terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Paciência nas adversidades!

Para refletir

disfunção erétil

Seis cuidados que todo homem deve ter para evitar a disfunção erétil
Combata as causas do problema que afeta quase metade da ala masculina
Por Ana Maria Madeira Publicado em 10/1/2011

De acordo com os dados mais recentes da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), através de um estudo em 22 cidades brasileiras, 44% dos homens do país possuem disfunção erétil. A doença pode ser definida como a incapacidade de manter uma ereção que permita penetração e ume relação sexual satisfatória para ambos envolvidos. Além disso, foi descoberto que 56% dos homens que sofrem com o problema afirmaram ser hipertensos, 19% diabéticos, 13% têm colesterol alto e, ainda, 12% deles são cardíacos.

Segundo o especialista em disfunção erétil, Carlos Araújo, não há uma causa única, muito menos um tratamento padrão para o problema. "A solução eficiente é analisar a fundo e com calma o problema do paciente, pois doença atinge pessoas das mais variadas idades e condições", diz o cirurgião vascular. No entanto, existem causas cientificamente comprovadas da disfunção erétil. Conheça-as e saiba como evitar o problema.
Durma bem. De acordo com um estudo da Unifesp, os pacientes que sofriam de impotência sexual despertavam mais durante a noite e tinham o sono fragmentado, sem conseguir chegar ao estado de sono profundo. "Além disso, a falta de sono aumenta as chances de problemas cardiovasculares e diabetes, favorece o ganho de peso, fatores que contribuem para a impotência", diz Carlos. Outro problema associado é a automedicação de remédios para a impotência, que pode afetar negativamente o sono. "Muitos jovens têm se automedicado sem ter impotência, visando um efeito potencializado da ereção e, pior, associam os remédios à bebidas alcoólicas e drogas. A combinação pode ser fatal", alerta Carlos.
 Drogas. Um estudo da Universidade Real de Londres confirma que o cigarro aumenta o risco de impotência. Homens que fumam têm 40% a mais de risco de sofrer de disfunção erétil. E quanto maior o número de cigarros consumidos, maior a chance de ter problemas na performance sexual. Mesmo aqueles que fumam menos de 20 cigarros por dia têm a chance de sofrer impotência aumentada em 24%. "Isso ocorre porque o cigarro tem substâncias que entopem a microcirculação, o que atinge também o pênis e a ereção", diz o cirurgião. Um estudo da Unifesp também descobriu que entre usuários de álcool, cocaína, crack e ecstasy, 47% têm ejaculação precoce, redução de libido e impotência. "O problema também se relaciona à alterações vasculares, causadas pelo uso prolongado dessas substâncias", afirma o cirurgião. Além disso, remédios como antidepressivos e para a calvície podem influenciar na ereção
Machucados. Muitos jovens que não sabem a origem do seu problema de ereção, podem ter sofrido um trauma na região do pênis. "Já atendi homens com disfunção erétil que haviam levado uma mordida da parceira no pênis. Nesses casos, em geral, fazemos uma cirurgia", diz Carlos. O trauma é também frequentemente causado durante a prática de esportes. Caso você tenha sofrido algum acidente, por menor que seja, vale fazer uma avaliação com o urologista ou médico especializado
Bicicleta. Um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine alerta que ciclistas, especialmente os homens, devem tomar cuidado com os assentos de bicicleta que escolhem, dando preferência aos que não tem a ponta pronunciada. Muitos estudos anteriores demonstraram que ciclistas tinham maiores chances de ter impotência, por causa da pressão causada pelo assento da bicicleta no períneo. "Não é o caso de parar de andar de bicicleta, pois o problema não é muito comum. Mas vale atentar para o assento correto", diz Carlos.
Diabetes. As artérias do pênis são muito sensíveis às alterações vasculares causadas pelo diabetes. Cerca de metade dos pacientes diabéticos têm problemas de ereção, segundo Carlos. E esses pacientes não podem ser tratados com os remédios mais conhecidos, como o Viagra, pois estes não surtem efeito. Mas há outras formas de tratamento, basta encontrar com um profissional especializado ajuda o quanto antes.

Barriguinha. Uma pesquisa realizada pela Escola de Saúde Pública de Harvard mostrou que a obesidade e o sedentarismo aumentam as chances de disfunção erétil. O estudo notou, também, que os obesos sofrem mais com impotência, pois apresentavam o sistema circulatório debilitado, o que reflete na ereção.Além disso, a hipertensão e o colesterol alto têm relação com o problema. Ou seja, a circunferência abdominal não é causa direta da disfunção erétil, mas sim asalterações metabólicasdecorrentes da obesidade podem gerar problemas sexuais.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Poema

Para morrer de te amar

Pedi-te um beijo
Me destes um não.
Pedi-te um abraço
Me destes as costas.
Pedi-te um afago
Me destes desprezo.
Pedi-te uma flor
Me destes o espinho.
Não importa que nada me destes,
Porque tudo já tenho.
Pois, te beijo em sonhos,
Te abraço em sonhos,
Te afago em sonhos,
Tu és a flor que nasceu
No jardim do meu coração.
Se se de amor não se morre,
Viverei mesmo que seja
Para morrer de te amar.

Jefferson Francisco Venturato

Para refletir

O que cada pessoa deve vivenciar

O Sorriso


É o cartão de visita das pessoas saudáveis.
Distribua-o gentilmente.
O Diálogo
É a ponte que liga as duas margens, do eu ao tu.
Transmite-o bastante.

O Amor
É a melhor música na partitura da vida.
Sem ele, você será um(a) eterno(a) desafinado(a).

A Bondade
É a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.
Plante estas flores.

A Alegria
É o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.
Esbanje-o, o mundo precisa dele.

A Paz na Consciência
É o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade.
Viva em paz consigo mesmo.

A Fé
É a bússola certa para os navios errantes, incertos, buscando as praias da eternidade.
Utilize-a sempre.

A Esperança
É o vento bom enpurrando as velas do nosso barco.
Chame-o para dentro do seu cotidiano

Mensagem

domingo, 16 de janeiro de 2011

Cabelos

Guia dos cabelos saudáveis


por Daniela Pessoa
05/01/2011
Conheça os principais males que acometem os fios e o couro cabeludo

Os cabelos, assim como a pele, são um dos nossos principais cartões de visita. Compridos, curtos, lisos, cacheados, bastou ficarem sem brilho para sentirmos falta dos elogios e olhares que massageiam o ego feminino. Mas, não tem jeito, as madeixas costumam ser tão temperamentais quanto nós: hoje amanhecem perfeitas, amanhã estão oleosas ou secas, de repente aparecem pontas duplas e - Deus nos livre! - caspa e outras complicações. Por isso, é bom ficar atenta a certos sinais para detectar se seus fios estão ou não precisando de cuidados especiais.

Ciclo do cabelo

Como tudo no nosso organismo, os cabelos também têm um ciclo. São três fases de desenvolvimento: crescimento (anágena), repouso (catágena) e queda (telógena). Com isso, uma verdade nua e crua: cabelos caem, sim, faz parte. No entanto, existem limites - o normal é perder de 50 a 150 fios por dia. Mas você não precisa ficar paranóica contando fio por fio no travesseiro, na escova, no chão. Você sentirá se os fios não estiverem sendo repostos naturalmente e, aí sim, tem de fato um motivo para se preocupar.

Os melhores tratamentos para cabelos são os que pegam o problema no início, eliminando sua causa”

Se preferir tirar a prova, um teste elaborado pela Sociedade Brasileira de Medicina Estética (SBME), que pode ser feito em casa, diz se a queda é ou não preocupante: basta segurar um chumaço de 50 ou 60 fios de cabelo com o indicador e o polegar e puxar os cabelos levemente, sem causar dor. Veja quantos fios se soltam e confira o resultado: um ou dois fios, cabelos saudáveis; entre três e cinco fios, melhor ficar atenta; seis fios ou mais, está na hora de procurar um dermatologista. Contudo, respire aliviada, porque alguns tipos de queda são até bastante comuns e fáceis de serem driblados.

Queda de cabelo

O mais comum é o eflúvio telógeno. Trata-se da queda intensa de cabelos relacionada ao estresse, ao uso de determinados medicamentos como anticoncepcionais, ao pós-parto, aos pós-operatórios, à anemia e a outras doenças. Químicas no cabelo e dietas de emagrecimento também podem levar à intensa queda dos fios se não forem acompanhadas de perto por um nutricionista. A deficiência de minerais, por exemplo, é um forte agravante do eflúvio telógeno.

Mas não há razões para se desesperar e arrancar ainda mais os cabelos! Ver um tufo saindo após uma simples escovada não é motivo de alegria para ninguém, mas o eflúvio telógeno tem controle, assim como outros tipos de queda, como é o caso da alopécia de pressão, menos comum, mas que ocorre por conta da tração nos cabelos ao prendê-los e até por causa de técnicas de alisamento.

O importante é que a mulher preocupada com a queda de cabelos e que, além disso, apresente histórico de queda na família, deve procurar um especialista para evitar o avanço do problema. O segredo está em cortar o mal pela raiz. "Os melhores tratamentos para cabelos são os que pegam o problema no início, eliminando sua causa", revela o dermatologista Ademir Leite Jr., da Clínica de Dermatologia e Medicina Capilar Dr. Ademir Júnior, em São Paulo. "Para obter um diagnóstico minucioso, podemos fazer exames com microcâmeras e até mesmo biópsia", afirma Cid Sabbag, diretor do Centro Brasileiro de Psoríase (CBP).

O eflúvio telógeno, portanto, é transitório, desde que se elimine a causa (doenças, estresse, etc). O bom é que, segundo Ademir Jr., a recuperação do eflúvio pode ser acelerada com o uso de produtos tópicos e de suplementos nutricionais. Uma opção pode ser o laser. Apesar de ligado ao fim dos pêlos, em determinada intensidade ele tem o efeito inverso, estimulando o aparecimento deles. O tratamento ideal depende da consulta com o dermatologista e pode ser demorado. "A resposta às medidas terapêuticas somente serão vistas após alguns meses de tratamento, já que o fio de cabelo cresce cerca de 1 cm por mês", esclarece a dermatologista Ana Beatriz Schmidt, membro do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele (IPTCP), em São Paulo.

Ih! Deu caspa!

Nada mais desagradável que aquela neve branca da caspa - ou dermatite seborréica - nos cabelos. Ela pode, inclusive, sujar a roupa! Como se não bastasse o desconforto estético, dá-lhe coceira. "O prurido pode ser frequente e a irritação do couro cabeludo pode vir acompanhada de lesões que lembram a acne", afirma o médico Ademir Jr.

As causas da caspa, que não é contagiosa, ainda são, em parte, desconhecidas. Podem ser genéticas, climáticas, hormonais e até associadas a agentes microbianos. É comum em adolescentes, devido às alterações hormonais, e na velhice, quando ocorrem muitas alterações fisiológicas. Para nós, mulheres, a desvantagem dos hormônios femininos: somos mais propensas à oleosidade dos cabelos. O excesso de óleo facilita o aparecimento da dermatite seborréica.
A caspa também piora com o calor (ou seja: adeus, banho quente!), umidade (não se deve dormir com o cabelo molhado), com o uso de roupas que retenham sebo (lã, flanela, seda etc), com a ingestão excessiva de álcool e de alimentos condimentados, gordurosos, além de ser agravada por certas doenças como o diabetes e a obesidade.
Mas antes de aposentar as blusas e casacos pretos, fique de olho no tratamento da caspa. De acordo com o dermatologista Cid Sabbag, 90% do tratamento é tópico, à base, por exemplo, de xampus anticaspa e de loções capilares. Na formulação desses produtos, os ativos mais usados para combater a dermatite seborréica são: enxofre, ácido salicílico, zinco e cetoconazol. Já as loções vêm com corticóides.

Quando há lesões na face, os cremes com corticóides ou cetoconazol podem ser prescritos pelo médico. De acordo com Cid Sabbag, é importante lembrar, também, que quem tem caspa deve evitar passar cremes, gel, cera e produtos dois em um nos cabelos. Banho quente e vento gelado em seguida, nem pensar! Fique de olho nas mudanças de temperatura.

Para a caspa, não há tratamento definitivo - somente controle. Se você seguir ao pé da letra o que o seu dermatologista receitar, então você tem de tudo para nunca mais sacudir a "poeira".

Fios encravados

Pois é, quem diria... Sendo um pêlo, o cabelo também encrava. Ao nascer oblíquo, o fio se curva e penetra na pele, podendo levar a uma reação inflamatória. É a chamada foliculite, ou seja, inflamação do folículo piloso (de onde sai o pêlo). No couro cabeludo, a foliculite é mais comum em mulheres negras. Ela é causada por bactérias ou fungos e, portanto, pode haver transmissão de uma pessoa para outra. "Se chegarem até o bulbo do cabelo, podem até deixar cicatriz no couro cabeludo", alerta o dermatologista Cid Sabbag. Como opções de tratamento, medicações tópicas e orais.

Micoses e... argh, piolhos!

As micoses, assim como o piolho, são mais comuns em crianças, o que não significa, porém, que não afetem os adultos. As micoses são provocadas por fungos que encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como calor, umidade e baixa imunidade. As micoses mais freqüentes são as tinhas. Elas provocam irritação e descamação do couro cabeludo, além de, na área afetada, deixar o cabelo mais curto, quebradiço e ralo. Fora a coceira!

Outra micose bastante comum é a que conhecemos como pano branco (manchas claras com descamação). Todas são extremamente contagiosas, portanto a dica dos dermatologistas é evitar contato com pentes e escovas de terceiros, a não ser que estejam lavados, bem como com qualquer outro objeto de pessoas contaminadas. Já pensou se você seca o cabelo com a mesma toalha de quem tem micose? É contágio na certa! Tome cuidado com os animais, que podem transmiti-la.

“Os melhores xampus são os prescritos por médicos. Os de supermercado e de farmácia (com venda livre) costumam ser mais cosméticos e menos terapêuticos”

As micoses podem ser facilmente confundidas com outras doenças e, por isso, o sucesso do tratamento depende do bom diagnóstico. "O médico deve pedir um exame micológico com cultura, que vai detectar, ou não, a presença de fungos", alerta o dermatologista Cid Sabbag. Fungos nos fios dos cabelos também podem ser identificados com o auxílio do microscópio ótico. Uma vez diagnosticada, a micose é simples - mas demorada - de ser tratada. Leva em média de 30 a 60 dias, com a utilização de medicamentos via oral e tópicos, como loções e xampus.

Já o piolho todo mundo está careca de conhecer! Certamente somos apresentados aos parasitas mais de uma vez na vida - e os danados não fazem cerimônia: provocam aquela coceira chata que provavelmente todo mundo um dia já sentiu - e ainda pode sentir, porque piolho não escolhe sexo, cor ou idade. É transmitido de pessoa para pessoa ou através de contato com acessórios contaminados como boné, pente, escova etc. O que muita gente desconhece é que não é preciso xampu nem simpatia para se livrar das lêndeas e piolhos. Eles podem ser eliminados apenas com medicamentos orais, receitados pelo médico.

Oleosidade pura
Outra praga para a nossa beleza e também para a saúde dos cabelos é a oleosidade excessiva. "O óleo produzido pelas glândulas sebáceas do couro cabeludo serve para proteger o fio", explica a dermatologista Ana Beatriz Schmidt. Mas, é claro, tudo em excesso é ruim. Principalmente no inverno é bom ficar atenta, porque a estação é muito favorável ao aumento da produção de óleo devido aos banhos exageradamente quentes que tomamos. "O calor aumenta a produção de óleo", alerta o médico Ademir Jr.

Contra aquele look emplastrado dos cabelos oleosos, nada melhor do que um bom xampu. Até porque a oleosidade também favorece a queda dos cabelos! E nada de sabões e sabonetes, O.K.? Você deve escolher o xampu ideal (para cabelos oleosos!). "De preferência, opte pelos cristalinos, transparentes. Na hora de passar o condicionador, só nas pontas", recomenda Ana Beatriz. Como existem xampus de todo tipo, veja a dica do dermatologista Ademir Jr. para você escolher o ideal: "Os melhores xampus são os prescritos por médicos. Os de supermercado e de farmácia (com venda livre) costumam ser mais cosméticos e menos terapêuticos".

Finos, secos, quebradiços e sem vida

Além da idade, os principais motivos que tornam os cabelos mais opacos, finos e sem vida com o passar do tempo são os maus cuidados, exageros no uso de produtos químicos, secadores ou pranchas e chapas. E mais: "O uso inadequado de cosméticos, como aplicar xampu para cabelos oleosos em cabelos secos, contam pontos negativos", frisa Ademir Jr.

O clima também ajuda (ou melhor, atrapalha!): sol, vento, mar e piscina podem fazer horrores com as suas madeixas, assim como a alimentação pobre em proteínas. Aí, pronto: cabelos enfraquecidos quebram com muita facilidade e trazem de brinde as pontas duplas. "O uso de fixadores, a temperatura elevada da água, escovas de cerdas duras e artificiais, lavagem diária e escovação excessiva podem comprometer ainda mais a qualidade dos fios e provocar o aparecimento das pontas duplas", ressalta Ana Beatriz Schmidt.

Diga adeus aos problemas causados pelo ressecamento munindo-se de cremes para hidratar os cabelos e de silicone para revitalizar as pontas, além de reparadores leave-in e máscaras de hidratação. "A escova deve ser de cerdas naturais e o pente, de madeira e com dentes largos", ensina Ana Beatriz. E completa: "Os cabelos devem ser lavados com xampus perolados e mais encorpados e com água mais ou menos a 20ºC, um dia sim e um dia não. Assim, se mantém o manto gorduroso que protege o couro cabeludo".

Para arrasar de vez, seja qual for o seu tipo de cabelo, utilize xampus anti-resíduos de 15 em 15 dias, que retiram a carga elétrica dos cabelos, acabando com os fios opacos e sem vida. Não se esqueça, é claro, do protetor solar para dar o arremate e proteção finais aos cabelos.

De dentro para fora

"Tudo que acontece nos cabelos é consequência de desordens internas", garante o dermatologista Cid Sabbag. Se a sua saúde não vai bem, é capaz de que a do seu cabelo também não vá. Portanto, anote aí: o mandamento número um para cabelos lindos, perfeitos e brilhosos é simples - cuidar não só deles, mas de todo o corpo!






sábado, 15 de janeiro de 2011

Mensagem

O palco da vida

Somos todos grandes atores no palco da vida...
Entramos em cena ensaiada... Afinados com o texto...
Compreendemos a responsabilidade de nossa apresentação
Quando entramos no palco da vida,
temos a real noção do que teremos a desenvolver...
Sabemos que poderemos receber aplausos ou vaias...
Tudo ensaiado... Tudo pronto para começarmos a peça intitulada vida...
Nela somos atores principais...E cabe somente a nós
apresentarmos o espetáculo da vida
Onde em cena nos destacamos pelas nossas falas ou por nossas ações...
Cabe a cada um de nós o bom desenvolvimento e entendimento...
A vida é como o Palco... É sempre tempo de ensaiar novamente
e começar uma nova peça.
Hoje encontras nesse palco... Onde suas falas
estão esquecidas no contexto da peça...
Recomece... Volte aos ensaios...
Que ao final quando baixarem as cortinas...
Você verá o quanto foi grande em sua apresentação.
Se hoje achas que estás somente nos bastidores da peça da vida...
Não limite-se apenas a assistir o espetáculo.
Participe Dele...