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sexta-feira, 31 de março de 2017

Reprovação ao governo Temer no Nordeste é de 67% segundo IBOPE

Do UOL, em Brasília31/03/2017

Eduardo Knapp - 10.mar.2017/Folhapress

Ao lado do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), Temer participa de inauguração de trecho da obra de transposição do rio São Francisco

Pesquisa Ibope sobre a aprovação ao governo do presidente Michel Temer divulgada nesta sexta-feira (31) aponta o Nordeste como a região do país onde o presidente tem os piores índices de popularidade.

No Nordeste, 67% dos entrevistados disseram avaliar o governo como ruim ou péssimo. A média nacional é de 55%, pior índice de Temer entre as quatro pesquisas sobre seu governo desde junho.

A reprovação ao governo foi de 52% de respostas ruim/péssimo no Sudeste, 49% nas regiões Norte e Centro-Oeste (agrupadas na pesquisa) e de 48% na região Sul.

O índice de reprovação teve um aumento de 10 pontos nas regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste, 8 pontos no Sul e 6 pontos no Sudeste, em relação à última pesquisa, de dezembro.

O maior índice de aprovação ao governo está na região Sul, com 17% de respostas ótimo ou bom sobre a avaliação do governo Temer. A aprovação foi de 13% nas regiões Norte/Centro-Oeste, 10% na região Sudeste e de 6% no Nordeste.

Na média nacional, a aprovação ao governo ficou em 10%, uma oscilação negativa, dentro da margem de erro de dois pontos a mais ou a menos, em relação à pesquisa de dezembro, quando o índice foi de 13%.

A pesquisa divulgada hoje foi realizada entre os dias 16 e 19 de março e ouviu com 2.000 pessoas em 126 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

A baixa popularidade no Nordeste foi apontada pela pesquisa mesmo depois da visita do presidente à região, no dia 10 de março, quando inaugurou um trecho das obras de transposição do rio São Francisco. Em dezembro, numa visita a Maceió, Temer afirmou que gostaria de ser lembrado, apesar de ser paulista, como o "melhor presidente nordestino" que o país já teve.

A inauguração da obra no São Francisco abriu uma disputa política entre Temer e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela paternidade da transposição.

Em discurso na inauguração do trecho leste do projeto, na Paraíba, Temer afirmou que ninguém poderia reivindicar a autoria da obra. "A paternidade é do povo brasileiro e do povo nordestino", disse. 

As obras da transposição começaram em 2007, no segundo mandato do ex-presidente Lula.

Nove dias após a inauguração oficial com Temer, os ex-presidentes Lula e Dilma visitaram a região para uma espécie de "reinauguração" do trecho. O ato foi batizado como "inauguração popular da transposição do rio São Francisco".

"Sinto muito orgulho de ter tido a coragem de iniciar este projeto. Nós somos pai, mãe, irmão, tio e sobrinho da transposição das águas", disse Lula, em discurso no evento.

Fachin autoriza interrogatórios de Sarney, Renan, Jucá e Machado

Ministro do Supremo determina que Polícia Federal cumpra determinação de realizar oitivas com o ex-presidente, os senadores e o ex-diretor da Transpetro no âmbito de um dos inquéritos da Operação Lava Jato

Breno Pires e Rafael Moraes Moura , 
O Estado de S.Paulo/23 Março 2017 | 05h00


BRASÍLIA - O ministro Edson Fachin determinou que Polícia Federal dê cumprimento à determinação de interrogar o ex-presidente José Sarney, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado no âmbito de um dos inquéritos da Operação Lava Jato. 

Foto: Dida Sampaio/Estadão
José Sarney em seu último discurso no Senado, em 2014

No despacho, de segunda-feira, 20, Fachin autorizou também que sejam recolhidos, junto a empresas de transporte aéreo de passageiros, todos os registros de passagens emitidas e utilizadas por Sérgio Machado entre 1.º/12/2015 e 20/5/2016. Fachin, no entanto, deixou em suspenso a autorização solicitada pela Procuradoria-Geral da República para a obtenção “de todos os registros de acesso às dependências do Tribunal em nome de Eduardo Antônio Lucho Ferrão (advogado) no ano de 2016 com todas as informações e arquivos relacionados”. 

Segundo Janot, na descrição dos fatos ocorridos, “Renan Calheiros e José Sarney prometem a Sergio Machado que vão acionar o advogado Eduardo Ferrão e o ex-ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Cesar Asfor Rocha para influenciar na decisão de Vossa Excelência (Teori Zavascki) sobre possível desmembramento do inquérito de Sérgio Machado”.

Fachin já havia autorizado esta medida, quando da abertura do inquérito, mas ela não foi cumprida diante de um impasse surgido no processo. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu que o ministro reconsiderasse a decisão argumentando que isto “invade a esfera de atuação profissional” e infringiria normas. 

A PGR, em resposta ao pedido de impugnação feito pela OAB, solicitou a Fachin que rejeitasse o pedido da entidade e referendasse o prosseguimento das investigações. Fachin disse que, em momento posterior, irá deliberar sobre o impasse entre a OAB e a PGR referente à obtenção dos dados do advogado. 

Defesas. O Estado não conseguiu falar com as defesas de todos os envolvidos nesta quarta-feira, 22. Mas, quando o ministro Edson Fachin autorizou a abertura do inquérito, em fevereiro, o senador Renan Calheiros disse, em nota, que “reafirma que não fez nenhum ato para dificultar ou embaraçar qualquer investigação, já que é um defensor da independência entre os poderes”. 

Procurada, a defesa de Machado informou que o ex-diretor da Transpetro está colaborando com as investigações. 

O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o senador Romero Jucá e o ex-presidente José Sarney disse que se houve crime “este foi praticado pelo ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, autor das gravações”.

Contra pressão, Temer sanciona Terceirização e põe fim à CLT


Ignorando o protesto de milhares de brasileiros nesta sexta-feira 31, que foram às ruas contra a reforma da Previdência e a Terceirização, Michel Temer sancionou o projeto sem salvaguardas aos trabalhadores, vetando apenas o trecho que permitia que o contrato de trabalho temporário fosse prorrogado para até 270 dias.

A previsão para que o texto fosse sancionado era daqui 15 dias, mas Temer se adiantou para fugir da pressão de parlamentares do próprio PMDB.

O principal crítico da proposta era o líder do partido no Senado, Renan Calheiros.

Um grupo de senadores peemedebistas pediu também em carta para que o projeto não fosse aprovada.

Cunha pode ser a garantia da queda de Temer

Ribamar Fonseca/Brasil247, 31/03/17

Eduardo Cunha, o homem que viabilizou o impeachment de Dilma, em conluio com um magote de peemedebistas e tucanos, acaba de ser condenado a 15 anos de prisão pelo juiz Sergio Moro, condenação que pode destravar a língua dele, até agora contida dentro da boca pelo próprio Moro.

Dino afina ideias com Lula: “Brasil não é programado para o fracasso”


O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), se reuniu com o ex-presidente Lula, em São Paulo, e conversou sobre temas ligados à crise institucional brasileira e quais as soluções a buscar para deixar a retração sem penalizar os mais pobres.

"Vim para falar e ouvir do ex-presidente Lula sobre formas para retomar a trajetória de desenvolvimento com justiça social. No quadro atual, de crise profunda das instituições, é preciso buscar uma solução que seja positiva para a maioria do povo. Precisamos retomar a ideia de que o Brasil não é programado para o fracasso", disse Flávio Dino, que dialogou com o ex-presidente na sede do Instituto Lula.

Renan antecipa tendência: aliança com Lula


A decisão do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) de romper com o projeto golpista, explicitada num vídeo publicado na noite de ontem, antecipa uma tendência que será seguida por todos os políticos que precisarem buscar a reeleição em 2018.

Como Michel Temer é uma das figuras mais rejeitadas do Brasil, quem estiver associado a ele terá reduzidas chances de se reeleger.

Mais do que simplesmente romper com Temer, Renan já negocia uma aliança com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera todos os cenários sobre sucessão presidencial.

Para jornal francês, Moro quebrou o Brasil

Cortaram a Odebrecht pela metade

Conversa Afiada, 31/03/2017

A edição desta sexta-feira (31) do jornal vespertino Le Monde traz uma reportagem sobre como a operação Lava Jato pode ter agravado a crise econômica do Brasil (...) Ela começa dizendo que a manifestação do domingo (26) contra a corrupção foi um fiasco. (...)

Entrevistado pelo jornal, o secretário da CUT (Central Unica dos Trabalhadores), João Cayres, diz que "a Lava Jato paralisou o país levando ao desemprego milhões de trabalhadores que eram irreprocháveis”. 

Cayres afirma que a falta de discrição dos policiais, que transformara a operação em espetáculo midiático, contribuiu para a redução do tecido industrial do país; “Não defendo os corruptos, mas, em outros lugares do mundo, condenamos os culpados, não a empresa no seu conjunto”, diz.

(...) Gabriel Kohlmann, da consultoria Prospectiva, disse ao jornal que "a operação Lava Jato não foi a única responsável a mergulhar o Brasil na crise, mas afetou dois setores importantes: energia e construção, que contavam com 15% de investimentos em 2013”.

A correspondente escreve que "a descida ao inferno de grande atores econômicos, como a Petrobras e a empreiteira Odebrecht, dá uma ideia dos danos provocados". "Desde 2015, a Petrobras vendeu ativos por 12,6 bilhões de euros e demitiu 13.655 empregados por meio de um plano de demissão voluntária. Na Odebrecht, os investimentos recuaram R$ 12 bilhões desde 2014, e o tamanho da empresa foi reduzido à metade. O diretor do grupo, Marcelo Odebrecht, se encontra na prisão."

Povo volta as ruas contra as reformas de Temer


Avenida Paulista lota com manifestação em protesto contra a reforma da Previdência e o projeto da Terceirização.

PROTESTO EM SÃO PAULO
Houve grandes atos também em Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Vitória, Maceió, Fortaleza, entre outras capitais.
PROTESTO NO RIO DE JANEIRO
PROTESTO EM SÃO PAULO
Centrais sindicais e movimentos sociais, que convocaram os protestos, veem o movimento desta sexta-feira 31 como um esquenta para a greve geral anunciada para 28 de abril, contra a retirada de direitos trabalhistas.
PROTESTO EM BELO HORIZONTE
"O jogo no Brasil começou a virar. A ficha do povo está caindo", discursou Guilherme Boulos, líder do MTST e da Frente Povo Sem Medo, na Paulista.
Resultado de imagem para IMAGENS DO PROTESTOS CONTRA TEMER HOJE

"Se tivesse um pingo de vergonha na cara, Temer pedia para sair. Vai embora, Temer. Pede pra sair", clamou.
CAMPO GRANDE
SÃO PAULO
De acordo com a convocatória assinada por ambas as Frentes a conta do chamado "golpe" já chega aos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros.

“O presidente ilegítimo e golpista, Michel Temer, não esconde o que estava por trás do afastamento ilegal da presidenta Dilma Rousseff: Reforma da previdência, com arrocho nos direitos dos
 trabalhadores, desvinculação do orçamento da educação e saúde, suspensão de programas sociais como Minha Casa, Minha Vida, FIES, PROUNI e PRONATEC, criminalização e perseguição dos movimentos sociais”, conforme consta na convocação dos atos.A farsa montada com o mote da corrupção também começa a cair, segundo os movimentos sociais.


“Os escândalos de corrupção envolvendo Aécio Neves, Temer, Eduardo Cunha, Romero Jucá e boa parte do Congresso Nacional, demonstram que os chefes do golpe arquitetaram toda movimentação para barrar as investigações da Lava –Jato, usurpar o poder e aplicar o projeto mais neoliberal da história do Brasil”, afirmam os movimentos na chamada do ato.

Levante ocupa Globo com o mote golpe, a gente vê por aqui


Avalista do golpe parlamentar de 2016, que arruinou a economia nacional e manchou a imagem do Brasil no mundo, a Globo teve sua sede ocupada nesta manhã, no Rio de Janeiro.

Manifestantes montaram dezenas de barracas e ergueram a faixa "Golpe, a gente vê por aqui".

"Se a Juventude se unir, a Globo vai cair", gritam os manifestantes.

Protesto é parte das manifestações do dia nacional de mobilização e greve contra a reforma da Previdência.

Globo apoiou o golpe militar de 1964 e só pediu desculpas 50 anos depois, para, logo em seguida, apoiar o golpe parlamentar de 2016, que instalou Michel Temer no poder, um projeto reprovado por 90% dos brasileiros.

Sergio Moro tenta queimar o arquivo Eduardo Cunha

quinta-feira, 30 de março de 2017

Moro condena Cunha a 15 anos de prisão. E agora: vai delatar Temer?


Condutor do golpe de 2016, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) acaba de ser condenado pelo juiz Sérgio Moro a 15 anos e quatro meses de prisão, o que pode aproximar o ex-parlamentar de uma delação premiada.

Cunha já demonstrou ter munição contra Michel Temer, após entregar o peemedebista em questionamentos sobre irregularidades em recebimento de recursos de empreiteiras, o que para Moro foi visto como uma tentativa de intimidação e chantagem.

Recentemente, notícias deram conta de que o ex-deputado estava prestes a surtar dentro da prisão, mais um sinal de que pode abrir o bico.

Nassif: Gilmar presta consultoria a Temer. Pode?



Presidente do TSE orientou advogados, apontando a jurisprudência que permitiria separar Dilma e Temer na ação que pode resultar no afastamento do presidente.

"No mínimo, deveria se considerar impedido e não votar na sessão", diz o jornalista Luis Nassif.

Bancos lucraram quase R$ 50 bilhões em 2016


No ano em que o Brasil viveu um golpe parlamentar contra a presidente Dilma Rousseff e viu a produção de suas riquezas encolherem 3,6%, os bancos brasileiros conseguiram se manter como o setor que mais lucrou no País em 2016.

Segundo levantamento da consultoria Economática, 23 instituições bancárias com capital na Bovespa conseguiram lucrar R$ 48,595 bilhões no ano passado.

Itau Unibanco, que cedeu seu economista chefe para o Banco Central no governo de Michel Temer, foi o banco que mais lucrou no ano passado: R$ 21,639 bilhões.

Supremo ainda tem uma saída honrosa: anular o golpe


Os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal ainda têm uma última chance de limpar suas biografias, depois de terem permitido a maior tragédia da história do Brasil, que foi o golpe parlamentar de 2016.

Com a condenação do ex-deputado Eduardo Cunha a 15 anos e quatro meses de prisão, confirma-se o que foi dito pelo escritor português Miguel Sousa Tavares sobre o impeachment: "uma assembleia de bandidos presidida por um bandido".

O que ninguém consegue explicar é por que o STF só afastou Cunha do comando da Câmara depois que ele pôde ferir de morte a democracia brasileira, permitindo que os 54 milhões de votos da presidente legítima Dilma Rousseff fossem jogados no lixo.

Além da condenação de Cunha, uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira revela que, para 90% dos brasileiros, o Brasil segue no rumo errado sob o comando de Michel Temer, cuja gestão é um fiasco ético, social e econômico.

Pior crime de Cunha foi colocar Temer no poder


"Cunha nunca será julgado pelos crimes mais graves que cometeu. Quais sejam, tirar do poder uma governante séria e instalar uma quadrilha no lugar dela", diz o blogueiro Eduardo Guimarães sobre a condenação do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) a 15 anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro.

"Cunha foi o condutor do golpe de 2016, que tirou Dilma Rousseff do poder. A situação dramática em que o país está se deve a estratagemas do ex-presidente da Câmara com vistas a derrubar Dilma Rousseff inviabilizando seu governo ao impor despesas que ficaram conhecidas como 'pautas-bomba' e impedindo que o Congresso votasse medidas para evitar a crise", diz Guimarães; para ele, o País ainda precisa punir a "quadrilha de Cunha", "aqueles que ele colocou na Presidência da República e no resto do governo Federal".

Líder para 2018, Lula pede a movimentos sociais o apoio para ter governabilidade


No dia em que o instituto Ipsos o apontou como o político mais popular do Brasil, com 38% de aprovação da população, a despeito da intensa caçada judicial que sofre, Lula se reuniu com representantes de movimentos populares e destacou a necessidade de ocupar espaços no Congresso Nacional.

Segundo Lula, para que um eventual governo progressista possa interromper os retrocessos iniciados na gestão atual, é preciso "eleger a maioria no Senado e na Câmara".

"Os melhores nomes do PT têm que ser candidatos a deputado federal", afirmou.

"O quadro é extremamente conservador no Brasil e no mundo. A direita se assenhorou das conquistas da classe trabalhadora".

Em vídeo, Renan detona Temer e rompe com o golpe

O ex-presidente do Senado e atual líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), gravou e compartilhou em sua página no Facebook um vídeo em que detona o Planalto.

Renan criticou o projeto de terceirização geral, o aumento de impostos, o corte de investimentos e a reoneração da folha de pagamentos; "Tudo isso junto vai drenar as energias de uma economia que não consegue se levantar. O governo precisa conversar antes".

Político experiente, Renan antevê que Temer pode não sobreviver a 2017 e procura se distanciar cada vez do governo.

Nessa quarta-feira, o senador alagoano já havia liderado um levante da bancada do PMDB no Senado contra o projeto de terceirização irrestrita aprovado pela Câmara.

TRE-RJ mantém cassação de Pezão e do vice Dornelles


O TRE-RJ rejeitou os embargos de declaração do governador Luiz Fernando de Souza Pezão e do vice-governador, Francisco Dornelles.

Assim, a cassação do governador e do vice foi mantida, mas somente produz efeito após o trânsito em julgado, ou seja, quando não caberá mais recurso.

O TRE-RJ firmou entendimento de que o abuso de poder econômico e político ficou configurado, uma vez que o governo concedeu benefícios financeiros a empresas como contrapartida a posteriores doações para a campanha do então candidato Pezão e de seu vice Dornelles.

TRE cassa mandato de Simão Jatene

Simão Jatene (Foto: Cristino Martins/Agência Pará)

O governador Simão Jatene (PSDB) teve seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O julgamento, que teve início pela manhã desta quinta-feira (30), terminou com o resultado de quatro votos favoráveis à cassação, e dois contra a perda do mandato de Jatene. Zequinha Marinho, vice-governador do estado, também teve seu mandato cassado.

O governador foi condenado por ter cometido abuso na distribuição do Cheque Moradia durante os meses que antecediam a eleição de 2014. O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) investigou a denúncia, e confirmou que o número de cheques entregues neste período mais que triplicaram, o que configura uma espécie de compra de votos indiretamente.

JATENE PODE RECORRER

A medida tem caráter suspensivo, e Jatene pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda no cargo de governador.

Como a decisão foi tomada com mais de 50% do mandato cumprido por Simão Jatene, não haverá outra eleição, caso a cassação seja mantida.

Como o vice-governador Zequinha Marinho também teve seu mandato cassado, quem assumirá o cargo até 2018 – no caso de confirmação da cassação, é o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Márcio Miranda.


RELEMBRE O CASO

Os procuradores do MPPA entraram, em dezembro do ano passado, com o pedido de cassação de Simão Jatene e mais 47 candidatos que disputaram as eleições de 2014. Este é apenas o primeiro, de três pedidos de cassação de mandato contra o governador reeleito.

Além das irregularidades no Cheque Moradia, pesa contra Jatene as acusações de gastos excessivos com a Secretaria de Comunicação do governo estadual, e demissões no hospital Ophir Loyola dentro do período vedado por lei.

DOL, 30/03/2017

quarta-feira, 29 de março de 2017

Mino: Lava Jato foi alavanca do Golpe

O que Moro fez nos escritórios do FBI, da CIA e da DEA?

Conversa Afiada, 29/03/2017


Para Mino Carta, a Operação Lava Jato é a alavanca do golpe. “A Lava Jato prepara o caminho”, afirmou durante o seminário O que a Lava Jato tem feito pelo Brasil, promovido pelo Partido dos Trabalhadores na sexta-feira (24), em São Paulo.

Para o diretor de redação da revista “CartaCapital”, os governos de Lula e Dilma incomodaram a Casa Grande e os Estados Unidos: “Os irmãos do Norte se incomodam muito com um certo tipo de atitude. A política exterior levada a cabo por Lula pelo chanceler Celso Amorim desatrelou o Brasil dos interesses americanos”.

O objetivo final da Lava Jato, segundo Carta, era destruir o país. E no caminho, destruir o PT e Lula.

Ele lembrou que o juiz Sérgio Moro e outros da força-tarefa da Operação Lava Jato vão frequentemente a Washington, capital dos EUA. “Passam pelos escritórios do FBI, da CIA e da DEA. Não perdem a oportunidade”, diz.

Carta criticou os vazamentos e as delações utilizadas na Operação. “As delações foram extorquidas com intimidação da prisão. Só sai se você diz o que eu quero que você diga. Isso é de uma clareza solar. Delações extorquidas, com um método ilegal”, diz. “A corrupção tem que ser combatida. Mas essa é uma cortina de fumaça”, afirmou.

“Estamos vivendo os efeitos de um golpe feroz que está destruindo o país”, afirmou o jornalista. Segundo Carta, o país deveria se orgulhar da recuperação da Petrobras e de obras como o porto de Mariel, em Cuba, que ocorreram nos governos do PT. Na época de FHC, relembra, a empresa caminhava para a privatização.

Para Carta, o PSDB é o porta-voz da Casa Grande. “E o PMDB é uma quadrilha”, disse. Apesar disso, afirmou estar animado com a manifestação do último dia 15, contra a Reforma a Previdência, em que brasileiros saíram às ruas em todo o país. E também com a grande participação popular na inauguração da transposição do rio São Francisco, em Monteiro, na Paraíba.

“Estou muito confiante da capacidade de liderança de Lula”, disse Carta, que é amigo do ex-presidente há quase 40 anos.

Aliados blindam Serraglio de convocação à Câmara

Mesmo diante de todas as evidências de mais um ministro desonesto no governo Temer


A bancada governista na Câmara conseguiu maioria para reprovar o requerimento que convidava o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, a prestar esclarecimentos na Comissão de Fiscalização Financeira sobre as escutas da Operação Carne Fraca.

A votação realizada nesta quarta-feira terminou com sete votos contrários e quatro favoráveis ao requerimento de autoria do deputado baiano Jorge Solla (foto).

"É paranoica a tentativa de inviabilizar a presença de um ministro aqui que tem a obrigação de esclarecer as acusações que foram feitas contra ele. Se vieram a ser confirmadas, inviabilizam a autoridade dele de ocupar um posto como este de ministro da Justiça", disse Solla.

Lula: Quem mente? O delagado da PF, Igor Romário ou o ator Ary Fontoura


Ex-presidente reúne versões de delegados da Lava Jato e integrantes da equipe do filme "Polícia Federal - A lei é para todos" para questionar quem não está falando a verdade no caso da filmagem ilegal da condução coercitiva contra ele em março do ano passado.

Em reportagens divulgadas na imprensa, há revelação do ator Ary Fontoura, que faz o papel de Lula, sobre as cenas gravadas pela PF no dia da ação. Ele confirmou a existência dessas imagens.

O produtor do filme, Tomislav Blazic, primeiramente disse que a ação foi filmada, depois negou suas próprias declarações.

Já o delegado Igor Romário de Paula, em resposta ao juiz Sergio Moro, admitiu que as cenas foram feitas, mas não vazadas.

A defesa de Lula pede na Justiça para que elas não sejam divulgadas nem no filme, nem na imprensa.

Temer cassado, mas elegível: suprema esculhambação


Se o procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, "acolhendo o parecer do relator Herman Benjamin, deve pedir a cassação do mandato de Temer e a inelegibilidade de Dilma. Isso significa que, se acolher tal proposição, o TSE punirá duplamente Dilma, que já foi cassada pelo Congresso, mas deixará Temer elegível, tornando viável a extraordinária hipótese levantada pelo ministro Gilmar Mendes: a de que, sendo cassado, Temer venha a ser eleito presidente pelo Congresso em eleição indireta", analisa a colunista do 247 Tereza Cruvinel.

"Aí teríamos a suprema esculhambação política, algo que espantará o mundo. Mais que república bananeira, teríamos o Brasil transformado num bananão, apelido que por muito menos lhe deu Paulo Francis na infância da Nova República, hoje moribunda", prevê.

Entidade empresarial já prevê demissões em massa com arrocho de Temer


Primeira entidade a bater duro em Michel Temer, a Confederação Nacional do Transporte afirma em comunicado que "a reoneração da contribuição previdenciária, se aprovada pelo governo federal, vai gerar demissão em massa no setor transportador, que, no ano passado, teve que fechar mais de 90 mil postos de trabalho devido à grave crise econômica do país".

"A retração no PIB do transporte foi de 7,1% em 2016, sendo o pior resultado entre os setores produtivos", destaca a entidade.

Além disso, a medida vai gerar aumento significativo da inflação, principalmente na área de mobilidade urbana, acrescenta a CNT.

"Na avaliação do presidente da CNT, Clésio Andrade, "a reoneração penaliza o setor produtivo, que é fundamental para a reativação da economia brasileira".

Polarização entre petistas e tucanos é positiva


"Passou a ser moda fazer a crítica do Fla x Flu que seria a polarização entre PT e PSDB. Alguns abordam, de maneira vulgar, a necessidade de superar essa polarização, como se ela fosse artificial". 

"Na política, a divisão entre PT e tucanos tem sentido, porque os tucanos representam o modelo neoliberal no governo de FHC, enquanto o PT representa o antineoliberalismo, nos governos Lula e Dilma", explica o sociólogo Emir Sader, que defende essa divisão principalmente nas campanhas, por trazer clareza.

"Marina Silva, em particular – mas outros políticos também – afirma que é necessário romper a polarização entre PT e PSDB, que seria negativa, que estreitaria as possibilidades e aponta para uma 'terceira via'", lembra.

Sader defende, porém, que "a melhor polarização é em torno do neoliberalismo, porque é o tema central do nosso tempo. Marina tenta disfarçar isso, o PMDB esteve de um lado, agora está do outro. Mas a linha divisória é essa: a favor ou contra o modelo neoliberal"

Temer é o que há de melhor para levar o país até as eleições de 2018

Folha, 29/03/2017 

Jorge Araujo/Folhapress 
O presidente da República, Michel Temer

Depois do fracasso das manifestações de domingo e do bate-boca do procurador-geral Rodrigo Janot com o ministro Gilmar Mendes, Michel Temer é o que há de melhor para levar o país até as eleições de 2018.

Ele foi eleito na chapa de Dilma Rousseff, conhecendo a mecânica de suas obras e suas pompas. Desde que assumiu a Presidência da República, Temer empenha-se num projeto de reformas que traem o mandato das urnas de 2016 e nessa reencarnação patrocina uma agenda que jamais explicitou em sua vida pública. Pode-se não gostar da reforma da Previdência ou da nova ordem trabalhista, mas é indiscutível que, sem o Congresso, nenhum dos dois projetos iria adiante.

O mandato de Temer está pendurado numa decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Admitindo-se que ele venha a ser deposto, será substituído por uma pessoa eleita indiretamente pelo Congresso encalacrado na Lava Jato. Se essa eleição viesse a ocorrer sob a influência da pressão das ruas, seria possível que Temer fosse substituído por alguém parecido com D. Eugenio Salles, que se juntou ao Padre Eterno em 2012.

Essa carta saiu do baralho porque depois de ter assombrado a oligarquia nacional durante três anos, as manifestações de rua desmilinguiram-se. Hoje quem elegerá o novo presidente será o Congresso, influenciado pelos constrangimentos e culpas expostos pela Operação Lava Jato.

Temer ofereceu-se para o lugar de Dilma Rousseff como um governo de salvação e união nacional. Em menos de um ano o presidente formou uma poderosa bancada parlamentar mais interessada em salvar a si própria. Ainda assim, quem ia para rua gritando "Fora, Temer" deve reconhecer que as coisas pararam de piorar. A inflação de dois dígitos sumiu da agenda e a recessão econômica pode ter chegado ao fundo do poço. Se a sua política merece apoio, ou mesmo tolerância, essa é uma questão que pode ser decidida em 2018, na eleição presidencial. A alternativa a esse cenário seria o culto ao "Fora, Temer".

Para o seu lugar iria uma pessoa eleita pelo Congresso. Atire a primeira pedra quem puder dizer que os parlamentares elegerão alguém que mereça mais confiança, mesmo que seja pouca a que se deposita no doutor. Indo-se um passo adiante: atire a segunda pedra quem for capaz de garantir que esse novo presidente respeitará o calendário eleitoral que prevê uma eleição presidencial para 2018.

Nas duas últimas vezes em que se mexeu com a legitimidade de um vice-presidente, o Brasil acabou metido em memoráveis encrencas. Assim se deu em 1969, quando os "três patetas" (na expressão de Ulysses Guimarães e do general Ernesto Geisel) dispensaram o vice Pedro Aleixo, e em 1961, quando tentou-se impedir a posse de João Goulart.

(Nessa ocasião Ulysses não chamou os ministros militares de patetas, mas Geisel lembrava-se que o adjetivo já circulara.) Quando o vice foi deixado em paz, Itamar Franco deixou o país no porto seguro de Fernando Henrique Cardoso.

Sem a rua, o "Fora, Temer" é uma delegação de poderes para a oligarquia parlamentar que luta pela vida sonhando com o fim da Lava Jato, com o voto de lista e com a eleição indireta de um napoleãozinho civil. Solução oligárquica, ela terá inevitavelmente uma agenda secreta: o fim da eleição presidencial de 2018.

Ruiu o Podre Reino de Golpenhague


"O pânico chegou ao governo e a seus apoiadores. Como na trama dinamarquesa de Hamlet, rui em enredos escabrosos o reino brasileiro de Golpenhague. Apesar do apoio da mídia, que tenta criar um clima artificial de otimismo, com o seu patético 'parou de piorar', não se pode mais esconder que o golpe fracassou em todas as frentes", escreve Marcelo Zero.

Ele lembra que, com a saída de Dilma Rousseff, segundo os golpistas, a crise econômica se resolveria, a sangria da Lava Jato seria estancada, o governo manteria uma "monolítica e ampla base parlamentar" e os "manifestantes neoudenistas de classe média se encarregariam de dar sustentação social ao governo sem votos", as reformas seriam realizadas sem resistência e a liderança de Lula seria neutralizada.

"Pois bem, nenhum desses pressupostos se sustentou", conclui.

Presos cinco dos sete conselheiros do TCE do Rio


Deflagrada na manhã desta quarta-feira no Rio, uma nova etapa da Lava Jato tem como alvo o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

A delação premiada do ex-presidente do órgão Jonas Lopes de Carvalho Filho levou à ação contra cinco conselheiros em pelo menos dois esquemas de arrecadação de propina para fazer vista grossa para irregularidades praticadas por empreiteiras e empresas de ônibus que operam no estado.

São alvos de prisão preventiva os conselheiros Aloysio Neves (atual presidente), Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar e José Maurício Nolasco.

O presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), é alvo de condução coercitiva. 

A força-tarefa batizou a operação de "O Quinto do Ouro".

Ministério Público Eleitoral pede a cassação de Temer


Procuradoria-Geral Eleitoral pediu ao Tribunal Superior Eleitoral a cassação de Michel Temer e a inelegibilidade da presidente deposta Dilma Rousseff; informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo

A manifestação do Ministério Público foi encaminhada na noite desta terça-feira (28) ao TSE.

O presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes, já anunciou que a cassação de Temer começará na próxima terça-feira, 4.

A estratégia do peemedebista para permanecer no poder é fazer chicanas, tanto no TSE quanto no STF, para tentar arrastar uma decisão final para 2018.

Com 5 ministérios, o PSDB agora omite acusações que fez a Temer no TSE


Principal aliado da administração de Michel Temer e comandando cinco ministérios em seu governo, o PSDB mudou o discurso quanto à responsabilidade de Temer e do PMDB nas irregularidades da campanha presidencial de 2014.

Os tucanos, autores da ação que pede a cassação da chapa, hoje já não têm interesse em derrubar o peemedebista, e isso se reflete nas alegações finais do processo.

A comparação entre o pedido de abertura e as considerações finais evidencia a mudança: na peça inicial, pedia-se a punição aos beneficiários das irregularidades, em clara referência a Temer e, no documento final, o PSDB faz questão de ressaltar que não houve envolvimento do peemedebista em práticas ilícitas.

TSE numa encruzilhada histórica: salvar Temer ou salvar o Brasil


"O governo é um paciente terminal mas falta a saída política. Quem tem condições de oferecê-la, neste momento, dentro da legalidade, é o Tribunal Superior Eleitoral", diz a colunista Tereza Cruvinel sobre o iminente julgamento da Corte Eleitoral que pode cassar o mandato de Michel Temer.

"Caso nos próximos dias o ministro relator da Lava Jato no STF, Luiz Fachin, decida pela suspensão do sigilo das delações [da Odebrecht], a crise galgará mais um patamar, com o possível agravamento da situação de Temer e membros do seu governo e do Congresso citados pelos delatores. A fervura estará em seu ponto máximo mas isso pode também contribui para que o TSE assuma a tarefa que está em suas mãos", afirma.

segunda-feira, 27 de março de 2017

As maiores centrais sindicais vão parar o Brasil em 28 de abril


Comunicado assinado pelos presidentes da CUT, Vagner Freitas, Força Sindical, Paulinho da Força, UGT, Ricardo Patah, CTB, Adílson Araújo, entre outras centrais, convoca os trabalhadores a parar tudo em 28 de abril.

Diz o comunicado: "os trabalhadores (estão convocados) a paralisarem suas atividades, como alerta ao governo de que a sociedade e a classe trabalhadora não aceitarão as propostas de reformas da Previdência, Trabalhista e o projeto de Terceirização aprovado pela Câmara, que o governo Temer quer impor ao País".

"Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT", afirmam os líderes sindicais.

Nos EUA Moro seria condenado à morte

E o Daniel Dantas tem atestado de inocente...

Conversa Afiada, 27/03/2017

De entrevista de Ciro Gomes à Fel-lha:

O sr. disse que o "dr. da Lava Jato [Sergio Moro] errou".

O exibicionismo midiático, ir ao Facebook agradecer o apoio de todos, as gravatinhas borboletas em todo tipo de solenidade, a confraternização descuidada com possíveis réus, a fraude com a gravação da presidente [divulgação do grampo de ligação entre Dilma e Lula] –o que nos EUA é considerado traição e gera até pena de morte, só para ter a relativização dessa leviandade. 

Isso tudo semeia a semente de matar essa coisa importante que seria a Lava Jato, que ainda pode ser o momento de virada na impunidade. Mandar prender um blogueiro, tem uma coisa patológica nisso. Não falo com prazer, falo com dor. Operação Satiagraha? Anulada inteira. Daniel Dantas, culpado de tudo? Tá com atestado de inocente.

Em entrevista, o sr. criticou a condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, desafiou Moro a prendê-lo e disse que receberia "a turma dele na bala". O que quis dizer?

Desta vez foi um blogueiro, mas amanhã pode ser um repórter da Folha. Não está certo. No momento que o país passa por um golpe de Estado, não podemos nos acovardar diante do autoritarismo.

Moro, quando vai prender o Ciro?

A PF filmou o sequestro já para divulgar...

Conversa Afiada, 27/03/2017

A têmpera civilizada do país enfrentará prova decisiva: nunca mais o juiz Sergio Moro, bárbaro togado, deverá dormir em paz. Ou, então, devem elegê-lo presidente. Em caso de barbarismo, a virtude não está no meio: ou se o combate ou se adere a ele. Isto é Solon, o ateniense.

Pois é, e de vez em quando o C Af podia acrescentar à pergunta ao Moro quando vai prender o Lula, também, agora, quando vai prender o Ciro​, que o receberá a bala.

Professor A

No FaceBook do C Af:

No dia da condução de Lula um agente da PF estava com uma câmara no colete filmando tudo. Ou seja já sabia pra que serviria​m​ as imagens. O que me espanta diante de tanta arbitrariedade é saber que mesmo ilegal vão colocar essas imagens em um filme político e partidarizado mostrando a primeira dama que até já se foi.

Quando partidos não tem votos para ganhar eleições democráticas agem assim de forma leviana e pensada. 

Viva a República de bananas

​Paulo Duarte