bem.
Mesmo na contra-esperança, esperar.
E quando falar, ter consciência do peso da minha palavra,
do conselho, da minha sinalização.
Que as lágrimas que diante de mim rolarem,
pensamentos, declarações e esperanças testemunhadas,
sejam segredos que me acompanhem até o fim.

E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio de
ter vivido para ajudar as pessoas a serem mais felizes.
O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém que
não tinha com quem contar para dividir sua solidão,
sua angústia, seus desejos.


Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir
que isso só começa quando a gente consegue
realmente se conhecer e se aceitar."
 

Colaboração: Walmir Monteiro"

domingo, 25 de agosto de 2013

Aprovação do Governo Dilma sobe 7%; Sudeste puxa a melhora, aonta Ibope

Sudeste puxa melhora de avaliação de Dilma. Levantamento Ibope-‘Estado’ mostra que taxa de ótimo/bom da gestão da presidente cresceu de 31% para 38% desde 12 de julho 23 de agosto de 2013 | 18h 52
José Roberto de Toledo - Estadão Dados

O governo da presidente Dilma Rousseff recuperou parte da aprovação perdida após as manifestações populares de junho. Pesquisa Ibope em parceria com o Estado concluída na segunda-feira mostra que a taxa de ótimo/bom do governo cresceu de 31% para 38% desde 12 de julho. Ao mesmo tempo, as opiniões de que o governo é ruim ou péssimo caíram de 31% para 24%.



Dilma recupera popularidade, mas avanço é lento André Dusek/AE

A avaliação de que o governo é “regular” permaneceu em 37%. Apenas 1% não soube ou não quis responder. A recuperação ocorreu principalmente no Sul e no Sudeste, onde as taxas de aprovação cresceram 11 e 12 pontos porcentuais, respectivamente.

Para a CEO do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari, a recuperação de parte da popularidade de Dilma está relacionada ao refluxo das manifestações de rua, principalmente no Sudeste. “Os protestos diminuíram de tamanho e de alvo. A presidente não está mais no foco das manifestações”, afirma Marcia.

Pesou também a favor do governo a melhoria de alguns indicadores econômicos, como a redução da inflação e do desemprego, e o aumento da confiança do consumidor.

Nesta sexta-feira, 23, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostrou que o índice de confiança cresceu 4,4% no mês de agosto. “São todos indicadores concretos, que fazem diferença no dia a dia do eleitor”, afirma a CEO do Ibope Inteligência.

Velocidade. A pesquisa Ibope mostra que a recuperação da popularidade de Dilma é lenta. Sinais de que sua imagem estava melhorando haviam sido detectados pelo Datafolha duas semanas atrás. Em comparação àquela pesquisa, a aprovação governo foi de 36% para 38% agora. Ainda está longe do patamar onde esteve, porém. Em março, a presidente chegou a 65% de ótimo/bom no Datafolha e a 63% no Ibope.

No Sudeste, onde os protestos se voltam contra outros políticos, como os governadores do Rio, Sergio Cabral (PMDB) e de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), a taxa de ótimo/bom da administração Dilma cresceu de 24% para 36% entre julho e agosto. Ao mesmo tempo, a taxa de ruim/péssimo caiu de 38% para 28%. O “regular” ficou estável.

No Sul, o movimento foi semelhante: ótimo/bom passou de 28% para 39%, enquanto ruim/péssimo caiu de 32% para 24%. Já nas regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste a aprovação do governo continua exatamente com as mesmas taxas de um mês atrás: 43% e 35%, respectivamente.

Capitais e interior. Continua a existir, entretanto, um grande fosso geográfico na popularidade de Dilma. Nas capitais (onde mais gente foi para a rua protestar), a taxa de ótimo/bom do seu governo é muito mais baixa do que nas cidades do interior: 30% a 41%. Nas cidades do entorno das capitais e nas metrópoles regionais a situação é intermediária: 37% de ótimo/bom.

Pode ser um sinal de que programas do governo federal voltados para municípios do interior, como o Mais Médicos, estão começando a surtir efeito. Mas significa também que os avanços de Dilma no Sudeste podem não ter se repetido nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, por exemplo - o que é má notícia para os seus respectivos prefeitos.

A pesquisa Ibope-Estado foi feita entre os dias 15 e 19 de agosto. Foram 2.002 entrevistas face a face, feitas na residência dos entrevistados. A pesquisa tem abrangência nacional: foi feita em 143 municípios de todas as regiões do Brasil. Sua margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, num intervalo de confiança de 95%.

São Paulo bate Flu por 2 X 0 e quebra jejum de 12 jogos sem vencer

Ganso brilha contra o Fluminense e São Paulo volta a vencer


Guilherme Palenzuela/Do UOL, em São Paulo
 
 
O São Paulo finalmente venceu. Após dois meses, a terceira vitória no Brasileirão veio em confronto contra o Fluminense, por 2 a 1, na tarde deste domingo. Três pontos que fazem o time subir para a 18ª colocação e reduzem a diferença para o primeiro clube fora da zona de rebaixamento. Triunfo construído sobre ótima atuação de Paulo Henrique Ganso, titular, e que quebra a sequência negativa de 12 partidas sem ganhar no Brasileirão, e sete jogos sem vitória no Morumbi.

O placar representou o que aconteceu em campo. O São Paulo foi superior ao Fluminense durante quase todo o jogo. A semana livre, sem jogos, serviu para que o técnico Paulo Autuori devolvesse o bom nível à equipe. O novo esquema, no 4-2-3-1, dominou o 3-6-1 que Vanderlei Luxemburgo definiu para o Fluminense. No centro da armação, Paulo Henrique Ganso, de quem não se via bom futebol, foi o diferencial. Conduziu o time e deu assistência para o primeiro gol, de Luis Fabiano.

Lady Gaga lançou hoje o clipe de "Applause"




























Lady Gaga lançou hoje o aguardado clipe de “Applause”, primeiro single do disco inédito, ARTPOP. 

A estréia oficial do clipe foi nada mais, nada menos, que nos telões gigantes da Times Square, em Nova York. Ao vivo, Gaga apresentou a estréia dos estúdios do programa  "Good Morning America", de terno branco e uma máscara parecida com a usada na divulgação de ARTPOP.


Muitos fãs estavam acampados desde a noite anterior para ver o lançamento. E ontem à noite, Gaga postou no Twitter: “Boa noite pequenos monstros, obrigada por acreditarem em mim. Vocês são tudo pra mim. Façam um bom acampamento e vejo vocês em 6 horas e meia!”


Lembrando que o single "Applause" foi adiantado, porque versões sem qualidade vazaram na net. Gaga declarou “guerra” aos hackers e lançou a música pedindo para seus “monstros” a espalharem, numa “emergência pop”.


ARTPOP tem lançamento marcado para 11 de novembro.

Veja aqui o clipe de "Applause", que segundo a própria Gaga, mistura música, arte e fantasia.

Quando a coragem supera o medo


A volta a década de 80 e a inoperância da prefeita!

Estou triste e preocupado porque há alguns sinais evidentes de que Itaituba está retornando a década de 80, quando além de ruas esburacadas, a constante falta de energia elétrica e o alto índice de criminalidade, tínhamos muita lama no inverno e muita poeira no verão.

Quando pensei que estaríamos vivendo um tempo de ações, de desenvolvimento e de modernidade, estamos de volta ao passado!

O pior dessa história é psedoprefeita dizer que diante das críticas o melhor resposta é o silêncio. Não, a melhor resposta não é o silêncio. A melhor resposta é o trabalho! Nós, queremos ver trabalho, a execução de projetos!

Não dá pra ficar feliz sabendo que dessa administração, depois de 8 meses, o único projeto em andamento é a revitalização da Praça do Congresso e uma proteção superfaturada dos mototaxistas que simplesmente caiu!

Quando um pouco mais da metade dos eleitores de Itaituba elegeram Eliene Nunes, tomaram essa decisão pra cidade sair do atraso, mas não é isso que está acontecendo.

Também, depois de 8 meses de embromação de Eliene Nunes é possível constatar que mesma consegue reunir as características de vários ex-prefeitos, senão vejamos:

> É perseguidora como o Botelho
> É ineficiente como o Benigno
> É enganadora como o Roselito.






Tua oração foi atendida


Médicos cubanos: "Não interessa salários, fazemos por amor"

Médicos cubanos dizem que vieram ao Brasil para ajudar

Atualizado: 24/08/2013 18:13 | Por Angela Lacerda, estadao.com.br

 "Somos médicos por vocação, não nos interessa um salário, fazemos por amor", afirmou Nelson Rodrigues, 45 anos. "Nossa motivação é a solidariedade", assegurou Milagros Cardenas Lopes, 61. As afirmações foram pelos primeiros médicos cubanos a desembarcarem em solo brasileiro, em entrevista, na tarde deste sábado, no Aeroporto dos Guararapes, no Recife, em resposta aos questionamentos dos jornalistas sobre a informação de que os profissionais, contratados por meio de convênio com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), só irão receber um porcentual de 25% a 40% do salário de R$ 10 mil a ser pago pelo governo brasileiro.

"Viemos para ajudar, colaborar, complementar com os médicos brasileiros", destacou Cardenas em resposta à suspeita de trabalho escravo. "O salário é suficiente", complementou Natasha Romero Sanches, 44.

Eles integram o grupo de 30 profissionais que ficaram no Recife. Saíram de Havana em um voo fretado, que trouxe os primeiros 200 médicos cubanos para trabalhar nos 701 municípios que não despertaram interesse de nenhum profissional do Programa Mais Médicos. De acordo com o representante do Ministério da Saúde, Mozart Sales, que os recebeu, este número pode chegar a quatro mil até dezembro.

Recepcionados de forma festiva, com faixas e gritos de boas vindas por vinte integrantes da União da Juventude Socialista (UJS) e da União Metropolitana de Estudantes Secundaristas (Umes), os médicos retribuíram a gentileza balançando as bandeiras do Brasil e de Cuba que traziam nas mãos. "Oh abre alas que os cubanos vão passar/ é mais saúde para a população/sejam bem vindos e a nossa gratidão" foi entoada pelos estudantes numa versão da música "Oh abre alas" de Chiquinha Gonzaga.

Na entrevista, realizada com quatro dos médicos, eles informaram que todos são especialistas em saúde da família e têm experiência de ajuda em outros países. Citaram Haiti, Venezuela, Paquistão, Guatemala e Honduras. Disseram que o curso de graduação de Medicina em Cuba é de seis anos e destacaram que lá eles têm tudo garantido - saúde e educação. "Nossas famílias estão seguras, com o necessário para viver", disse Natasha Romero Sanchez.

"Nós nos formamos com base na solidariedade e no humanismo", acrescentou ela, ao falar da alegria de estar no Brasil e poder "colaborar com o SUS". Ao seu ver, "o sistema de saúde brasileiro é desenvolvido".

Sobre a rejeição da classe médica brasileira à chegada dos estrangeiros isentos do exame para validar seus diplomas, ela destacou: "Não viemos mudar nenhum sistema social, viemos aprender com nossos colegas e poder ajudar o povo pobre com carência de atenção médica primária adequada".

Os profissionais vieram em número de 200, em voo fretado da empresa área "Cubana". Trinta ficaram em Pernambuco, vão se juntar aos outros médicos estrangeiros que estão em alojamentos do Exército e na segunda-feira (26) começam curso de treinamento de três semanas sobre a legislação sanitária brasileira e língua portuguesa.

Passo importante

Presidente estadual da UJS, Thiara Milhomem, 23 anos, afirmou que as mobilizações contrárias à vinda de profissionais estrangeiros pela classe médica brasileira "não deslegitima a vinda dos médicos". "A vinda deles não resolve o problema da saúde no Brasil, mas é um passo importante", afirmou.