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domingo, 11 de agosto de 2013
O Governo de todos os buracos!
Infelizmente, essa tem sido a regra, não a exceção, no governo da prefeita Eliene Nunes
Buraco
na esquina da 7ª Rua com a Travessa 15 de Agosto, em uma passagem de
água. Esse trabalho foi feito há poucos semanas e já está desse jeito.
Com a palavra a Secretaria Municipal de Infraestrutura
Buraco
na esquina da Hugo de Mendonça com a 13 de Maio, que já faz mais de
dois meses que apareceu. Teve gente que já bateu o carro lá. Um servidor
da prefeitura disse, ao ser cobrado, que o problema era da Cosanpa.
Assim, não dá!!!
Aqui, onde um dia existiu a escola Alice Carneiro, foi prometida a construção de um camelódromo. Por enquanto está desse jeito.
Fonte: Blog do Jota Parente
Fortes indícios de corrupção
A ONÇA TÁ O "CARAIO" COM OS LARÁPIOS!
CADÊ O MEU CAMARO?
EMPRESA C.C.M EMBOLSOU MAIS DE R$ 113 MILHÕES PARA RECUPERAR TRANSAMAZÔNICA
“A CCM RECEBEU MAIS DE R$ 49 MILHÕES SÓ EM ADITIVOS”
A Empresa
CCM-Construtora Centro Minas LTDA, ganhou varias licitações realizadas
pelo DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, nos
anos de 2008 e 2009 para fazer a recuperação e manutenção da Rodovia
BR-230, Rodovia Transamazônica, que vai do subtrecho Fim Trav. Rio
Tapajós-Igarapé Nambuaí até o Igarapé Palmares. Essas licitações
geraram contratos de números 00131/2008, 00128/2008, 00130/2008,
00129/2008 e 00378/2009 e estes contratos somaram em R$ 60.856.242,51.
Entretanto a empresa
CCM foi beneficiada com vários aditivos em todos os contratos, que
somaram aos cofres públicos em torno de R$ 49.515,838,44, que renderam
a empresa o total de R$ 113.404.354,05. Todos os contratos receberam
até 8 (oito) termos de aditivos, segundo cópias dos contratos celebrados
entre o DNIT e a CCM que estão em nosso poder. Em todos os contratos,
os aditivos sempre eram em torno de 23% a 24,36%, o que é permitido por
Lei, desde que sejam justificados os motivos relevantes para tal ajuste,
o que não ocorreu. Também eram feitos reajustamentos sobre os valores,
autorizados sempre pela Superintendência do DNIT do Pará, segundo os
documentos e tudo isto visa a empresa fazer os serviços até o dia 26 de
Novembro de 2013.
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| Onde foi parar tanto dinheiro? |
Apesar dos vultosos recursos já recebidos, a empresa tem feito apenas um paliativo, tapando
buracos e fazendo o serviço de terraplenagem em alguns trechos. Nos
contratos, diz que a empresa não pode paralisar os serviços. No entanto, a empresa vem descumprindo os contratos, e não vem mantendo equipes trabalhando na estrada. Durante os três dias de viagem por esta estrada, não encontramos nenhum maquinário e nem equipe da empresa trabalhando.
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| Tanto dinheiro e para pouco serviço. |
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| E as estradas continuam em péssimo estado de conservação. |
Nosso Comentário:
É lamentável e vergonhosa essa violação do cofre público, do superfaturamento e do descaso das autoridades que competem fiscalizar serviços como este. O povo paga seus impostos e espera o retorno aos investimentos a que se tem direito. Mas o descaso e a corrupção imperam numa região onde os recursos são sempre canalizados para atender os interesses particulares e não coletivo. E o povo é quem sofre e quem paga por tudo isso.
Lembrando
as palavras do famoso e querido cantor Zezé de Camargo em seu show na
cidade de Itaituba, no dia 04 de Agosto/2013, os recursos vêm, a
aplicação é que não é feita corretamente e que o povo daqui merece coisa
melhor. Segundo o cantor, no Centro-Sul se propaga que a rodovia
Transamazônica já é asfaltada.
Lamentou a trafegabilidade precária da rodovia, a penúria e o maltrato
sofridos pela população que vive na região. É uma crítica às autoridades
de todas as esferas e uma alerta para o povo. Valeu o lembrete Zezé de
Camargo!
Fonte: Blog do Wálter Tertulino, 10/08/13
Dito e feito! O que, seu Jatene???
Se o governo da dona Eliene Nunes vai mal das pernas, o que dizer o desgoverno do seu Simão Jatene?
Neste momento está difícil decidir quem está pior na foto.
Isso aí é tudo que foi feito até agora na tão propagandeada obra do Hospital Regional do Tapajós, no terreno do antigo estádio Teófilo Olegário Furtado.
Agora nós somos os sem Hospital Regional e os sem estádio.
Está mais do que claro que o governador vai querer usar isso como uma obra eleitoreira.
A placa diz que o prazo para entrega da obra concluída é de 540 dias. Isso significa que, caso a construtora responsável pela obra trabalhar todos os dias restantes deste ano, e mais todos os dias do ano que vem, incluíndo Sexta-feira da Paixão, 7 de Setembro, Natal e Ano Novo, ainda assim só daria 506 dias corridos. Ficariam faltando mais 34 dias. Ou seja, somente no dia 3 de fevereiro de 2015 a obra estaria estaria pronta.
Caso se trabalhe somente nos dias úteis, essa data será esticada para o dia 30 de setembro de 2015. Nesse caso, haverá 720 dias corridos, 222 em finais de semana e 25 feriados.
Como Jatene determinou que toda obra iniciada em seu governo deverá estar concluída até 31 de dezembro de 2014, de duas, uma. Ou ele está mentindo, ou não está sendo obecido.
Neste momento está difícil decidir quem está pior na foto.
Isso aí é tudo que foi feito até agora na tão propagandeada obra do Hospital Regional do Tapajós, no terreno do antigo estádio Teófilo Olegário Furtado.
Agora nós somos os sem Hospital Regional e os sem estádio.
Está mais do que claro que o governador vai querer usar isso como uma obra eleitoreira.
A placa diz que o prazo para entrega da obra concluída é de 540 dias. Isso significa que, caso a construtora responsável pela obra trabalhar todos os dias restantes deste ano, e mais todos os dias do ano que vem, incluíndo Sexta-feira da Paixão, 7 de Setembro, Natal e Ano Novo, ainda assim só daria 506 dias corridos. Ficariam faltando mais 34 dias. Ou seja, somente no dia 3 de fevereiro de 2015 a obra estaria estaria pronta.
Caso se trabalhe somente nos dias úteis, essa data será esticada para o dia 30 de setembro de 2015. Nesse caso, haverá 720 dias corridos, 222 em finais de semana e 25 feriados.
Como Jatene determinou que toda obra iniciada em seu governo deverá estar concluída até 31 de dezembro de 2014, de duas, uma. Ou ele está mentindo, ou não está sendo obecido.
sábado, 10 de agosto de 2013
Crescimento da mineração no Brasil é tema de audiência
Ciclo de debates aborda expansão do setor mineral
Intitulado Mineração: governança e logística, ciclo promovido pela
Comissão de Infraestrutura quer reunir propostas para modernização e
aumento da competitividade dos serviços de mineração no Brasil
Mina em Carajás, Pará: série de debates contribui com elementos para o projeto que cria o marco regulatório da mineração Foto: Agência Vale
Os caminhos para o desenvolvimento do potencial mineral brasileiro serão tema do terceiro painel sobre mineração promovido pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI). O painel é parte do ciclo Mineração: governança e logística, que a comissão promove. A audiência está marcada para hoje, às 18h.
De acordo com o presidente da comissão, Fernando Collor (PTB-AL), o objetivo das audiências é ouvir propostas referentes à modernização e expansão dos serviços; ao aumento da competitividade; ao crescimento da economia e do bem-estar da população; e à utilização de investimentos e de novas formas de gestão.
O debate reunirá o professor Caetano Juliani, da Universidade de São Paulo; o secretário-executivo da Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira, Onildo João Marini; o professor Mario Ernesto, da Universidade Federal de Sergipe; e a coordenadora de Programas Mobilizadores do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Tássia de Melo Arraes.
Fonte: Jornal do Senado, 10/08/13
De acordo com o presidente da comissão, Fernando Collor (PTB-AL), o objetivo das audiências é ouvir propostas referentes à modernização e expansão dos serviços; ao aumento da competitividade; ao crescimento da economia e do bem-estar da população; e à utilização de investimentos e de novas formas de gestão.
O debate reunirá o professor Caetano Juliani, da Universidade de São Paulo; o secretário-executivo da Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira, Onildo João Marini; o professor Mario Ernesto, da Universidade Federal de Sergipe; e a coordenadora de Programas Mobilizadores do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Tássia de Melo Arraes.
Fonte: Jornal do Senado, 10/08/13
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Audiência evidencia limites de proposta para mineração
Regulação da produção mineral é tema complexo e
especialistas esperam que projeto deixe de tramitar com urgência,
conforme sinalizou ministro de Minas e Energia
Senadores da Comissão de Infraestrutura do Senado (CI) se mostraram surpresos com críticas ao novo marco regulatório da mineração feitas pelos participantes da audiência pública de ontem. A reunião, que tratava da modernização da legislação mineral, mostrou que não houve um diálogo entre o governo federal, autor da proposta de modificação do código, e os setores envolvidos.
O presidente da comissão, Fernando Collor (PTB-AL), disse que ficou profundamente impactado com a falta de conexão entre o setor mineral, a sociedade civil e o governo federal. Ricardo Ferraço (PMDB-ES) sugeriu que a comissão explore os contraditórios apresentados na audiência pública.
Os senadores e palestrantes também manifestaram expectativa de que a presidente Dilma Rousseff retire a urgência da tramitação do projeto, conforme sinalizou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, em audiência na segunda-feira, na comissão.
A proposta (PL 5.807/2013) pretende elevar a participação do setor mineral no produto interno bruto do país, que hoje é de apenas 4%. A complexidade do tema fez com que, apenas na Câmara, a proposta já recebesse 372 emendas.
O presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), José Coura, disse que sugeriu uma emenda para que os produtos exportados não tenham a mesma Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cefem) de produtos com valor agregado.
— Uma empresa que transforma o seu minério em ferro-gusa e em aço não pode ter a mesma Cefem da exportação. Senão nós não faremos o papel de estimular a agregação de valor à mineração no Brasil — afirmou Coura.
Para a secretaria-adjunta de Indústria, Comércio e Mineração do Pará, Maria Amélia Enríquez, o Brasil caiu na “armadilha da commodity” e precisa valorizar os produtos com valor agregado, industrializados.
— A política tributária mineral premia o exportador de commodities e pune quem agrega valor no território nacional. A gente precisa inverter essa lógica, o que fazem os países que querem avançar na estratégia de industrialização — afirmou.
Jornal do Senado, 08/08/13
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