sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Planalto pode anunciar oficialmente novos ministros de Dilma, na próxima semana

BRASÍLIA - O governo não vai mais fazer o anúncio dos nomes dos novos ministros da presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira, 21, segundo fontes do Palácio do Planalto. Não há detalhes sobre o motivo de Dilma deixar a divulgação para depois.

Fontes ouvidas nessa sexta pelo Broadcast citaram que o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy assumirá o Ministério da Fazenda.

Levy é bastante conhecido como um formulador de políticas ortodoxas e pró-mercado que devem ajudar na difícil tarefa de realizar um ajuste econômico e é atualmente o chefe da Divisão de Asset Management do Bradesco e já foi Secretário da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro.



O ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda Nelson Barbosa, que também estava sendo cogitado para a pasta, deve assumir o Ministério do Planejamento.

Nelson Barbosa, um economista competente, respeitado no mercado tem tudo para colaborar na melhora da imagem e no desmpenho do governo.


Carlos Hamilton (foto a esquerda), diretor de Política Econômica do Banco Central, deve deixar a instituição para assumir a Secretaria do Tesouro. Alexandre Tombini (foto a direita) deverá permanecer na Presidência do BC.




O Broadcast apurou também que Dilma convidou hoje pela manhã o senador Armando Monteiro (PTB-PE) para ocupar o cargo de Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Aliados de Monteiro em Pernambuco informaram que ele aceitou o convite.


Também circulou nessa sexta a informação de que a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) assumiria o comando do Ministério da Agricultura no segundo mandato de Dilma. 


A presidente Dilma passou o dia em reuniões para definir alguns nomes do seu ministério de 39 pastas e havia expectativa de que os novos integrantes da equipe econômica fossem anunciados nesta sexta-feira, após o fechamento do mercado.

A explicação dada pelas duas fontes para não anunciar imediatamente a equipe econômica é que o governo decidiu aguardar a aprovação no Congresso do projeto de lei que amplia o abatimento da meta de superávit primário.

Uma das fontes argumentou que Dilma quer que os novos ministros assumam sem ter que dar explicações sobre "os problemas fiscais de 2014".










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